quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Capitulo 28 ♥ Dedicado A●๋•Ląરy ♥ ●๋•
— Você tem consciência — disse Zac, dentro do apartamento, assim que Vanessa acabara de fechar a porta — que é inaceitável o fato de você morar aqui. — Ele se pôs no meio da sala e reparou em volta com um olhar de desdém.
— Pois eu acho muito confortável.
— Um conjugado com uma cama que também é sofá, um banheiro onde só cabe uma anoréxica e uma cozinha... — Zac examinou a cozinha com a mesma cara de desaprovação. — Uma cozinha grande o suficiente para uma mesa com duas cadeiras.
Vanessa sentiu que iria chorar, deu-lhe as costas rapidamente, mas não com a velocidade necessária.
Os braços de Zac em volta dela foram como um santuário, um refúgio, e ela recebeu de frente o calor dele, como quem se abrigava com um cobertor.
— Agora não se trata mais só de você. — As palavras de Zac mergulhavam nos cabelos dela. — Você está carregando o meu bebê, e não vou deixá-la enfrentar esta gravidez sozinha, num cortiço desses.
— Você não vai deixar? — Vanessa se livrou do abraço traiçoeiro, e afastou-se em direção à janela. — Eu não o procurei para que você pudesse... pudesse me manipular... de novo!
— Eu não estou nem aí para como você chama isso, Vanessa, mas me escute. Me escute com muita atenção... — Zac falava baixo, e a voz viajava da sua boca até os ouvidos dela como uma flecha. — Você não vai dar à luz o meu bebê num lugar como este. Você não vai ficar descendo e subindo escadas durante a gravidez, arriscando-se à toa. Você pode não gostar, me chamar de arrogante, mas não vou deixar.
Vanessa estava boquiaberta.
— Ma... Mas por quê? — gaguejou ela. — Isso não é... não é uma espécie de conto de fadas. Você interpretou mal as minhas intenções em contar sobre a gravidez! Eu sei que você nunca quis ser pai. E por mais forte que seja o seu senso de dever, não pretendo me tornar vítima dele.
— Mas isso não diz respeito só a você. — Ele virou-se para encará-la. — E não estamos discutindo aqui se eu queria ser pai ou não. A realidade é que você está grávida do meu filho, e pretendo cuidar desta situação.
— Isso não é uma situação — disse Vanessa, apesar de uma parte pequena e traiçoeira dela implorar para ser cuidada, amparada. Foi a mesma parte que um dia lhe dissera que ela podia lidar com um homem como Zac. Sábio seria evitar aquela tentação como quem evita uma praga.
— Um evento. Uma ocorrência. Um acontecimento. Chame como quiser, mas você não vai fugir de mim desta vez.
A respiração de Vanessa diminuiu o ritmo, as batidas do seu coração pareceram ter desacelerado também.
— Nós vamos nos casar.
Vanessa deu uma risada. Caminhara em direção à surrada cama de solteiro, improvisada como sofá com o acréscimo de três almofadas e um pano colorido, e ali espalhou-se com as pernas esticadas.
— Casar? Não seja ridículo. Nós não estamos mais na Idade Média. No caso de você não ter entrado ainda no século XXI. Hoje em dia mulheres engravidam e têm os seus bebês de forma eficiente e autônoma.
— Ótimo para elas. — Zac reagiu com indiferença. — Felizmente a vida delas não tem nada a ver comigo. — Ele previa que Vanessa protestasse, mas estava mais do que preparado para ouvir as objeções dela. Ela casaria, sim, e a idéia estava longe de desagradá-lo. O destino lhe concedera uma oportunidade, e ele não pretendia desperdiçá-la.
Vanessa apertou uma almofada contra o peito. Casamento sem amor. Apenas mais um negócio proposto por ele, igual ao primeiro, que ela foi uma idiota ao aceitar. Por mais moderna que pudesse ser, não aceitaria tomar parte em uma união sem amor. Isso significaria dias, anos de amargura, de espera silenciosa pelo impossível. Iria se tornar um peso amarrado aos pés de Zac, que ele suportaria sem reclamar pelo bem do filho.
