Vagarosamente, Vanessa ajoelhou-se em frente à pequena fogueira que acabara de erguer, indiferente à umidade do chão, molhando os joelhos da calça jeans. Os fracos raios do sol da tarde iluminavam-lhe os sedosos cabelos castanhos, mudando-os para uma cor mais clara. Com ar grave, ela riscou um fósforo e acendeu o fogo, como se estivesse diante de uma pira funerária.
Na verdade estava, Vanessa admitiu, vendo as chamas devorarem a caixa de madeira contendo objetos e fotos, recordações do passado.
Erguendo-se, colocou as mãos nos bolsos, para não ceder ao impulso de retirar a caixa do fogo antes que fosse totalmente consumida.
Está consumado, pensou, fechando os olhos para não ver o símbolo de quase uma década de devoção e amor, destruído pelas chamas.
Uma brisa fria soprou, alvoroçando-lhe os cabelos e atiçando o fogo como um rodamoinho. Um punhado de fotografias voou para fora da fogueira, a maioria delas carbonizadas. Apenas uma, ainda reconhecível, mostrava o contorno de seus próprios lábios, impresso com batom levemente rosado.
O destino parecia decretar que aquela foto não devia ser destruída e, quase sem forças, ela abaixou-se para pegá-la.
Entretanto, o vento soprou novamente, levando o rosto do amado Chris, com o beijo de batom, para fora de seu alcance. Com um gemido abafado, Vanessa correu atrás da foto, mas alguém chegou antes e pegou-a.
Com expressão de zombaria, ele olhou primeiro para a foto e depois para Vanessa.
— Zac! — ela gritou com raiva, enquanto ele se aproximava, olhando para a fogueira.
Chris era brilhante, carinhoso, risonho e de bom gênio. Zac era totalmente o contrário. Raramente sorria, pelo
menos para ela. Mesmo as pessoas que o aprovavam, como a mãe de Vanessa, eram obrigadas a admitir que ele
não era uma pessoa de fácil convivência. A mãe dela o defendia, alegando que seu gênio difícil devia-se ao fato de que, muito cedo, ficara no lugar do pai.
“Afinal de contas”, ela dizia “Zac tinha apenas vinte anos quando Howard morreu, deixando-lhe a responsabilidade da família e dos negócios.”
Defendia-o, porque era seu sobrinho. Vanessa, porém, antipatizava com ele e sabia que o sentimento era recíproco. O que a indignava era que as pessoas que conheciam os dois irmãos diziam que Zac era o mais bonito.
“Ele é irresistivelmente sexy”, uma das garotas que trabalhava para a empresa da família dissera uma vez. “Aposto que, na cama, ele é uma experiência que só acontece uma vez na vida”, a moça completara, sem pudor.
Vanessa estremecera, ouvindo-a falar. Se ela soubesse quem era realmente o verdadeiro Zac não pensaria assim. Pessoalmente, Vanessa achava que ele seria a última pessoa no mundo por quem se apaixonaria. Chris era o único capaz de preencher o vazio que havia em seu coração, em sua cama, em sua vida, enfim. .
Fora na festa de seu décimo segundo aniversario que ela olhara para Chris, no outro lado da mesa e se apaixonara perdidamente. Desde então o amara, rezando para ser amada também, não apenas como prima, mas como mulher. Ele nunca retribuíra seu amor sincero.
Em vez disso, Chris se apaixonara pela linda e graciosa Sally. Sally, que agora era sua esposa... Sally, a quem, apesar de tudo, Vanessa não conseguia odiar, mesmo que tentasse.
Chris e Zac não se pareciam muito, sendo irmãos, Vanessa agora concluía, olhando para Zac, embora os dois tivessem a mesma estatura e impressionantes ombros largos.
Da mesma forma que Chris, Zac herdara da mãe, italiana, a cor clara da pele, mas era mais agressivamente masculino do que o irmão. Seu olhar frio era de gelar o sangue, a uma distância de três metros. Os cabelos, embora não fossem Claros, eram mais claros do que os de Chris e brilhavam como o sol.
Vanessa não era tola. Percebia que; fisicamente, qualquer mulher poderia se interessar por um homem com o biotipo de Zac. Ela, porém, nunca o achara atraente. Para complicar, considerava-o genioso, frio, com um temperamento estourado, que o deixava capaz de destruir o que viesse pela frente.
— Que diabo está acontecendo? — ele perguntou.
Vanessa olhou-o ferozmente. Zac ainda não olhara para a fotografia que pegara do chão. Ela tentou tomá-la de sua mão, sem sucesso.
— Mamãe e papai saíram — informou com ar de ofendida. — Estou sozinha em casa.
— É com você que eu quero falar — ele declarou em tom educado.
Vanessa não pôde deixar de notar que Zac estava imaculadamente vestido, usando um terno caro, sapatos bem engraxados e camisa branca impecável. Qualquer outro homem ficaria ridículo, vestido daquela maneira, junto de uma fogueira, Vanessa pensou. Por que ele não ficava? E por que a fumaça insistia em ir na direção dela e não na dele?
A vida não era mesmo fácil.
Seus olhos encheram-se de lágrimas, mas ela pestanejou, evitando que caíssem.
— Qual o propósito de todo esse sacrifício, Vanessa? — James perguntou. — Por acaso espera que surja o amor de Chris por você, como uma fênix nascendo das cinzas?
— Claro que não — Vanessa negou prontamente, fazendo-se de desentendida.
Aquilo era típico de James. Só ele faria aquele julgamento, só ele seria capaz de acusá-la tão injustamente.
— Se quer realmente saber — ela replicou com amargura -, estou fazendo o que você me mandou, há muito tempo atrás. Estou tentando esquecer que Chris não... nunca mais...
Suspirou fundo para conter as lágrimas.
— Vá para o inferno, Zac — desabafou. – Você não tem nada a ver com isso... não tem o direito...
— Chris é meu irmão, lembre-se. Sinto-me no dever de protegê-lo de...
— Protegê-lo do quê? Do meu amor? — Ela riu nervosamente.
— Seu amor! — Zac zombou.— Você nem sabe o significado dessa palavra! Aos vinte e dois anos, deve se achar uma mulher madura, mas não passa de uma adolescente perigosa, tanto para si mesma como para quem está a sua volta.
— Não sou adolescente! — Vanessa negou, furiosa, sentindo o sangue subir-lhe ao rosto.
— O modo como não controla seus sentimentos comprova isso — Zac observou com frieza. — Como uma adolescente, está cheia de autopiedade, em nome do suposto amor que sente por Chris, não correspondido. Se não bastasse, não se envergonha de mostrar aos outros a sua tristeza.
— Não é verdade — Vanessa rebateu. Você...
— É verdade, sim. Veja como se comportou na festa. Acha que ninguém notou como estava se sentindo?
— Eu não estava fazendo nada — ela protestou, dessa vez pálida de raiva.
— Estava, sim — ele confirmou. — Estava tentando fazer Chris sentir-se culpado, e todos ficarem com pena de você. Não é pena que você merece, mas desprezo. Se realmente amasse Chris, colocaria a felicidade dele em primeiro lugar.
— Você não tem o direito de falar assim comigo. Não faz a mínima idéia de como me sinto, ou...
Vanessa calou-.se, quando James gargalhou. O riso sarcástico ecoou no ar da tarde.
— Não faço idéia, Vanessa? A cidade inteira sabe!
Ela ficou muda, olhando-o.
— Nada a dizer? — ele provocou.
Vanessa respirou fundo. As pessoas sabiam de seus sentimentos, mas não que ela os houvesse demonstrado, como Zac dissera.
Acontecia que ela era muito jovem, quando se apaixonara por Chris e, com o tempo, todos ficaram sabendo. Mas também era verdade que nunca fizera nada para manipular os sentimentos dele.
Vanessa lamentava, naturalmente, que as pessoas soubessem de seu amor por Chris, embora sempre tivesse sido discreta. Quando ele e Sally anunciaram oficialmente o noivado, ela fizera um voto secreto, pedindo que, de alguma maneira, eles desmanchassem o compromisso.
Certo, não fora bem-sucedida, mas pelo menos tentara. Teria sido mais fácil suportar, se soubesse que Sally e Chris não estavam realmente apaixonados. Mesmo sabendo que o perdera para sempre, continuava a sentir em seu coração uma dor dilacerante.
E agora, ali estava Zac, deliberadamente fazendo a dor piorar.
— Como me sinto... não é da sua conta — ela conseguiu dizer.
— Não? — Zac olhou-a com ironia. — Bem, então ouça o que vim lhe dizer. Como tradutora-intérprete de nossa empresa, está designada para ir à convenção internacional, na Itália, na próxima quarta-feira.
— Uau! — De repente, Vanessa vibrou com a notícia. Meses antes, quando a convenção fora agendada, ela ficara sabendo que Chris iria representar a empresa. Quando ele perguntou se ela gostaria de ir junto, a alegria levou-a às nuvens. A imaginação criou mil fantasias sobre um romance entre os dois.
A realidade, agora, era outra. Mesmo que ele também fosse à Itália, os quatro dias de convenção seriam cheios de reuniões cansativas e entediantes, nada mais. Chris estava casado. Um romance com ele, se já era impossível, tornara-se impensável.
— O vôo já está marcado — Zac informou. -Virei buscá-la às seis e meia da manhã, e iremos para o aeroporto.
— Me buscar? É você quem vai? Mas Chris...
— Chris está em lua-de-mel, como você sabe, e deverá ficar fora mais uma semana. Certamente não está se iludindo, achando que ele seria capaz de interromper a lua-de-mel para viajar com você. Quando vai crescer, Vanessa? E entender...
— Entender o quê? — ela o interrompeu, quase totalmente descontrolada. — Continue, diga o que está louco para dizer, Zac. Ou terei que dizer por você?
Continua...
Oiie Amor's, gostaram do Capitulo,
Hmm espero que (Sim) !!!
Beijokas, Estao Todas Aki (♥)!!!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
●๋•Amando o Homem Errado ●๋•
Escritora:Penny Jordan
Tema:Romance e Drama
Personagens P. : Zac Efron e Vanessa Hudgens (verdadeiros) Poppy Carlton e James
Nome da Historia: Amando o Homem Errado
PRÓLOGO
Vanessa Hudgens olhou para o jardim agora vazio, tentando a todo custo conter as lágrimas.
Parecia que fora ontem que ela e seu primo Chris haviam brincado ali.
Vanessa era feliz, então, nunca imaginando que, um dia, outra mulher se tornaria mais importante na vida dele.
Novas lágrimas rolaram. Ela as enxugou com as costas da mão.
Fazia meses que sabia que Chris e Sally iam se casar, mas, até o dia do casamento, mantivera a ilusão de que ele mudaria de idéia.
“Você será a próxima, Vanessa”, Chris dissera, rindo afetuosamente, quando ela pegara o buquê atirado por Sally.