— Olha, Zac... — Vanessa controlou o tom de voz, na tentativa de ser persuasiva. — Nós dois sabemos por que a gente se envolveu, e nós dois sabemos quais eram as regras desse envolvimento. Sem compromissos, o que dizer de casamento. — Como ela queria ter descoberto antes o que agora sabia, que Zac era um homem capaz de subtrair a emoção de qualquer situação. Sem emoção, tudo era possível, até mesmo casar-se com uma mulher que não amava. Ele transaria com ela até enjoar e, então, discretamente, conduziria uma vida privada fora do casamento. O filho o manteria ligado ao lar.
— Isso era antes, agora o momento é outro.
— Eu simplesmente não posso me casar com você. Eu não poderia me casar com ninguém sem amor. Por que você acha que nunca me casei com Frankie? Lá no fundo eu sabia que nunca poderia me casar com ele, pois não havia ali o tipo de amor que fizesse um casamento funcionar.
Zac simulou um riso curto e zombeteiro.
— E que tipo de amor é esse, Nessa? O que leva uma cereja vermelha no topo?
— Você é tão cínico! — rebateu Vanessa. — É o tipo de amor que mantém os meus pais juntos! E os seus pais, também!
Zac deu de ombros.
— Eles pertencem a uma geração diferente, e não costumo fugir das minhas responsabilidades.
— Não estou pedindo que fuja de nada! — protestou Vanessa, desesperada. — Quando o bebê nascer, você poderá visitá-lo quando quiser...
— Quando o bebê nascer, não haverá necessidade disso, porque vai estar morando comigo, sob o meu teto, como a minha mulher. Eu não vou ter um filho meu nascendo de forma ilegítima... — Zac levantou a mão para impedir que Vanessa, abismada, voltasse a protestar. — Não perca tempo em me dizer que ilegitimidade é a regra nos dias de hoje. De onde venho, bebês nascem de um matrimônio.
— De um matrimônio feliz. — Disse Vanessa com voz trêmula.
— Matrimônio feliz é um matrimônio que dá certo, e temos os ingredientes para que o matrimônio dê certo. Nós gostamos um do outro, a gente se entende muito bem na cama, vamos ter um filho, e, por último, sem o amor para embaralhar as coisas, a nossa relação tem ainda mais chances de sobreviver.
O último argumento, Zac sabia, era o mais importante para convencê-la. Frio e lógico. Nada de mencionar as noites em que ele se angustiara, quando a sua imaginação batia asas e se recusava a voltar à Terra. Lidaria com isso sozinho.
— E depois, quando... o entendimento na cama começar a minguar?
Zac olhou para baixo por alguns instantes. Minguar? Esta mulher o fazia sentir vivo de forma sensacional. Ele seriamente não podia imaginar o dia em que não a desejaria na cama.
— Por que se preocupar com algo que ainda não aconteceu? — perguntou Zac. — Agora, para quem você contou sobre... isso? Para os seus pais? Amigos?
Vanessa fez-se de indiferente. Os pais podem ter engolido a vida dela em pecado com Frankie, mas solteira e grávida de um homem que eles não conheciam e que não figuraria como parte integrante da vida dela dali por diante era uma coisa bem diferente.
— Você é a única pessoa que sabe, e começo a me arrepender de não ter ficado com a boca fechada.
— Eu não ficaria se fosse você. — disse Zac de forma severa.
— Não ficaria o quê?
continua....
Ląરy ♥,JelFran, Bella, Bia Morais ...
AAAAAAA ninas que bom! que vooce gostaram ..
Bella minha best linda"sorry" vooce vai fikar em primeiro ..nesse "se nao
fika eu ti como com galinha akkk brinkis, akkk vooce literalmente nao
sabe falar em código akkkk mais ja entendi ..miga vó entra hoje dia 12/11/10 akk..as 15:45
tha espero que esteja onn beijokas best linda"
(felfran, Cap. 27 todo seu nina)
[Bia morais cap. 29 todo seu vó posta ele dia 13/11/10, sabado entao fika esperta
pra nao perde a dedicaçao!]
"lary esse cap. e seu NINA.
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
Capitulo 27 ♥Dedicado A●๋•JelFran ●๋•
E para ser sincera, ela imaginava que ele viesse a ter exatamente essa reação, desde que ela própria recebera a notícia, horas antes.
— Como é que é? — As quatro palavras caíram como pedras em água parada.
Vanessa empenhou-se em mirá-lo calmamente nos olhos. A calma possível naquelas circunstâncias.
— Você me ouviu. Eu estou grávida.
— Você me chamou aqui para contar isso? — Zac empurrou o prato para o lado a fim de se apoiar na mesa e aproximar-se dela,
— Você preferiria que eu nem o procurasse? — devolveu Vanessa. — Acredite, essa possibilidade passou pela minha cabeça, mas como tenho alguma moral...
— Me poupe de sermões, Vanessa...
— Eu estou contando isso porque acho que você tem o direito de saber que você gerou uma criança. Eu peço as mais sinceras desculpas se você preferia não saber de nada!
— O que quero dizer é por que você me trouxe aqui para me dar esta notícia? Para este lugar? Como vamos discutir um assunto como este aqui, cercado de pessoas e barulho? — Zac olhou em volta, irrequieto.
— Eu pensei que a gente teria um papo rápido...
— Um papo rápido!
— E depois, já com tempo para assimilar tudo isso, você poderia me encontrar para a gente discutir as coisas... com mais detalhes. Eu não sei se é isso que você quer... — Os olhos dela se esquivaram dos dele.
— O que você acha que eu quero?
— Olha, Zac, eu sei que é um pouco chocante...
— Um pouco chocante. E você uma vez me chamou de mestre do eufemismo!
— Foi um choque para mim também.
Em meio à agitação, a afirmação de Vanessa fizera Zac parar e pensar um pouco. É claro que fora um choque também para ela. Vanessa apenas iniciava sua trajetória profissional. A notícia da gravidez devia ter caído como uma bomba na vida dela.
Os poderes de recuperação de Vanessa, entretanto, não perdiam para ninguém, Zac pensou, um pouco ácido. Certamente ela não se assemelhava a uma mulher em estado de choque. Estava calma, fria, comedida. As marcas registradas de uma mulher que quer deixar claro que não sente um pingo de emoção pelo que está contando.
— Olha, vou pegar uma outra bebida. Você quer alguma coisa? — ofereceu Zac. Ele buscava se acalmar um pouco, ditar um mínimo de ordem as suas idéias e sentimentos.
Vanessa acenou não com a cabeça e o viu caminhar até o balcão e lá esperar, inquieto, dando tapinhas na bancada.
Ela tomara a medida certa ao propor o encontro num lugar público. Uma decisão um pouco covarde, mas sábia, porque pelo menos Zac não poderia ceder à óbvia tentação de esbravejar e insultá-la. Não faria um escândalo com tantas pessoas em volta dele. Seria forçado a discutir o assunto como um adulto, e ela precisava que ele assim procedesse. Se Zac lhe dirigisse uma só palavra enviesada, ela não agüentaria o baque. Por baixo dos gestos e do rosto calmo, as emoções dela estavam a ponto de explodir.
Zac poderia até mesmo acusá-la de engravidar de forma propositada para arrancar algum tipo de compromisso dele. E a palavra compromisso era um palavrão para ele.
— Tudo aconteceu na nossa primeira vez, a única em que a gente não se protegeu. Nós estávamos tão excitados que não colocamos a camisinha. — Vanessa deu prosseguimento ao tema no instante em que Zac se sentava de volta à mesa. Ela mantinha-se formal, como se estivesse discutindo um negócio.
— Eu sei.