A próxima? Impossível. Ela nunca se casaria. Como poderia, se acabara de perder o homem a quem amava, o único que sempre amaria?
Para complicar, seu outro primo, Zac, irmão mais velho de Chris e seu padrinho de casamento, percebera tudo.
Sim, Zac sabia, e seu cinismo não a poupava. “Cresça e apareça, Vanessa”, ele dizia. “Não daria certo. Se Chris se casasse com você, dentro de um ano estariam divorciados.”
Ela replicava que ele não sabia de nada. Zac zombava ainda mais. Por fim, ela o mandava para o inferno, declarando que o odiava.
Mas ele, de fato, não sabia de nada. Não sabia que amor de Vanessa por Chris era verdadeiro, eterno.
Não, ela nunca se casaria. Nem o esforço de Sally, que manejara para que ela pegasse o buquê, alteraria esse fato.
Meus Amores, essa Historia nao e minha,
e da Penny Jordan.
Eu (Joyce) só estou postando ela com os nomes
dos nosso divo(Zac Efron) e nossa diva(Vanessa Hudgens)
Espero Que Gostem da Historia!!
Logo, Logo ,
Primeiro Capitulo..
Não deixem de Ler!!!
Poxa genti Ouvi Um probleminha com a outra,
Entao nao vai dar para posta ela agora, entao vó postar essa ..
espero que gostem né "ps": vó tentar posta akela para proxima historia vllw!!!
Tema:Romance e Drama
Personagens P. : Zac Efron e Vanessa Hudgens (verdadeiros) Poppy Carlton e James
Nome da Historia: Amando o Homem Errado
PRÓLOGO
Vanessa Hudgens olhou para o jardim agora vazio, tentando a todo custo conter as lágrimas.
Parecia que fora ontem que ela e seu primo Chris haviam brincado ali.
Vanessa era feliz, então, nunca imaginando que, um dia, outra mulher se tornaria mais importante na vida dele.
Novas lágrimas rolaram. Ela as enxugou com as costas da mão.
Fazia meses que sabia que Chris e Sally iam se casar, mas, até o dia do casamento, mantivera a ilusão de que ele mudaria de idéia.
“Você será a próxima, Vanessa”, Chris dissera, rindo afetuosamente, quando ela pegara o buquê atirado por Sally.
A próxima? Impossível. Ela nunca se casaria. Como poderia, se acabara de perder o homem a quem amava, o único que sempre amaria?
Para complicar, seu outro primo, Zac, irmão mais velho de Chris e seu padrinho de casamento, percebera tudo.
Sim, Zac sabia, e seu cinismo não a poupava. “Cresça e apareça, Vanessa”, ele dizia. “Não daria certo. Se Chris se casasse com você, dentro de um ano estariam divorciados.”
Ela replicava que ele não sabia de nada. Zac zombava ainda mais. Por fim, ela o mandava para o inferno, declarando que o odiava.
Mas ele, de fato, não sabia de nada. Não sabia que amor de Vanessa por Chris era verdadeiro, eterno.
Não, ela nunca se casaria. Nem o esforço de Sally, que manejara para que ela pegasse o buquê, alteraria esse fato.
Meus Amores, essa Historia nao e minha,
e da Penny Jordan.
Eu (Joyce) só estou postando ela com os nomes
dos nosso divo(Zac Efron) e nossa diva(Vanessa Hudgens)
Espero Que Gostem da Historia!!
Logo, Logo ,
Primeiro Capitulo..
Não deixem de Ler!!!
Poxa genti Ouvi Um probleminha com a outra,
Entao nao vai dar para posta ela agora, entao vó postar essa ..
espero que gostem né "ps": vó tentar posta akela para proxima historia vllw!!!
domingo, 5 de dezembro de 2010
Capitulo 32 ♥ Fim Dedicado A ●๋• Todas as seguidoras●๋•
Vanessa notou que ele se aproximou, mas tinha muito receio para abrir os olhos e encará-lo.
— Eu compreenderei se você quiser reconsiderar o seu pedido de casamento, depois disso.
— Você pode... Você pode repetir o que você acabou de dizer?
— Eu entenderei se você mudar de opinião.
— Não, não esta parte. A outra parte.
Agora, Vanessa abriu os olhos e viu a expressão de contentamento em seu rosto.
— Não é nada engraçado — afirmou ela, recusando-se a acreditar no que o coração lhe dizia. O coração dela não era confiável.
— Sim, é engraçado. É muito engraçado por que... — Ele ainda sorria como um bobo ao tocar sua bochecha apenas com um dedo. — Porque voltei com antecedência a fim de contar-lhe o mais rápido possível a mesma coisa.
Vanessa duvidou de que escutara corretamente.
— Você me ama? Amor... Amor, mesmo? Ou apenas gosta muito?
— O sentimento que nunca tive por qualquer mulher que tenha passado pela minha vida. — Zac baixou a cabeça e a beijou, um beijo longo, lento, que parecia durar para sempre.
Ele então ajeitou-se na cama para ter uma visão completa de Vanessa.
— Quando vi na boate, fervi. Nunca havia sentido um desejo tão forte por uma mulher. Quando você não me respondeu da maneira que esperava, alguma coisa me fez persegui-la.
— Meu pobre Zac. Sentir-se impelido a perseguir uma mulher. Deve ter sido um choque.
— Você está gostando disso, não está? — brincou Zac. — Você gosta do fato de estar totalmente sob o seu poder?
Vanessa fez que sim com a cabeça e riu para ele.
— É uma via de duas mãos — murmurou ela.
— Eu sei disso. — Vanessa não tinha nada por baixo do moletom de algodão. Zac retirou o agasalho dela e acariciou-lhe os seios, como se fosse o seu dono. — Sem sutiã. Ainda bem que não sabia disso quando a encontrei abraçada com o seu ex. Eu o jogaria pela janela.
— E ele não teria merecido isso. — Vanessa envolveu seu pescoço com os braços e se empinou um pouco para sentir os seus mamilos contra o peito de Zac.
— Você disse a ele que me amava? Que ele não significava nada para você?
— Mais ou menos isso.
— Ótimo. — Com uma das mãos, ele começou a deixar a calça de malha de Vanessa. Ela o auxiliou balançando as pernas.
— E você não ficou chateado por causa do bebê?
— Chateado? — Zac riu, divertindo-se pelo tanto que ela se equivocara. — Você estava grávida, e isso me dava a desculpa perfeita para fazê-la casar comigo.
— Eu nem suspeitei disso. Eu pensei que você estava apenas assumindo as suas responsabilidades e que seria um peso indesejado a despencar na sua vida.
— Bobinha.
Vanessa não saberia precisar quando exatamente eles se despiram completamente. Ela percebeu, sim, quando os dois fizeram amor, um sentimento doce de completa felicidade, acompanhando o conhecido desejo intenso.
Depois, eles retomaram a conversa que haviam interrompido.
— Eu nunca tentei manipulá-la quando consegui o emprego para você — murmurou Zac. Tinha uma das mãos repousada, possessiva, sobre os seios de Vanessa, e a outra encaixada sob a cabeça dela. — Eu acho que já a amava, eu queria vê-la longe daquela casa, longe daquele cara. Contar sobre o que eu havia feito tornava-se cada vez mais difícil, à medida que ficava cada vez mais envolvido, mais dependente de você.
— Dependente? — Aquelas palavras eram música para os ouvidos de Vanessa.
— Inteiramente dependente. De um homem que não suportava a idéia de uma mulher a se meter na sua vida, virei um frustrado porque a mulher para quem eu dissera que queria um relacionamento sem compromissos me tomou ao pé da letra. Eu a queria possessiva, porque eu estava ficando mais e mais possessivo.
— Que bom — reagiu Vanessa, extasiada. Ela escorregou a mão pela barriga de músculos definidos de Zac mais para baixo, onde a masculinidade dele dizia o quanto estavam atraídos um pelo outro.
Zac, a exemplo de Vanessa, esticou o braço para senti-la e a acariciou até que ela começasse a tremer.
— Não tem problema para a gente fazer... fazer isso? Fazer amor não vai machucar o bebê, vai...? — Eu acho que a gente pode fazer amor quantas vezes quiser. — A respiração de Vanessa se acelerou em resposta aos dedos dele, e ela gemia em meio ao esforço para manter o fôlego. — Nosso lindo bebê vai nascer em uma casa cheia de amor. O que poderia ser melhor?
Alexander Efron nasceu mesmo em um ambiente de amor, e ele deve ter se dado conta disso, pois foi o mais feliz dos bebês. Cabelos e olhos calros e brilhantes, ele era a imagem do pai orgulhoso. Aos oito meses, já engatinhava com energia pelo quarto.
O casamento do casal foi simples, sem pompas. Não foi necessário o tradicional esforço para quebrar o gelo entre os pais do noivo e da noiva, já que o bebê era assunto suficiente para que as famílias se integrassem, assim como o longamente planejado batizado na Grécia. Frankie e a sua namorada estiveram presentes, com o consentimento de Zac, assim como Harry e algumas meninas da boate com quem Vanessa manteve contato. A casa de campo de Zac, onde agora o casal vive com o filho, é grande o bastante para alojar a mãe e o pai de Vanessa, quando decidem visitá-los. A visita dos sogros dá a Zac a oportunidade de passar um excitante fim de semana a dois com a esposa no seu apartamento em Londres.
E era justamente ali onde agora eles estavam, esparramados no colchão king-size, saciados após uma longa sessão de sexo, que começara às 18 horas, quando eles voltaram de um agitado dia de compras, e somente interrompida pela necessidade de degustar a comida tailandesa que o casal pedira a um restaurante que entregasse em casa.
Nesses ocasionais fins de semana a sós, Vanessa se alegrava por ver Zac mais ansioso do que ela sobre como estaria Alexander sem eles. Neste instante, ele, com a testa franzida de preocupação, pensava nos riscos de um acidente por causa dos primeiros movimentos do filho. O bebê não respeitava nada quando saía em exploração.
Vanessa concedeu um tempo para o discurso rabugento de pai superprotetor, antes de se encolher junto ao peito de Zac com um sorriso.
— E estou aqui — murmurou ela, contornando a boca dele com o dedo. — Eu pensava ser mulher o suficiente para distraí-lo das suas pequenas preocupações...
Zac agarrou o dedo dela com a boca, começou a sugá-lo e presenciou o rosto de Vanessa corar de prazer.
— Você sabe do que você precisa, não sabe? — provocou ela.
— É claro que sei, minha bruxinha adorável...
— Uma outra criança... — Vanessa esperou que Zac processasse a informação. Observava o rosto lindo dele, o rosto que um dia foi tão misterioso, e que agora revelava amor em cada traço.
— Você não está...
— Eu estou. Eu fiz o teste nesta manhã e estava aguardando a melhor hora para contar.
— Um outro bambino.
— Ou bambina. — Vanessa riu, divertindo-se com a cara que ele fazia.
— Como a mama. — Ele sorriu, beijou-a na ponta do nariz e pela primeira vez se perguntou o que ele havia feito para alcançar uma felicidade tão perfeita como aquela...
Fim......
Olá meninas entao né esse e o Fim!!!
espero que tenham curtido a Historia..
Entao minha amadas amei os
comentarios uns mais lindos do que os outro..
Bem nem tenho muito pra falar Rs..
Então..
Espero que gostem do Fim!!!
Beijokas Amo vooce's ninas!!
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— Eu compreenderei se você quiser reconsiderar o seu pedido de casamento, depois disso.
— Você pode... Você pode repetir o que você acabou de dizer?
— Eu entenderei se você mudar de opinião.
— Não, não esta parte. A outra parte.
Agora, Vanessa abriu os olhos e viu a expressão de contentamento em seu rosto.
— Não é nada engraçado — afirmou ela, recusando-se a acreditar no que o coração lhe dizia. O coração dela não era confiável.
— Sim, é engraçado. É muito engraçado por que... — Ele ainda sorria como um bobo ao tocar sua bochecha apenas com um dedo. — Porque voltei com antecedência a fim de contar-lhe o mais rápido possível a mesma coisa.
Vanessa duvidou de que escutara corretamente.
— Você me ama? Amor... Amor, mesmo? Ou apenas gosta muito?
— O sentimento que nunca tive por qualquer mulher que tenha passado pela minha vida. — Zac baixou a cabeça e a beijou, um beijo longo, lento, que parecia durar para sempre.
Ele então ajeitou-se na cama para ter uma visão completa de Vanessa.
— Quando vi na boate, fervi. Nunca havia sentido um desejo tão forte por uma mulher. Quando você não me respondeu da maneira que esperava, alguma coisa me fez persegui-la.
— Meu pobre Zac. Sentir-se impelido a perseguir uma mulher. Deve ter sido um choque.
— Você está gostando disso, não está? — brincou Zac. — Você gosta do fato de estar totalmente sob o seu poder?
Vanessa fez que sim com a cabeça e riu para ele.
— É uma via de duas mãos — murmurou ela.
— Eu sei disso. — Vanessa não tinha nada por baixo do moletom de algodão. Zac retirou o agasalho dela e acariciou-lhe os seios, como se fosse o seu dono. — Sem sutiã. Ainda bem que não sabia disso quando a encontrei abraçada com o seu ex. Eu o jogaria pela janela.
— E ele não teria merecido isso. — Vanessa envolveu seu pescoço com os braços e se empinou um pouco para sentir os seus mamilos contra o peito de Zac.
— Você disse a ele que me amava? Que ele não significava nada para você?
— Mais ou menos isso.
— Ótimo. — Com uma das mãos, ele começou a deixar a calça de malha de Vanessa. Ela o auxiliou balançando as pernas.
— E você não ficou chateado por causa do bebê?
— Chateado? — Zac riu, divertindo-se pelo tanto que ela se equivocara. — Você estava grávida, e isso me dava a desculpa perfeita para fazê-la casar comigo.
— Eu nem suspeitei disso. Eu pensei que você estava apenas assumindo as suas responsabilidades e que seria um peso indesejado a despencar na sua vida.
— Bobinha.
Vanessa não saberia precisar quando exatamente eles se despiram completamente. Ela percebeu, sim, quando os dois fizeram amor, um sentimento doce de completa felicidade, acompanhando o conhecido desejo intenso.
Depois, eles retomaram a conversa que haviam interrompido.
— Eu nunca tentei manipulá-la quando consegui o emprego para você — murmurou Zac. Tinha uma das mãos repousada, possessiva, sobre os seios de Vanessa, e a outra encaixada sob a cabeça dela. — Eu acho que já a amava, eu queria vê-la longe daquela casa, longe daquele cara. Contar sobre o que eu havia feito tornava-se cada vez mais difícil, à medida que ficava cada vez mais envolvido, mais dependente de você.
— Dependente? — Aquelas palavras eram música para os ouvidos de Vanessa.
— Inteiramente dependente. De um homem que não suportava a idéia de uma mulher a se meter na sua vida, virei um frustrado porque a mulher para quem eu dissera que queria um relacionamento sem compromissos me tomou ao pé da letra. Eu a queria possessiva, porque eu estava ficando mais e mais possessivo.
— Que bom — reagiu Vanessa, extasiada. Ela escorregou a mão pela barriga de músculos definidos de Zac mais para baixo, onde a masculinidade dele dizia o quanto estavam atraídos um pelo outro.
Zac, a exemplo de Vanessa, esticou o braço para senti-la e a acariciou até que ela começasse a tremer.
— Não tem problema para a gente fazer... fazer isso? Fazer amor não vai machucar o bebê, vai...? — Eu acho que a gente pode fazer amor quantas vezes quiser. — A respiração de Vanessa se acelerou em resposta aos dedos dele, e ela gemia em meio ao esforço para manter o fôlego. — Nosso lindo bebê vai nascer em uma casa cheia de amor. O que poderia ser melhor?
Alexander Efron nasceu mesmo em um ambiente de amor, e ele deve ter se dado conta disso, pois foi o mais feliz dos bebês. Cabelos e olhos calros e brilhantes, ele era a imagem do pai orgulhoso. Aos oito meses, já engatinhava com energia pelo quarto.
O casamento do casal foi simples, sem pompas. Não foi necessário o tradicional esforço para quebrar o gelo entre os pais do noivo e da noiva, já que o bebê era assunto suficiente para que as famílias se integrassem, assim como o longamente planejado batizado na Grécia. Frankie e a sua namorada estiveram presentes, com o consentimento de Zac, assim como Harry e algumas meninas da boate com quem Vanessa manteve contato. A casa de campo de Zac, onde agora o casal vive com o filho, é grande o bastante para alojar a mãe e o pai de Vanessa, quando decidem visitá-los. A visita dos sogros dá a Zac a oportunidade de passar um excitante fim de semana a dois com a esposa no seu apartamento em Londres.
E era justamente ali onde agora eles estavam, esparramados no colchão king-size, saciados após uma longa sessão de sexo, que começara às 18 horas, quando eles voltaram de um agitado dia de compras, e somente interrompida pela necessidade de degustar a comida tailandesa que o casal pedira a um restaurante que entregasse em casa.
Nesses ocasionais fins de semana a sós, Vanessa se alegrava por ver Zac mais ansioso do que ela sobre como estaria Alexander sem eles. Neste instante, ele, com a testa franzida de preocupação, pensava nos riscos de um acidente por causa dos primeiros movimentos do filho. O bebê não respeitava nada quando saía em exploração.
Vanessa concedeu um tempo para o discurso rabugento de pai superprotetor, antes de se encolher junto ao peito de Zac com um sorriso.
— E estou aqui — murmurou ela, contornando a boca dele com o dedo. — Eu pensava ser mulher o suficiente para distraí-lo das suas pequenas preocupações...
Zac agarrou o dedo dela com a boca, começou a sugá-lo e presenciou o rosto de Vanessa corar de prazer.
— Você sabe do que você precisa, não sabe? — provocou ela.
— É claro que sei, minha bruxinha adorável...
— Uma outra criança... — Vanessa esperou que Zac processasse a informação. Observava o rosto lindo dele, o rosto que um dia foi tão misterioso, e que agora revelava amor em cada traço.
— Você não está...
— Eu estou. Eu fiz o teste nesta manhã e estava aguardando a melhor hora para contar.
— Um outro bambino.
— Ou bambina. — Vanessa riu, divertindo-se com a cara que ele fazia.
— Como a mama. — Ele sorriu, beijou-a na ponta do nariz e pela primeira vez se perguntou o que ele havia feito para alcançar uma felicidade tão perfeita como aquela...
Fim......
Olá meninas entao né esse e o Fim!!!
espero que tenham curtido a Historia..
Entao minha amadas amei os
comentarios uns mais lindos do que os outro..
Bem nem tenho muito pra falar Rs..
Então..
Espero que gostem do Fim!!!
Beijokas Amo vooce's ninas!!
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010
divulgaçao ♥ ●๋•Do meu Blog e da minha Best Bella ●๋•
Nome da historia:Um Anjo em Minha Vida Escritoras:Isabella e Joyce
Tema:Romance e drama
Personagens:Zac efron,Vanessa hudgens, Demi lovato, Selena gomez e Joe jonas.
Sinopse
....Hoje olho para o rosto do meu pai, frio, magoado e sem esperança.Nem pareçe mais o homem que sorria, matinha um brilho lindo no olhar.Mas faz tempo...Toda a alegria que continha naquele olhos,desapareçeram..junto com a mulher que ele um dia amou.Eu ainda era muito pequena,mais sei do sofrimento do meu pai.Junto com minha mãe,foi também toda a felicidade existente na alma dele.Mas eu ainda acredito que naquele homem frio e calculista existe uma pessoa cheia de amor e felicidade.
....Breve...
http://http//historiaszanessajoycebella.blogspot.com/p/capitulos.html
Tema:Romance e drama
Personagens:Zac efron,Vanessa hudgens, Demi lovato, Selena gomez e Joe jonas.
Sinopse
....Hoje olho para o rosto do meu pai, frio, magoado e sem esperança.Nem pareçe mais o homem que sorria, matinha um brilho lindo no olhar.Mas faz tempo...Toda a alegria que continha naquele olhos,desapareçeram..junto com a mulher que ele um dia amou.Eu ainda era muito pequena,mais sei do sofrimento do meu pai.Junto com minha mãe,foi também toda a felicidade existente na alma dele.Mas eu ainda acredito que naquele homem frio e calculista existe uma pessoa cheia de amor e felicidade.
....Breve...
http://http//historiaszanessajoycebella.blogspot.com/p/capitulos.html
Capitulo 31 ♥ Dedicado A ●๋•ღღzanessaღღ ●๋•
— Que diabos está acontecendo aqui?
Vanessa e Frankie foram um para cada lado, como amantes pegos em flagrante. Mais do que tudo apreensiva, ela não pôde deixar de sentir uma pontinha de alegria pela volta inesperada de Zac, apesar da expressão de ódio com que ele avançou em direção à bancada.
Frankie saltou do banco e com as mãos nos bolsos e cara de bravo. Vanessa reconheceu a reação. O ex-namorado nunca levantara uma mão para ela, mas já tinha se envolvido em inúmeras confusões de bar para que Vanessa soubesse quando ele se preparava para uma briga.
A consciência de que Frankie levaria a pior contra o homem enorme que o mirava raivoso levou Vanessa a se posicionar no meio dos dois.
— Nada está acontecendo aqui, Zac — disse Vanessa, tentando demonstrar frieza. Ela nunca o tinha visto assim. Nervoso a ponto de matar alguém.