— E eu não estava acostumada com camisinha. Até então, só tinha transado com Frankie. Eu sempre tomei pílula. Resolvi parar há uns seis meses, já que eu e Frankie... nos últimos tempos... Bem, resolvi parar, dar um tempo para o meu corpo...
— Entendo.
— Olha, lamento muito tudo isso. — Vanessa teve um súbito mal-estar, como se o que vivenciava ali não fosse real. — Eu sei que você está pensando que isso vai virar a sua vida de cabeça para baixo, mas não vai.
— E como você sabe isso?
Você não está nem aí, não é mesmo?, ela queria gritar.
— Nada vai mudar entre a gente. Eu só acho que é correto que você saiba, mas é uma formalidade...
— Uma formalidade! — Zac socou a mesa.
— Shhhh!
— Não me mande ficar quieto, Vanessa! Você escolheu este lugar ridículo para me contar uma coisa dessas, agora agüente se por acaso eu não ficar cochichando em segredinho!
— Gritos não vão nos levar a lugar nenhum.
— E o que você propõe que a gente faça? Que lugar é este que você tem em mente?
— Talvez a gente não devesse mesmo ter se encontrado aqui — sussurrou Vanessa, mordendo os lábios. Várias pessoas olharam para eles quando Zac esmurrou a mesa, e ela podia notar as orelhas antenadas diante da possibilidade de um show de baixaria ao vivo.
— Você escolhe o lugar!
— Você pode baixar o tom de voz?
— Eu grito tão alto quanto eu quiser! — De propósito, Zac aumentou ainda mais o volume e foi premiado com o silêncio súbito das mesas em volta. Como ousava ela pensar que poderia carregar o bebê dele na barriga e reduzir o seu papel de pai a uma mera formalidade?
Vanessa estava pálida e tensa, e Zac, num impulso, levantou-se, ajudou Vanessa a se pôr de pé e a abraçou até que ela aparentasse uma pequena melhora.
— Vamos sair daqui — disse ele, decidido. — Isto não é lugar para discutir um assunto como este, e você sabe disso. Vamos para o meu apartamento. Está a dez minutos daqui, e lá teremos alguma privacidade.
— De jeito nenhum! — A idéia de estar a sós com ele naquele apartamento, o lugar onde eles tiveram tantos bons momentos juntos, onde o amor dela se enraizou e cresceu sem que ela nem se desse conta, a colocou em pânico. — Já que é assim, podemos ir para o... meu apartamento, mas não há nada que possamos conversar lá que nós não possamos falar aqui.
— Ótimo.
Ela não descreveria assim o tempo em que os dois passaram em silêncio total no banco de trás de um táxi a caminho de Wimblendon. Horrível era mais de acordo. E se sentia encurralada, miserável e na expectativa do impossível quando nem sozinha com Zac estava, imagine que experiência teria só com ele na diminuta sala do seu apartamento?
Os minutos mais pareceram décadas até o táxi estacionar em frente à desgastada casa vitoriana convertida em apartamentos.
— Você mora aqui? — indagou Zac de forma quase cruel. — Você saiu daquele apartamento para morar aqui?
continua....
Ląરy ♥, Anônimo, JelFran, Clara,
Bia Morais, Marília, e Minha "Best" Bella ..
Meu Deus amei todos os comentarios, tao todos lindos uhul "8" Clarinha cap. 26 todo seu sim, Bella minha best Vó posta outro Dedicado a vooce tha Flor..
AAAAAAAAAAAAAAAA quem viu o anonimo aaaaaaaaaa minha miga minha flor que bom que vooce ja está bem e vai poder comentar muito anonimo/Bruna beijokas Flor.
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Capitulo 26 ♥ Dedicado A●๋•Clarinha ●๋•
Vanessa estava lá. Esperando por ele! É verdade que ela soara um pouco fria ao telefone, mas poderia ter sido algum problema na linha. O fato agora era que Vanessa telefonou para ele e queria vê-lo. E ele se empenharia ao máximo para resolver cada mal-entendido entre os dois, porque não podia mais imaginar a sua vida sem ela.