— Você é o tal de Frankie, não é? Bem, se você quiser continuar inteiro, sugiro que você se mande agora da minha casa, antes que eu jogue o que sobrar de você pela janela.
— Tente, meu chapa. — A voz de Frankie soou menos confiante do que as suas palavras. — Eu estava de saída quando você chegou.
— Você o chamou aqui? — Os olhos claros e brilhantes de Zac focaram no rosto moreno de Vanessa. Ela balançou a cabeça positivamente. Frankie ainda dava uma impressão convincente de que não se deixaria enxotar por homem nenhum. — Saia daqui agora. E nem pense em voltar, porque você não vai ser convidado de novo. Não é, Vanessa?
Ela se pegou de novo acenando a cabeça, concordando com Zac. Frankie partiu, e Zac, do outro lado da sala, tinha os olhos inflamados fixos nela. Era vez de Vanessa cobrar explicações.
— Você tinha que agir como um marginal? — As palavras saíram de forma impulsiva da sua boca, e ele teve uma reação imediata. Em segundos, eles já estavam cara a cara.
— Ele devia agradecer por não lhe ter quebrado o pescoço! — esbravejou Zac. — No que diabos você estava pensando para chamar o seu ex-namorado aqui? Quando o gato vai embora os ratos saem para brincar?
Bombardeada com perguntas insultuosas, Vanessa, perplexa, permaneceu em silêncio. Terminada a munição, Zac desapareceu em direção ao quarto.
Ela o seguiu em passos acelerados e chegou ao quarto no momento em que ele com um movimento se livrava da camisa e se sentava na cama.
— Eu pensei que você não voltaria até quinta-feira — disse Vanessa, impressionada com os músculos dos ombros dele.
— Desculpe por desapontá-la, querida.
— Eu sei o que você está pensando, Zac.
— Eu sei o que vi. — Ele desafivelou o cinto.
— É por causa disso que não podemos nos casar!
— Por causa disso o quê? Por que você não seria capaz de se afastar do seu ex-amante?
— Porque você é um machista arrogante!
— Eu não considero arrogante esperar que você convide ex-amantes para o meu apartamento!
— Eu precisava conversar com alguém.
— Você pode conversar comigo! — urrou Zac. Cada palavra que deixava a sua boca era equivocada. Ele sabia disso, mas não conseguia se controlar.
Zac se dirigia para o banheiro, quando parou, virou-se para ela e voltou à carga:
— Fala! Você não quer falar? Fala!
— Não com você neste estado. — Vanessa gemeu baixinho e escondeu o rosto com as mãos, mas não a tempo de Zac perceber que ela chorava. Deixá-la sozinha agora seria o fim. Ele tinha consciência disso tanto quanto sabia que o fim da relação significaria o fim dele também. Sem alternativas, respirou fundo e se aproximou na expectativa de que ela o afastaria.
Em vez disso, Vanessa baixou a guarda, rendeu-se ao abraço e, com um suspiro de cansaço, escondeu a cabeça no peito nu de Zac. Ela pôde ouvir a emoção do coração dele e espalmou ali a mão para também senti-la.
— Eu não posso suportar a idéia de que você tenha qualquer coisa a ver com aquele homem. — Com os dedos entre os cabelos dela, Zac a apertava contra o seu peito.
— Você está com ciúme?
Zac forçou uma risada.
— Eu? Ciúme? De alguém como Frankie? Sim, estou.
O coração de Vanessa disparou. Quanto custaria para um homem como Zac admitir tal fraqueza? Fraqueza para ele, pois ela não via assim. Ela se livrou do abraço para poder olhá-lo nos olhos.
— O que você está tentando me dizer, Zac?
— Nada. — Ele virou o rosto, ruborizado de vergonha.
— Ah, tudo bem. Eu tive uma esperança... — Vanessa baixou a cabeça e sentou-se na cama.
— Esperança? De quê? — interrompeu Zac. — Você está dizendo... — insistiu, até que Vanessa o olhasse novamente.
— Eu não amo Frankie, caso você esteja com medo disso.
Zac deu um sorriso bobo. Olhava para ela, olhava para a parede.
— Claro que não ama — afirmou ele, tão metido que Vanessa achou graça.
— Isso não significa que aceite seu comportamento, embora... acho que entenda. Eu não deveria tê-lo convidado. Foi um ato estúpido.
— Ele não deveria ter vindo. — Ela não amava Frankie. Ele sentia-se como uma criança em uma loja de brinquedos. — Eu suponho que ele tenha ficado sentido quando você falou sobre o nosso filho.
— Pelo contrário. Ele também vai ser pai. — Vanessa deitou-se na cama, com o olhar perdido no teto e a cabeça apoiada nas mãos. — Ele estava tendo uma outra relação nos últimos meses que passamos juntos.
— Que canalha! — Como um homem em sã consciência pode ter uma amante quando recebe a bênção de morar com uma mulher fabulosa como aquela?
Agora Zac sentava na cama.
— E você ficou brava?
— Brava? Por que ele me traía? Eu gostaria que ele tivesse tido a coragem de me contar na ocasião, mas não fiquei brava.
— Você tem certeza?
Vanessa se encostou nos travesseiros na cabeceira da cama, encolheu as pernas e o olhou com um sorriso.
Ela não agüentava mais aquele jogo. Poderia afugentá-lo, mas assumiria seus sentimentos em relação a ele, pois agora sabia que Zac sentia mais do que desejo. Ele gostava dela. Do contrário, jamais admitiria o ciúme. E gostar poderia evoluir para amar, não é?
— Tem uma coisa que quero dizer para você. — Vanessa tinha a voz trêmula. Zac estava concentrado, pronto para ouvi-la.
— O quê? — sussurrou Zac.
— Quando a gente se conheceu... Quando você me abordou pela primeira vez... Não... Eu não estou dizendo o que quero dizer...
— Você não precisa dizer nada — disse Zac. — Apenas... Apenas case-se comigo. Depois, a gente conversa. — Rebaixar-se a esse nível. Que tipo de homem era ele? Ele deveria exigir o casamento, e não implorar daquele jeito.
— Está certo.
O silêncio assemelhava-se a uma corrente elétrica em volta deles. Antes que Zac pudesse quebrá-lo, Vanessa levantou a mão. Ela respirou fundo.
— Não porque você acha que não tenho outra alternativa. Eu tenho. Nós poderíamos ter uma criança, sem nos casarmos. Eu vou me casar com você por que...
— Por que...
— Porque em qualquer casamento, não importa o que você diga, tem de haver amor, e o amo. Em algum momento, você derrubou as minhas barreiras, e me apaixonei. Eu tenho por você amor suficiente que dê para nós dois, e, se vier a me decepcionar, tudo bem. Eu apenas não posso mais continuar lutando contra isso. — Ela enfim dissera. Fechou os olhos, suspirou e jogou a cabeça para trás.
Continua...
Oiie meninas tentei posta o mais
rapido possivel, entao espero que goste,
depois desse cap. vem mais um
que e o FIM!!!.
Bia morais, que bom que
vooce gosto fiko
feliz cap. 30 e seu....
Zanessa, esse cap. e dedicado a
VOOCE espero que goste!!!!
e respondendo a sua pergunta..
ele ama ela incondicionalmente !!!
Meus Amores espero
Que Vooce's Tenham Gostado do Cap.♥
COMENTEM!
Vanessa e Frankie foram um para cada lado, como amantes pegos em flagrante. Mais do que tudo apreensiva, ela não pôde deixar de sentir uma pontinha de alegria pela volta inesperada de Zac, apesar da expressão de ódio com que ele avançou em direção à bancada.
Frankie saltou do banco e com as mãos nos bolsos e cara de bravo. Vanessa reconheceu a reação. O ex-namorado nunca levantara uma mão para ela, mas já tinha se envolvido em inúmeras confusões de bar para que Vanessa soubesse quando ele se preparava para uma briga.
A consciência de que Frankie levaria a pior contra o homem enorme que o mirava raivoso levou Vanessa a se posicionar no meio dos dois.
— Nada está acontecendo aqui, Zac — disse Vanessa, tentando demonstrar frieza. Ela nunca o tinha visto assim. Nervoso a ponto de matar alguém.
— Você é o tal de Frankie, não é? Bem, se você quiser continuar inteiro, sugiro que você se mande agora da minha casa, antes que eu jogue o que sobrar de você pela janela.
— Tente, meu chapa. — A voz de Frankie soou menos confiante do que as suas palavras. — Eu estava de saída quando você chegou.
— Você o chamou aqui? — Os olhos claros e brilhantes de Zac focaram no rosto moreno de Vanessa. Ela balançou a cabeça positivamente. Frankie ainda dava uma impressão convincente de que não se deixaria enxotar por homem nenhum. — Saia daqui agora. E nem pense em voltar, porque você não vai ser convidado de novo. Não é, Vanessa?
Ela se pegou de novo acenando a cabeça, concordando com Zac. Frankie partiu, e Zac, do outro lado da sala, tinha os olhos inflamados fixos nela. Era vez de Vanessa cobrar explicações.
— Você tinha que agir como um marginal? — As palavras saíram de forma impulsiva da sua boca, e ele teve uma reação imediata. Em segundos, eles já estavam cara a cara.
— Ele devia agradecer por não lhe ter quebrado o pescoço! — esbravejou Zac. — No que diabos você estava pensando para chamar o seu ex-namorado aqui? Quando o gato vai embora os ratos saem para brincar?
Bombardeada com perguntas insultuosas, Vanessa, perplexa, permaneceu em silêncio. Terminada a munição, Zac desapareceu em direção ao quarto.
Ela o seguiu em passos acelerados e chegou ao quarto no momento em que ele com um movimento se livrava da camisa e se sentava na cama.
— Eu pensei que você não voltaria até quinta-feira — disse Vanessa, impressionada com os músculos dos ombros dele.
— Desculpe por desapontá-la, querida.
— Eu sei o que você está pensando, Zac.
— Eu sei o que vi. — Ele desafivelou o cinto.
— É por causa disso que não podemos nos casar!
— Por causa disso o quê? Por que você não seria capaz de se afastar do seu ex-amante?
— Porque você é um machista arrogante!
— Eu não considero arrogante esperar que você convide ex-amantes para o meu apartamento!
— Eu precisava conversar com alguém.
— Você pode conversar comigo! — urrou Zac. Cada palavra que deixava a sua boca era equivocada. Ele sabia disso, mas não conseguia se controlar.
Zac se dirigia para o banheiro, quando parou, virou-se para ela e voltou à carga:
— Fala! Você não quer falar? Fala!
— Não com você neste estado. — Vanessa gemeu baixinho e escondeu o rosto com as mãos, mas não a tempo de Zac perceber que ela chorava. Deixá-la sozinha agora seria o fim. Ele tinha consciência disso tanto quanto sabia que o fim da relação significaria o fim dele também. Sem alternativas, respirou fundo e se aproximou na expectativa de que ela o afastaria.
Em vez disso, Vanessa baixou a guarda, rendeu-se ao abraço e, com um suspiro de cansaço, escondeu a cabeça no peito nu de Zac. Ela pôde ouvir a emoção do coração dele e espalmou ali a mão para também senti-la.
— Eu não posso suportar a idéia de que você tenha qualquer coisa a ver com aquele homem. — Com os dedos entre os cabelos dela, Zac a apertava contra o seu peito.
— Você está com ciúme?
Zac forçou uma risada.
— Eu? Ciúme? De alguém como Frankie? Sim, estou.
O coração de Vanessa disparou. Quanto custaria para um homem como Zac admitir tal fraqueza? Fraqueza para ele, pois ela não via assim. Ela se livrou do abraço para poder olhá-lo nos olhos.
— O que você está tentando me dizer, Zac?
— Nada. — Ele virou o rosto, ruborizado de vergonha.
— Ah, tudo bem. Eu tive uma esperança... — Vanessa baixou a cabeça e sentou-se na cama.
— Esperança? De quê? — interrompeu Zac. — Você está dizendo... — insistiu, até que Vanessa o olhasse novamente.
— Eu não amo Frankie, caso você esteja com medo disso.
Zac deu um sorriso bobo. Olhava para ela, olhava para a parede.
— Claro que não ama — afirmou ele, tão metido que Vanessa achou graça.
— Isso não significa que aceite seu comportamento, embora... acho que entenda. Eu não deveria tê-lo convidado. Foi um ato estúpido.
— Ele não deveria ter vindo. — Ela não amava Frankie. Ele sentia-se como uma criança em uma loja de brinquedos. — Eu suponho que ele tenha ficado sentido quando você falou sobre o nosso filho.
— Pelo contrário. Ele também vai ser pai. — Vanessa deitou-se na cama, com o olhar perdido no teto e a cabeça apoiada nas mãos. — Ele estava tendo uma outra relação nos últimos meses que passamos juntos.
— Que canalha! — Como um homem em sã consciência pode ter uma amante quando recebe a bênção de morar com uma mulher fabulosa como aquela?
Agora Zac sentava na cama.
— E você ficou brava?
— Brava? Por que ele me traía? Eu gostaria que ele tivesse tido a coragem de me contar na ocasião, mas não fiquei brava.
— Você tem certeza?
Vanessa se encostou nos travesseiros na cabeceira da cama, encolheu as pernas e o olhou com um sorriso.
Ela não agüentava mais aquele jogo. Poderia afugentá-lo, mas assumiria seus sentimentos em relação a ele, pois agora sabia que Zac sentia mais do que desejo. Ele gostava dela. Do contrário, jamais admitiria o ciúme. E gostar poderia evoluir para amar, não é?
— Tem uma coisa que quero dizer para você. — Vanessa tinha a voz trêmula. Zac estava concentrado, pronto para ouvi-la.
— O quê? — sussurrou Zac.
— Quando a gente se conheceu... Quando você me abordou pela primeira vez... Não... Eu não estou dizendo o que quero dizer...
— Você não precisa dizer nada — disse Zac. — Apenas... Apenas case-se comigo. Depois, a gente conversa. — Rebaixar-se a esse nível. Que tipo de homem era ele? Ele deveria exigir o casamento, e não implorar daquele jeito.
— Está certo.
O silêncio assemelhava-se a uma corrente elétrica em volta deles. Antes que Zac pudesse quebrá-lo, Vanessa levantou a mão. Ela respirou fundo.
— Não porque você acha que não tenho outra alternativa. Eu tenho. Nós poderíamos ter uma criança, sem nos casarmos. Eu vou me casar com você por que...
— Por que...
— Porque em qualquer casamento, não importa o que você diga, tem de haver amor, e o amo. Em algum momento, você derrubou as minhas barreiras, e me apaixonei. Eu tenho por você amor suficiente que dê para nós dois, e, se vier a me decepcionar, tudo bem. Eu apenas não posso mais continuar lutando contra isso. — Ela enfim dissera. Fechou os olhos, suspirou e jogou a cabeça para trás.
Continua...
Oiie meninas tentei posta o mais
rapido possivel, entao espero que goste,
depois desse cap. vem mais um
que e o FIM!!!.
Bia morais, que bom que
vooce gosto fiko
feliz cap. 30 e seu....
Zanessa, esse cap. e dedicado a
VOOCE espero que goste!!!!
e respondendo a sua pergunta..
ele ama ela incondicionalmente !!!
Meus Amores espero
Que Vooce's Tenham Gostado do Cap.♥
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sábado, 20 de novembro de 2010
Capitulo 30 ♥ Dedicado A ●๋• Bia Morais ●๋•
Vanessa não embarcou em mais um bate-boca infrutífero com ele. Por agora, ela iria para o apartamento dele e se asseguraria que dormiria no quarto de hóspedes. Amanhã, lhe diria o que tinha para dizer, imporia os seus limites, afirmaria as suas vontades, caso contrário, acabaria fazendo exatamente o que ele queria. Este era o seu maior temor. Seria conduzida a isso não por crer que o casamento era a única ou a melhor opção, mas porque a idéia de passar o resto da vida com o homem que a amava era perigosamente sedutora.
A descoberta das manobras de Zac em relação ao emprego havia feito Vanessa parar para pensar, e ela sabia que ou se agarrava ao que aprendera com o episódio, ou os riscos agora seriam maiores.
Somente ao deitar-se sozinha na cama, uma hora mais tarde, Vanessa começou a sentir a pressão.
Ela conseguiu o que exigira, a solidão da cama do quarto de hóspedes, mas isto estava longe de ter um sabor de vitória. Zac cedeu à menor das reivindicações dela. E ainda assim, por quanto tempo? Ele não retornara ao tema casamento, mas Vanessa não duvidava que na manhã seguinte a ofensiva seria retomada. Pelo menos, ele não tentara tocá-la, pois ela como sempre teria sucumbido aos seus braços.
A angústia lhe tirou boa parte do sono e aumentou quando, durante o resto do fim de semana, o assunto alianças, casamento e papelada não voltou à baila.
Eles passaram o sábado fazendo compras. Não em joalherias, mas em lojas de roupas femininas. Ela precisaria de trajes para gestantes, ele a assegurou. A dedicação dele até a sensibilizaria, se Vanessa não estivesse tão ocupada em se proteger da perigosa rede com a qual Zac ameaçava envolvê-la.
Ele insistia em levá-la ao setor de alimentação da Harrods, determinado a checar se ela já poderia ter desejos de grávida. Vanessa, relutante, acabou achando graça no esforço dele.
Toda a preocupação de Zac não era fingimento. Após o choque inicial, ele se surpreendia por se adaptar de maneira tão fácil à idéia de inserir uma criança em sua vida. Uma criança e uma esposa. Porque Vanessa seria dele. No entanto, concluíra que forçar a situação como fizera no apartamento dela não serviria a nenhum propósito.
Vanessa era obstinada, e o erro dele foi pensar que ela docemente ouviria os seus argumentos e aceitaria a sua proposta. Equivocou-se pelo desespero em tê-la.
Para alguém que cresceu em uma realidade dura, que batalhou para vencer todas as adversidades, Vanessa nutria uma visão romântica de amor e casamento. E essa visão não o incluía. Não ainda.
Zac passaria a maior parte da semana seguinte fora do país. O fato aliviou e ao mesmo tempo desapontou Vanessa. Aliviou-se porque disporia de um tempo só para si para decidir como lidar com o presente impasse. Desapontou-se porque, gostasse ela disso ou não, sentiria saudade dele.
— Eu quero voltar na quinta-feira e encontrá-la aqui... — disse Zac. Ficou claro o tom de alerta dele ao se despedir na segunda-feira pela manhã.
— Certamente, não vou voltar para o meu apartamento, já que você disse ao senhorio que ele não veria mais a cor do meu dinheiro e o ameaçou, insinuando que colocaria fiscais atrás do pobre homem, se ele não melhorasse o estado do edifício. — Vestida também para o trabalho, Vanessa lutava contra o violento impulso de aproximar-se de Zac e beijar aqueles lábios que insistiram em ficar longe dela durante todo o fim de semana.
Zac deve ter lido os pensamentos de Vanessa, porque ele deu um beijo delicado, beijo que evoluiu para um explosivo, faminto.
Com as pernas bambas, Vanessa se agarrou à lapela do paletó de Zac, puxando-o ao encontro dela, para sentir a língua dele invadir cada centímetro possível da sua boca.
Vanessa tremia como uma folha de árvore quando, finalmente, eles se desgrudaram. Ela podia admitir ou não, mas o seu corpo se recordava do dele e o desejava de volta.
Vanessa afastou-se, e Zac ficou muito tentado a segurá-la, antes que ela tivesse tempo para recuar. Entretanto, Zac decidira dar um tempo. Na quinta-feira, ele voltaria e daria um basta nas hesitações dela. Vanessa o desejava tanto quanto ele. Com o beijo, não restava dúvidas. É verdade que ela deixara claro que não o amava, mas, por carregar o filho dele, se casaria, sim.
Ele não mais permitiria que Vanessa passasse as noites no quarto de hóspedes. Até quando iria aquela novela? Daria para ela todo o tempo do mundo para se adaptar à novidade, assumiria um papel de pai coadjuvante e depois veria chegar o dia em que Vanessa arrumaria as malas para seguir com a vida que ele lhe permitira levar? Não. Casamento, cama de casal e uma vida a dois. Tudo poderia ser ajustado, uma vez que esses três pilares estivessem plantados.
Zac há semanas não sentia a satisfação que exibia ao sair para o trabalho. Vanessa, que fechou a porta após a partida dele, não estava nada satisfeita. Pelo contrário, deixava-a furiosa o modo como ele, educadamente, sem remorsos ou maiores reflexões, baixava leis para as quais esperava completa obediência. Não podia continuar morando com Zac, porque ele acabaria passando um rolo compressor por cima dela. O amor de novo a faria de idiota.
Pela primeira vez desde que começou no emprego, Vanessa se pegou distraída no trabalho. Era muito tarde para fugir? Zac a encontraria aonde fosse, e a raiva dele não teria limites. De qualquer modo, ele era o pai do seu bebê, e ela nunca poderia fugir daquela obrigação moral com o filho. Mas deixaria o apartamento dele. Zac só voltará na quinta. Tempo mais do que suficiente para empacotar as suas coisas e ir embora. Não tinha como voltar para o apartamento em Wimbledon. Também não para o que Zac lhe arrumara, pois dali ele a tiraria facilmente. Só restou um lugar. A casa de Frankie.