Zac fez o percurso do trabalho ao bistrô em tempo recorde.
Lá estava ela, como prometera, sentada a uma mesa dos fundos, formal, em um vestido cinza-escuro e uma jaqueta preta. Durante alguns segundos, Zac aproveitou para observá-la. Pensativa, ela tinha os olhos voltados para a taça de vinho à sua frente. Contornava a borda da taça com um dos dedos.
Neste exato momento, Vanessa olhou para a frente, e os olhos de ambos se encontraram. Zac caminhou na direção dela muito mais cauteloso do que mandava o seu coração.
— Você foi rápido. — Vanessa sorriu, tensa e misteriosa.
— Eu disse dez minutos.
— Eu pensei que você gastaria algum tempo entrando em contato com quem esperava, cancelando o seu compromisso.
A moderação e a formalidade que ele não queria ver nela. Ainda de pé, Zac olhou para o balcão onde eram servidas bebidas e para Vanessa de novo.
— Vou pegar alguma coisa para beber. O que você quer? O que você está bebendo?
— Só uma água mineral, por favor.
— Comida? Vou pedir o cardápio! — Conversavam como estranhos. Não era o que ele desejava, mas Zac a deixaria sem pressa chegar até onde ela queria. A intenção dela só poderia ser um reatamento. O que mais a levaria a procurá-lo?
— Pode pedir para mim o peixe que estiver no cardápio.
Zac assim o fez e retornou à mesa com o seu drinque, a água dela e confuso demais para processar os próprios pensamentos.
— Então, como vai você? — perguntou ele, com extrema educação.
— No trabalho, tudo ótimo. — Vanessa esforçava-se para manter o controle sobre a situação. Vê-lo era muito pior do que ouvi-lo, o que já tinha sido péssimo.
— Por que você saiu do apartamento?
— Você sabe por quê.
— Me surpreende, neste caso, que você não tenha aberto mão do emprego para longe também.
— Olha, vamos deixar uma coisa clara. Seja lá o que tenha motivado a fazer isso, eu amo o que estou fazendo.
— Então, no fim das contas, não sou tão monstruoso assim?
— Eu não quero falar sobre isso.
— Então sobre o que você quer falar? — Zac começava a perder a paciência em meio a tantas formalidades.
— O que você tem feito nessas últimas semanas? — Vanessa mudou de assunto de um modo um pouco brusco. Sentia-se ferida e em pânico. Com receio do que Zac vá pensar daqui a uma hora, quando ela já tiver dito a ele o que tinha para falar.
— Trabalhando muito. — Zac terminara o seu drinque e, no momento que a comida estava sendo servida, pediu mais um.
— E jogando muito também?
— Você pode definir o que você quer dizer com jogando muito?
— Nada. Esqueça.
— Não, não estou saindo com uma mulher por noite, se é isso que você está insinuando. Você acha que sou uma espécie de mulherengo impiedoso, que tão logo uma mulher vá embora, já estou ligando para outra? — A conversa não estava indo pelo caminho que o antes otimista Zac imaginara.
— Eu não quero discutir com você. — Vanessa baixou os olhos e perguntou a si mesma por que estava ali. Não, ela sabia por que o havia procurado. Brincava com a comida no prato e, quando finalmente levou uma garfada à boca, sentiu um gosto de papelão.
— E o que exatamente você quer? Vamos direto ao assunto.
— Você teria me ligado se eu não tivesse entrado em contato com você? — Vanessa tinha que perguntar. Uma outra pergunta que evitava, mas algo a induzia a esclarecer.