Às 18h30, de banho tomado, trocada e com o pequeno telefone celular na mão, Vanessa, mesmo sentindo-se culpada, ligou para Frankie. No momento em que ouviu a voz do ex-namorado do outro lado da linha, ela se convencera de que a última coisa que poderia fazer era voltar para a casa dele. Aquela casa, Frankie e tudo que eles compartilharam pertenciam agora a um outro mundo. Desde então, ela dera passos gigantescos, para o bem ou para o mal, e não tinha como voltar atrás.
Contudo, foi maravilhoso ouvir a voz de Frankie, especialmente por ela sentir-se tão frágil. Num impulso, ela o convidou para uma visita, decidida a contá-lo sobre a gravidez. Ele não seria capaz de dizê-la o que fazer. Não tentaria suavizar a situação incômoda. Frankie era acima de tudo uma pessoa prática em lidar com a vida. Sentia-se infeliz e então mergulhara na bebida. Eles não se entendiam mais, e ele então terminara tudo. As soluções do ex-namorado não eram as mais recomendáveis, mas a franqueza dele, a falta de papas na língua, a animaria.
Quando, quarenta minutos depois, Frankie chegou, Vanessa parecia ver um estranho. Ele era mais baixo do que ela lembrava, e o rosto bonito que fizera o coração da menina de 16 anos acelerar não podia ser comparado à beleza agressiva de Zac.
Vanessa piscou, sorriu e se encheu de afeto ao vê-lo. Hesitante, ele estendeu um buquê de flores para ela.
— Você parece ótima, Nessa. — Frankie sorriu e olhou em volta o apartamento luxuoso de Zac. — Este estilo fino de vida combina com você. Eu trouxe isto. — Ele entregou as flores para ela e, admirado, deu uma nova espiada no ambiente, enquanto ela pegava uma cerveja para servi-lo.
— Nada de álcool, querida.
— Você parou de beber!
Frankie a seguiu até a cozinha, pendurando a jaqueta jeans em uma das cadeiras no caminho.
— Tive que parar. Não poderia arrumar um emprego de outra maneira, depois que você fugiu e deixou todas as contas para pagar.
Vanessa virou-se para Frankie e deu de cara com ele sorrindo.
— É, é isso mesmo. Consegui um emprego, você acredita? O velho Bill do bar da esquina arrumou um trabalho para mim com um dos seus fornecedores, e agora não bebo mais, Nessa, eu vendo bebida. — Frankie sentara-se em um dos bancos altos em cromo junto à bancada. — Agora, só bebo nos fins de semana.
— Nada de álcool, um emprego... Você se importa de perguntar por que isso nunca passou pela sua cabeça quando eu ainda estava por perto? — Vanessa se sentiu muito feliz por tê-lo procurado e também culpada por não ter feito isso há mais tempo. Na verdade, isso nem havia passado pela cabeça dela. Zac se apossou dos seus pensamentos, da sua vida, e não havia restado nada para mais ninguém.
Ela preparou um café, sentou-se diante dele na bancada e abriu o coração. Escancarou. Contou tudo. Ela precisava desabafar com alguém e, por mais incrível que pareça, depois de todo o tempo em que eles ficaram sem diálogo, Frankie era a pessoa que a ouvia, fazendo os gestos e ruídos de quem acolhia e compreendia.
— E então? O que devo fazer? — indagou Vanessa, dando-se conta que terminara a xícara de café e que precisava esticar as pernas. Ela levantou-se, pegou a garrafa de água na geladeira e olhou para Frankie, ansiosa.
— Case com o bacana. Eu não vejo problemas, mas você sempre foi muito obstinada, Vanessa. Você mete uma coisa na cabeça e não consegue tirar.
— Eu devo ir embora. Eu sei que devo, Frankie.
— Por quê? Para onde você vai? Nessa deu de ombros e suspirou.
— Seja realista, Nessa, um homem como esse não vai deixar você viver num buraco enquanto tiver o bebê dele na barriga. O cara vai cuidar do que é dele!
— Este é o problema, Frankie. Ele não pode me comprar, e ele não me ama. Eu preciso sair dessa.
— Não, você não precisa. — Frankie deu um suspiro. — Você se lembra quando a gente era criança, Vanessa? A gente ficava na rua como pequenos mendigos, sem modos, uniformes escolares usados. Por que escolher isso para o seu filho, quando você pode ter o melhor?
— Não exagera. Além disso, consegui um emprego...
— Por quanto tempo? — Frankie a encarou, pensativo, e depois baixou os olhos numa rara demonstração de constrangimento. — Você não pode bancar ainda uma casa decente pelo que você me disse. E, Nessa, eu adoraria ajudar, mas tenho um probleminha...
— Eu não estou pedindo sua ajuda. — Mas ele despertou a curiosidade dela. — Probleminha...?
— O seu grã-fino não é o único cara que vai ser papai. — A expressão no rosto de Frankie era de culpa e felicidade. — Na verdade, Nessa, eu estava saindo com uma garota antes de a gente terminar. Ela se chama Shannon. Eu me odiei por tê-la traído, sei que não fui sincero com você, mas não podia simplesmente pedir a você que fosse embora. Perdão, Nessa. — Frankie soltou a respiração. — Ela está morando comigo, e acho que ela não vai gostar se eu oferecer um quarto para a minha ex.
A mente de Vanessa reagiu com surpresa, indignação e alegria. A alegria sobressaiu, e ela sem pensar o abraçou, mais certa do que nunca de que o tipo de afeto que eles por tanto tempo dividiram não existia mais.
E os braços de Frankie responderam ao gesto dela no exato instante em que uma chave abriu a fechadura da porta da frente, e Zac entrou no apartamento.
Continua..
Olá Amores, tha ai mais um Cap.
desculpa novamente a demora,
vó tentar postar outro amanhã.
Vllw, Vllw !!!
Bella, Miga saldades, akkkk
Mais um Cap. seu hehehehe
Gosto, gosto !!!
Bia Morais, esse Cap. e seu nina
espero que goste !!!
Meninas Que ainda Nao tem seu Cap.
Ddedica AQUI fala ai Pra eu dedicar
Beijokas!!!
Meus Amores espero
Que Vooce's Tenham Gostado do Cap.♥
COMENTEM!
A descoberta das manobras de Zac em relação ao emprego havia feito Vanessa parar para pensar, e ela sabia que ou se agarrava ao que aprendera com o episódio, ou os riscos agora seriam maiores.
Somente ao deitar-se sozinha na cama, uma hora mais tarde, Vanessa começou a sentir a pressão.
Ela conseguiu o que exigira, a solidão da cama do quarto de hóspedes, mas isto estava longe de ter um sabor de vitória. Zac cedeu à menor das reivindicações dela. E ainda assim, por quanto tempo? Ele não retornara ao tema casamento, mas Vanessa não duvidava que na manhã seguinte a ofensiva seria retomada. Pelo menos, ele não tentara tocá-la, pois ela como sempre teria sucumbido aos seus braços.
A angústia lhe tirou boa parte do sono e aumentou quando, durante o resto do fim de semana, o assunto alianças, casamento e papelada não voltou à baila.
Eles passaram o sábado fazendo compras. Não em joalherias, mas em lojas de roupas femininas. Ela precisaria de trajes para gestantes, ele a assegurou. A dedicação dele até a sensibilizaria, se Vanessa não estivesse tão ocupada em se proteger da perigosa rede com a qual Zac ameaçava envolvê-la.
Ele insistia em levá-la ao setor de alimentação da Harrods, determinado a checar se ela já poderia ter desejos de grávida. Vanessa, relutante, acabou achando graça no esforço dele.
Toda a preocupação de Zac não era fingimento. Após o choque inicial, ele se surpreendia por se adaptar de maneira tão fácil à idéia de inserir uma criança em sua vida. Uma criança e uma esposa. Porque Vanessa seria dele. No entanto, concluíra que forçar a situação como fizera no apartamento dela não serviria a nenhum propósito.
Vanessa era obstinada, e o erro dele foi pensar que ela docemente ouviria os seus argumentos e aceitaria a sua proposta. Equivocou-se pelo desespero em tê-la.
Para alguém que cresceu em uma realidade dura, que batalhou para vencer todas as adversidades, Vanessa nutria uma visão romântica de amor e casamento. E essa visão não o incluía. Não ainda.
Zac passaria a maior parte da semana seguinte fora do país. O fato aliviou e ao mesmo tempo desapontou Vanessa. Aliviou-se porque disporia de um tempo só para si para decidir como lidar com o presente impasse. Desapontou-se porque, gostasse ela disso ou não, sentiria saudade dele.
— Eu quero voltar na quinta-feira e encontrá-la aqui... — disse Zac. Ficou claro o tom de alerta dele ao se despedir na segunda-feira pela manhã.
— Certamente, não vou voltar para o meu apartamento, já que você disse ao senhorio que ele não veria mais a cor do meu dinheiro e o ameaçou, insinuando que colocaria fiscais atrás do pobre homem, se ele não melhorasse o estado do edifício. — Vestida também para o trabalho, Vanessa lutava contra o violento impulso de aproximar-se de Zac e beijar aqueles lábios que insistiram em ficar longe dela durante todo o fim de semana.
Zac deve ter lido os pensamentos de Vanessa, porque ele deu um beijo delicado, beijo que evoluiu para um explosivo, faminto.
Com as pernas bambas, Vanessa se agarrou à lapela do paletó de Zac, puxando-o ao encontro dela, para sentir a língua dele invadir cada centímetro possível da sua boca.
Vanessa tremia como uma folha de árvore quando, finalmente, eles se desgrudaram. Ela podia admitir ou não, mas o seu corpo se recordava do dele e o desejava de volta.
Vanessa afastou-se, e Zac ficou muito tentado a segurá-la, antes que ela tivesse tempo para recuar. Entretanto, Zac decidira dar um tempo. Na quinta-feira, ele voltaria e daria um basta nas hesitações dela. Vanessa o desejava tanto quanto ele. Com o beijo, não restava dúvidas. É verdade que ela deixara claro que não o amava, mas, por carregar o filho dele, se casaria, sim.
Ele não mais permitiria que Vanessa passasse as noites no quarto de hóspedes. Até quando iria aquela novela? Daria para ela todo o tempo do mundo para se adaptar à novidade, assumiria um papel de pai coadjuvante e depois veria chegar o dia em que Vanessa arrumaria as malas para seguir com a vida que ele lhe permitira levar? Não. Casamento, cama de casal e uma vida a dois. Tudo poderia ser ajustado, uma vez que esses três pilares estivessem plantados.
Zac há semanas não sentia a satisfação que exibia ao sair para o trabalho. Vanessa, que fechou a porta após a partida dele, não estava nada satisfeita. Pelo contrário, deixava-a furiosa o modo como ele, educadamente, sem remorsos ou maiores reflexões, baixava leis para as quais esperava completa obediência. Não podia continuar morando com Zac, porque ele acabaria passando um rolo compressor por cima dela. O amor de novo a faria de idiota.
Pela primeira vez desde que começou no emprego, Vanessa se pegou distraída no trabalho. Era muito tarde para fugir? Zac a encontraria aonde fosse, e a raiva dele não teria limites. De qualquer modo, ele era o pai do seu bebê, e ela nunca poderia fugir daquela obrigação moral com o filho. Mas deixaria o apartamento dele. Zac só voltará na quinta. Tempo mais do que suficiente para empacotar as suas coisas e ir embora. Não tinha como voltar para o apartamento em Wimbledon. Também não para o que Zac lhe arrumara, pois dali ele a tiraria facilmente. Só restou um lugar. A casa de Frankie.
Às 18h30, de banho tomado, trocada e com o pequeno telefone celular na mão, Vanessa, mesmo sentindo-se culpada, ligou para Frankie. No momento em que ouviu a voz do ex-namorado do outro lado da linha, ela se convencera de que a última coisa que poderia fazer era voltar para a casa dele. Aquela casa, Frankie e tudo que eles compartilharam pertenciam agora a um outro mundo. Desde então, ela dera passos gigantescos, para o bem ou para o mal, e não tinha como voltar atrás.
Contudo, foi maravilhoso ouvir a voz de Frankie, especialmente por ela sentir-se tão frágil. Num impulso, ela o convidou para uma visita, decidida a contá-lo sobre a gravidez. Ele não seria capaz de dizê-la o que fazer. Não tentaria suavizar a situação incômoda. Frankie era acima de tudo uma pessoa prática em lidar com a vida. Sentia-se infeliz e então mergulhara na bebida. Eles não se entendiam mais, e ele então terminara tudo. As soluções do ex-namorado não eram as mais recomendáveis, mas a franqueza dele, a falta de papas na língua, a animaria.
Quando, quarenta minutos depois, Frankie chegou, Vanessa parecia ver um estranho. Ele era mais baixo do que ela lembrava, e o rosto bonito que fizera o coração da menina de 16 anos acelerar não podia ser comparado à beleza agressiva de Zac.
Vanessa piscou, sorriu e se encheu de afeto ao vê-lo. Hesitante, ele estendeu um buquê de flores para ela.
— Você parece ótima, Nessa. — Frankie sorriu e olhou em volta o apartamento luxuoso de Zac. — Este estilo fino de vida combina com você. Eu trouxe isto. — Ele entregou as flores para ela e, admirado, deu uma nova espiada no ambiente, enquanto ela pegava uma cerveja para servi-lo.
— Nada de álcool, querida.
— Você parou de beber!
Frankie a seguiu até a cozinha, pendurando a jaqueta jeans em uma das cadeiras no caminho.
— Tive que parar. Não poderia arrumar um emprego de outra maneira, depois que você fugiu e deixou todas as contas para pagar.
Vanessa virou-se para Frankie e deu de cara com ele sorrindo.
— É, é isso mesmo. Consegui um emprego, você acredita? O velho Bill do bar da esquina arrumou um trabalho para mim com um dos seus fornecedores, e agora não bebo mais, Nessa, eu vendo bebida. — Frankie sentara-se em um dos bancos altos em cromo junto à bancada. — Agora, só bebo nos fins de semana.
— Nada de álcool, um emprego... Você se importa de perguntar por que isso nunca passou pela sua cabeça quando eu ainda estava por perto? — Vanessa se sentiu muito feliz por tê-lo procurado e também culpada por não ter feito isso há mais tempo. Na verdade, isso nem havia passado pela cabeça dela. Zac se apossou dos seus pensamentos, da sua vida, e não havia restado nada para mais ninguém.
Ela preparou um café, sentou-se diante dele na bancada e abriu o coração. Escancarou. Contou tudo. Ela precisava desabafar com alguém e, por mais incrível que pareça, depois de todo o tempo em que eles ficaram sem diálogo, Frankie era a pessoa que a ouvia, fazendo os gestos e ruídos de quem acolhia e compreendia.
— E então? O que devo fazer? — indagou Vanessa, dando-se conta que terminara a xícara de café e que precisava esticar as pernas. Ela levantou-se, pegou a garrafa de água na geladeira e olhou para Frankie, ansiosa.
— Case com o bacana. Eu não vejo problemas, mas você sempre foi muito obstinada, Vanessa. Você mete uma coisa na cabeça e não consegue tirar.
— Eu devo ir embora. Eu sei que devo, Frankie.
— Por quê? Para onde você vai? Nessa deu de ombros e suspirou.
— Seja realista, Nessa, um homem como esse não vai deixar você viver num buraco enquanto tiver o bebê dele na barriga. O cara vai cuidar do que é dele!
— Este é o problema, Frankie. Ele não pode me comprar, e ele não me ama. Eu preciso sair dessa.
— Não, você não precisa. — Frankie deu um suspiro. — Você se lembra quando a gente era criança, Vanessa? A gente ficava na rua como pequenos mendigos, sem modos, uniformes escolares usados. Por que escolher isso para o seu filho, quando você pode ter o melhor?
— Não exagera. Além disso, consegui um emprego...
— Por quanto tempo? — Frankie a encarou, pensativo, e depois baixou os olhos numa rara demonstração de constrangimento. — Você não pode bancar ainda uma casa decente pelo que você me disse. E, Nessa, eu adoraria ajudar, mas tenho um probleminha...
— Eu não estou pedindo sua ajuda. — Mas ele despertou a curiosidade dela. — Probleminha...?
— O seu grã-fino não é o único cara que vai ser papai. — A expressão no rosto de Frankie era de culpa e felicidade. — Na verdade, Nessa, eu estava saindo com uma garota antes de a gente terminar. Ela se chama Shannon. Eu me odiei por tê-la traído, sei que não fui sincero com você, mas não podia simplesmente pedir a você que fosse embora. Perdão, Nessa. — Frankie soltou a respiração. — Ela está morando comigo, e acho que ela não vai gostar se eu oferecer um quarto para a minha ex.
A mente de Vanessa reagiu com surpresa, indignação e alegria. A alegria sobressaiu, e ela sem pensar o abraçou, mais certa do que nunca de que o tipo de afeto que eles por tanto tempo dividiram não existia mais.
E os braços de Frankie responderam ao gesto dela no exato instante em que uma chave abriu a fechadura da porta da frente, e Zac entrou no apartamento.
Continua..
Olá Amores, tha ai mais um Cap.
desculpa novamente a demora,
vó tentar postar outro amanhã.
Vllw, Vllw !!!
Bella, Miga saldades, akkkk
Mais um Cap. seu hehehehe
Gosto, gosto !!!
Bia Morais, esse Cap. e seu nina
espero que goste !!!
Meninas Que ainda Nao tem seu Cap.
Ddedica AQUI fala ai Pra eu dedicar
Beijokas!!!
Meus Amores espero
Que Vooce's Tenham Gostado do Cap.♥
COMENTEM!
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Capitulo 29 ♥Dedicado A ●๋• Bella ●๋•
— Pensando no que teria acontecido se não tivesse me contado. Cedo ou tarde, eu descobriria, e você iria desejar não ter nascido.
— Se é assim que pretende me convencer a casar...
— Pense a respeito, Nessa. Como acha que eu reagiria? Como qualquer homem normal reagiria?
— Um monte dos chamados homens normais respiraria aliviado por não ter recebido o fardo de criar uma criança vinda do nada!
— Não há sentido em ficar discutindo isso até a eternidade. Quando você pretende contar para os seus pais?
— Logo — disse Vanessa, incomodada.
— E o que você acha que eles vão dizer de você morando aqui sozinha e grávida?
Não muito, Vanessa especulou, com a pior das sensações. Certamente não aplaudirão de alegria. Mais provável que mostrassem a sua decepção pelo silêncio.
— E o que eles vão dizer quando descobrirem que o pai da criança propôs casamento e você recusou?
O quadro se tornaria ainda mais desastroso.
— E como eles descobririam isso?
— Eu contaria, naturalmente.
— Isso é chantagem emocional!
Zac absteve-se de informá-la que faria isso e muito mais para recolocá-la de volta na vida dele, o lugar ao qual Vanessa pertencia. Nem mesmo o seu orgulho, que o alfinetava a cada vez que ele imaginava Vanessa o afastando com um aceno após o sexo, era capaz de demovê-lo do desejo, da necessidade de tê-la de volta.
— Claro — continuou Zac, sem hesitar, sem alterar o tom de voz, como uma escavadeira a forçar o solo firme. — E isso não vai ser nada comparado ao que o nosso filho vai sentir daqui a alguns anos, quando ele ou ela entender que uma vida em família havia sido possível, mas que a mãe teimosa...
Vanessa ficou de queixo caído diante dos artifícios de Zac.
— Você não seria capaz — disse Vanessa, quase sem voz.
— Eu seria, sim. Agora, vamos logo com isso.
Antes que Vanessa pudesse se mover, Zac já estava junto à cômoda, gavetas abertas, colocando as roupas sobre a cama. Para ser mais preciso, em cima dela.
O branco na cabeça de Vanessa se desfez, e ela começou a recolher as próprias roupas amontoadas, ao mesmo tempo que exigia dele explicações.
Zac parou por um instante e olhou firme para Vanessa.
— Vamos tirar você daqui, obviamente. Você vai vir comigo.
— Coloque essas roupas de volta nas gavetas! Agora!
_ Você vai acordar os vizinhos se continuar gritando desse jeito. Onde estão as suas malas? — Zac não lhe dera tempo para responder. Checou embaixo do sofá, o único lugar em que elas poderiam estar, e, decidido, puxou-as e começou a forrá-las com as roupas. — O resto vai ter que esperar até amanhã. Eu venho com George buscar o que sobrou. Como você mudou para cá, por falar nisso? Quem ajudou-a?
— Você não pode fazer isso! Eu não vou me casar com você, Zac Efron!
— Não me diga que ficou trazendo as coisas por etapas, por conta própria, no seu estado.
— No meu estado? Eu estou grávida, não estou doente!
— Bem, enquanto estiver comigo, você não vai ficar carregando nada pra lá e pra cá. Você precisa se poupar. — Zac alongou os músculos e partiu para a cozinha, com Vanessa em seu encalço.
— Eu disse. Eu não...
— Ótimo. Você guardou umas caixas. Isso aqui está bom para começar. — Ele puxou uma das caixas de papelão de debaixo da mesa. — Sente-se. Eu vou empacotar logo umas coisas por aqui. Menos trabalho para amanhã.
Vanessa sentou-se. As suas pernas estavam bambas. E como não ficariam?
— Você não pode simplesmente entrar aqui e tomar conta da minha vida dessa maneira!
— Eu posso e estou. Esta é toda a comida que você tem neste lugar? — Zac olhou espantado dentro do armário da cozinha, praticamente vazio. Um vidro de café, açúcar, legumes e atum enlatados. — Você tem comido alguma coisa?