— Você expressou claramente a sua vontade na última vez em que nos encontramos. — Zac cruzou o garfo e a faca. O que ele necessitava mesmo era de uma outra dose de uísque. — Eu era o Lobo Mal que consegui cercar a Chapeuzinho Vermelho. Mesmo tendo assegurado que ela atravessasse sem problemas a floresta e tendo abrigado da chuva num chalezinho de primeira classe, eu era o lobo mal e grande porque deveria ter contado para ela o que estava fazendo. Deveria ter dado a ela a oportunidade de jogar a oferta de volta na minha cara. Inferno, se você acha que eu vou dar satisfações sobre o que eu faria se você não tivesse ligado, sente-se, porque você vai esperar para sempre. — Orgulho. Orgulho teimoso de volta ao seu lugar devido. A verdade cruel é que, sim, ele telefonaria para ela. Inventaria uma desculpa esfarrapada, mas entraria em contato com Vanessa, simplesmente porque ele necessitaria falar com ela.
— Tudo bem.
A aceitação curta e grossa de todo aquele discurso apenas alimentou a raiva de Zac.
— O que você esperava que eu dissesse? — pressionou Zac, irritado com a passividade dela e com o fato de ter esquecido em algum lugar o seu célebre autocontrole.
— Nada. A verdade. Que foi exatamente o que você acabou de me dizer. — Vanessa pegou o seu copo d'água, notou que a sua mão tremia e imediatamente recolocou-o na mesa.
— Fico contente que a gente esteja se entendendo — disse ele. — Assim, nós podemos discutir o que eu tenho para dizer como adultos.
— Discutir... o quê?
— Eu estou grávida
continua....
Bia Morais : E verdade Bia uma homem iqual a
ZAC EFRON
"deus grego" nao se desperdiça msm ainda mais akele homem
´Ú ...espero que goste do cap..Flor
JelFran : Oiie Flor...
vooce vai saber agora heheh
tha pronta respira bem fundo ..é ai gosto ..
e ela tha gravida ..espero que goste Flor
Bella : AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHH
eu nao so malévola viu, Ó ai o cap.. akkk
desculpa Flor eu tó meio ocupada com o casamneto da minha irmá
olha a hora que to postando -> 00:27. e sem tempo, espero
que goste do cap ..Flor
łคя¡รรค :Sim nina cap 25 todo seu akkkk ..
tó dedicando pras pessoas que entao sempre comentando ..
Bem e vooce tha sempre comentando ...esperi 1,2,3 akkk adoroooOOO!
esse cap. vai ser uma pegada ....espero que goste Flor..
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Oiie Bruna ...quem nao conhece Bruna ela e uma anonima que me abandono bem
já deixei varias vezes recados dizendo que ela tinha me abandonado
bem ela tava doenti fikei sabendo diise foi ontem di ontem akkk DESCULPA
MINHA FLOR VOOCE TINHA ME ABANDONADO NUNCA MAIS VI UM COMENTARIO SEU ENTAO FIKEI SEM CHAO NAO ME DEIXE DINOVO SEM AO MENOS ME AVISAR EM ..TE ADORO ! ESPERO QUE ESTEJA BEM ..QUERO SEU COMENTARIOS EM ...
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
Capitulo 25 ♥ Dedicado A●๋•łคя¡รรค ●๋•
Zac gostava da sua secretária. No entanto, não conseguia se controlar. Não conseguia tirar Vanessa da cabeça, o modo como ela terminara o relacionamento dos dois. De um só golpe, Vanessa o havia transformado em uma espécie de monstro oportunista e interesseiro, que usou de todas as armas ao seu dispor para levá-la para cama.
Zac reproduzira a última conversa deles tantas vezes na sua cabeça que já estava a ponto de enlouquecer.
Não tantas vezes, porém, quanto o número de ocasiões em que se debruçara pensativo na janela do seu escritório, ignorando as chamadas telefônicas e os e-mails no computador e avaliando se valia a pena procurá-la.
Ali estava Zac de novo. Na janela, às 18h30, quando deveria aproveitar o período de relativa calma para checar a pilha de correspondências à sua espera. Escorado na janela, franzia a testa e se amaldiçoava por ter se deixado envolver daquela maneira, por ter permitido que ela se apossasse do seu coração. O coração que Zac considerava anestesiado após as supostamente assimiladas lições do passado.
Praguejando para si mesmo, Zac passou a andar de lá para cá em seu escritório, como um tigre preso na jaula.