— Claro que sim! — O sentimento de culpa deixou-a na defensiva.
— Você nem tocou na comida nesta noite, eu percebi.
— Você vai me culpar? Eu estava me sentindo um pouco nervosa por ter de contar tudo!
— Você precisa, acima de tudo, dê supervisão para garantir que você coma direito. — Zac abriu a geladeira, quase tão vazia quanto o armário.
— Supervisão? Isso está ficando absurdo. E, por favor, feche esta geladeira? O motor começa a falhar quando ela fica aberta por muito tempo!
Zac fechou a geladeira sem alarde, escorou-se nela e encarou Vanessa com um olhar de censura.
— Isso diz tudo sobre este lugar, não é mesmo? O seu senhorio tem de ser denunciado. Por falar nisso, eu acho...
— Tudo bem! Eu volto para o apartamento. Tenho certeza de que Liz não se importará...
— Você vai comigo agora, e amanhã vamos às compras. Comprar as alianças. Depois, vamos cuidar da papelada. Você vai ligar para os seus pais, e eu vou ligar para os meus.
— Eu nem ainda contei para Frankie — sussurrou ela.
Vanessa neste instante se sentiu muito frágil. Acomodou a cabeça entre os braços, sobre a mesa.
Desligou-se inclusive da presença de Zac, até ele tocá-la na cabeça. O gesto proporcionou a ela uma sensação de alívio. Ouviu-o então arrastar a outra cadeira e sentar-se ao seu lado.
— Que confusão — definiu Vanessa, virando-se para olhá-lo, mas sem tirar a cabeça da mesa.
— Por que você está tão chateada por não ter contado a Frankie? — Mantenha a tranqüilidade, Zac ordenou-se, nada de ameaças. A simples menção do nome daquele fracassado era o suficiente para acender a raiva dentro dele. Num momento como este, a última pessoa em quem ela deveria pensar era no ex-namorado.
— Nem havia pensado antes em contar para ele — admitiu Vanessa.
Zac ficou tentado a abrir um sorriso. Controlou-se e continuou a acariciar os cabelos dela.
— E por que deveria? Sua mente deve estar um pouco fora do lugar. Estou surpreso que você consiga pensar de forma coerente.
— É, acho que sim. — Vanessa levantou a cabeça. Os olhos grandes e Castanho-escuros dela brilhavam ainda mais devido às lágrimas.
Um pensamento perturbador golpeou Zac com força. E se agora que ela podia estabelecer uma comparação, Vanessa deduzia que o que sentia por Frankie era mesmo amor? O amor genuíno, aquele amor que ela não sentia por ele, Zacs? Ele tinha consciência de que poderia ser arrogante e, na verdade, egoísta. E se Vanessa decidira que era preferível a atitude não-estou-nem-aí-com-a-vida do ex-namorado ao monstro que não titubeou em manipular a vida dela para conseguir o que queria? Não era assim que ela o via?
Zac trincou os dentes de dor e incerteza. Adicionou às duas sensações à já longa lista de sentimentos que transgrediam o autocontrole de ferro, a capacidade de concentração e o domínio completo sobre a própria vida, traços que ele considerava características da sua personalidade.
— Bem — Zac levantou-se, impaciente consigo mesmo. — Não faz sentido ficar perdendo tempo aqui. Vamos.
— Está bem. Eu vou com você, Zac, mas nada de alianças e nada de papelada.
— Vamos ver.
continua...
Olá meninas desculpa a demora.
AMEI os comentarios, A bella já tava pronta
pra comer vooce com galinha hehehe.
Entao tha ai mais um cap. espero que goste né :D
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
COMENTEM!
— Se é assim que pretende me convencer a casar...
— Pense a respeito, Nessa. Como acha que eu reagiria? Como qualquer homem normal reagiria?
— Um monte dos chamados homens normais respiraria aliviado por não ter recebido o fardo de criar uma criança vinda do nada!
— Não há sentido em ficar discutindo isso até a eternidade. Quando você pretende contar para os seus pais?
— Logo — disse Vanessa, incomodada.
— E o que você acha que eles vão dizer de você morando aqui sozinha e grávida?
Não muito, Vanessa especulou, com a pior das sensações. Certamente não aplaudirão de alegria. Mais provável que mostrassem a sua decepção pelo silêncio.
— E o que eles vão dizer quando descobrirem que o pai da criança propôs casamento e você recusou?
O quadro se tornaria ainda mais desastroso.
— E como eles descobririam isso?
— Eu contaria, naturalmente.
— Isso é chantagem emocional!
Zac absteve-se de informá-la que faria isso e muito mais para recolocá-la de volta na vida dele, o lugar ao qual Vanessa pertencia. Nem mesmo o seu orgulho, que o alfinetava a cada vez que ele imaginava Vanessa o afastando com um aceno após o sexo, era capaz de demovê-lo do desejo, da necessidade de tê-la de volta.
— Claro — continuou Zac, sem hesitar, sem alterar o tom de voz, como uma escavadeira a forçar o solo firme. — E isso não vai ser nada comparado ao que o nosso filho vai sentir daqui a alguns anos, quando ele ou ela entender que uma vida em família havia sido possível, mas que a mãe teimosa...
Vanessa ficou de queixo caído diante dos artifícios de Zac.
— Você não seria capaz — disse Vanessa, quase sem voz.
— Eu seria, sim. Agora, vamos logo com isso.
Antes que Vanessa pudesse se mover, Zac já estava junto à cômoda, gavetas abertas, colocando as roupas sobre a cama. Para ser mais preciso, em cima dela.
O branco na cabeça de Vanessa se desfez, e ela começou a recolher as próprias roupas amontoadas, ao mesmo tempo que exigia dele explicações.
Zac parou por um instante e olhou firme para Vanessa.
— Vamos tirar você daqui, obviamente. Você vai vir comigo.
— Coloque essas roupas de volta nas gavetas! Agora!
_ Você vai acordar os vizinhos se continuar gritando desse jeito. Onde estão as suas malas? — Zac não lhe dera tempo para responder. Checou embaixo do sofá, o único lugar em que elas poderiam estar, e, decidido, puxou-as e começou a forrá-las com as roupas. — O resto vai ter que esperar até amanhã. Eu venho com George buscar o que sobrou. Como você mudou para cá, por falar nisso? Quem ajudou-a?
— Você não pode fazer isso! Eu não vou me casar com você, Zac Efron!
— Não me diga que ficou trazendo as coisas por etapas, por conta própria, no seu estado.
— No meu estado? Eu estou grávida, não estou doente!
— Bem, enquanto estiver comigo, você não vai ficar carregando nada pra lá e pra cá. Você precisa se poupar. — Zac alongou os músculos e partiu para a cozinha, com Vanessa em seu encalço.
— Eu disse. Eu não...
— Ótimo. Você guardou umas caixas. Isso aqui está bom para começar. — Ele puxou uma das caixas de papelão de debaixo da mesa. — Sente-se. Eu vou empacotar logo umas coisas por aqui. Menos trabalho para amanhã.
Vanessa sentou-se. As suas pernas estavam bambas. E como não ficariam?
— Você não pode simplesmente entrar aqui e tomar conta da minha vida dessa maneira!
— Eu posso e estou. Esta é toda a comida que você tem neste lugar? — Zac olhou espantado dentro do armário da cozinha, praticamente vazio. Um vidro de café, açúcar, legumes e atum enlatados. — Você tem comido alguma coisa?
— Claro que sim! — O sentimento de culpa deixou-a na defensiva.
— Você nem tocou na comida nesta noite, eu percebi.
— Você vai me culpar? Eu estava me sentindo um pouco nervosa por ter de contar tudo!
— Você precisa, acima de tudo, dê supervisão para garantir que você coma direito. — Zac abriu a geladeira, quase tão vazia quanto o armário.
— Supervisão? Isso está ficando absurdo. E, por favor, feche esta geladeira? O motor começa a falhar quando ela fica aberta por muito tempo!
Zac fechou a geladeira sem alarde, escorou-se nela e encarou Vanessa com um olhar de censura.
— Isso diz tudo sobre este lugar, não é mesmo? O seu senhorio tem de ser denunciado. Por falar nisso, eu acho...
— Tudo bem! Eu volto para o apartamento. Tenho certeza de que Liz não se importará...
— Você vai comigo agora, e amanhã vamos às compras. Comprar as alianças. Depois, vamos cuidar da papelada. Você vai ligar para os seus pais, e eu vou ligar para os meus.
— Eu nem ainda contei para Frankie — sussurrou ela.
Vanessa neste instante se sentiu muito frágil. Acomodou a cabeça entre os braços, sobre a mesa.
Desligou-se inclusive da presença de Zac, até ele tocá-la na cabeça. O gesto proporcionou a ela uma sensação de alívio. Ouviu-o então arrastar a outra cadeira e sentar-se ao seu lado.
— Que confusão — definiu Vanessa, virando-se para olhá-lo, mas sem tirar a cabeça da mesa.
— Por que você está tão chateada por não ter contado a Frankie? — Mantenha a tranqüilidade, Zac ordenou-se, nada de ameaças. A simples menção do nome daquele fracassado era o suficiente para acender a raiva dentro dele. Num momento como este, a última pessoa em quem ela deveria pensar era no ex-namorado.
— Nem havia pensado antes em contar para ele — admitiu Vanessa.
Zac ficou tentado a abrir um sorriso. Controlou-se e continuou a acariciar os cabelos dela.
— E por que deveria? Sua mente deve estar um pouco fora do lugar. Estou surpreso que você consiga pensar de forma coerente.
— É, acho que sim. — Vanessa levantou a cabeça. Os olhos grandes e Castanho-escuros dela brilhavam ainda mais devido às lágrimas.
Um pensamento perturbador golpeou Zac com força. E se agora que ela podia estabelecer uma comparação, Vanessa deduzia que o que sentia por Frankie era mesmo amor? O amor genuíno, aquele amor que ela não sentia por ele, Zacs? Ele tinha consciência de que poderia ser arrogante e, na verdade, egoísta. E se Vanessa decidira que era preferível a atitude não-estou-nem-aí-com-a-vida do ex-namorado ao monstro que não titubeou em manipular a vida dela para conseguir o que queria? Não era assim que ela o via?
Zac trincou os dentes de dor e incerteza. Adicionou às duas sensações à já longa lista de sentimentos que transgrediam o autocontrole de ferro, a capacidade de concentração e o domínio completo sobre a própria vida, traços que ele considerava características da sua personalidade.
— Bem — Zac levantou-se, impaciente consigo mesmo. — Não faz sentido ficar perdendo tempo aqui. Vamos.
— Está bem. Eu vou com você, Zac, mas nada de alianças e nada de papelada.
— Vamos ver.
continua...
Olá meninas desculpa a demora.
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