E se ele for vê-la? Qual o problema? Uma nova discussão, com os mesmos resultados, mas desta vez diante de uma platéia de colegas de trabalho dela. Zac não poderia encurralá-la no apartamento, pois Vanessa se mudara. Para onde, ele não tinha idéia. Provavelmente voltou para o ex. Tal hipótese o levava a xingar o destino.
O seu grande erro foi telefonar para Liz Harry, a chefe dela, e casualmente puxar assunto sobre o desempenho de Vanessa. Aí Zac descobriu que ela havia se mudado de lá.
O telefonema ocorrera cinco dias antes. Cinco dias péssimos, tempo mais do que necessário para Zac perceber que, se não vê-la equivalia a uma morte lenta e dolorosa, imaginá-la nos braços de Frankie era ainda pior. Cinco pesadelos de noites nas quais fora forçado a reconhecer que o que havia se iniciado como um flerte casual terminara como uma relação muito mais do que séria, que ele, idiota, jogara no lixo.
Zac vestia o paletó que retirara do cabideiro, quando o telefone tocou.
Ele deixou o aparelho soar, ponderando se ainda lhe restava humor para mais uma conversa supérflua com algum cliente. Decidiu que não podia prejudicar o trabalho por causa dos problemas na sua vida pessoal.
Do outro lado da linha, tensa a esperar, Vanessa não tinha a menor noção do drama que Zac atravessava. A única coisa da qual ela tinha noção neste momento era o ritmo acelerado do seu próprio coração, o nervosismo que a fazia transpirar pela expectativa de ouvir a voz dele.
O telefone tocou várias vezes, e ela quase deixou o celular cair ao escutar finalmente o alô seco e apressado dele. Deduziu que possivelmente Zac estava para ir embora e ficou cismada. Para onde ele iria?
— Alô, Zac. Sou eu, Nessa. — Sentimentos agitados, voz supercontrolada.
Diante da frieza da voz dela, todas as lamentações de Zac pelo papel que ele teve para o fim da relação desapareceram como fumaça. Voltava a raiva irracional de ter sido dispensado, dispensado, por alguém que dele recebeu o maior dos favores: uma carreira profissional.
Ele deveria informá-la com poucas frases curtas que não tinha mais nada a tratar com ela. O orgulho de Zac assim exigia.
— Pois não? — Sua voz saiu igualmente fria.
— Você estava de saída? — indagou Vanessa. Aquilo não iria acabar bem. Ela não chegaria a lugar nenhum, se não colocasse a cabeça no lugar.
— Sim. O que você quer?
— A gente precisa conversar.
— É mesmo? — Ele tinha o olhar perdido no horizonte do lado de fora da janela. Sentiu um impulso de excitação ao ouvir a proposta dela. A emoção com a perspectiva de encontrá-la ainda era maior pelo fato de ter partido dela o convite. — Sobre o quê? Mais do que mesmo? Ou você caiu em si e notou, enfim, que não cometi nenhum crime?
— Aonde você vai esta noite? Alguma coisa que você possa cancelar? Eu preferiria ver você o quanto antes. — Vanessa largou as palavras de uma vez só e manteve a respiração presa ao esperar a resposta dele.
— Eu acho que posso cancelar o meu... compromisso. — Que compromisso? O único compromisso que tinha era um encontro com a garrafa de uísque e com a televisão. — Eu posso ir ao seu apartamento...
— Eu me mudei.
Zac simulou surpresa. Vanessa teria um dia inteiro de festa se soubesse que ele se dera ao trabalho de ligar para Liz para saber a respeito dela.
— Se mudou? Para onde? Não, me deixa adivinhar, para o fracassado daquele seu namorado. De volta ao já conhecido, mesmo que isso seja ruim para a sua saúde.
Vanessa não se conteve.
— E você acha que você é bom para a minha saúde, Zac? Abrindo caminho com mentiras e trapaças para... a minha cama. — Para o meu coração, quase lhe escapou.
— É sobre isso que precisamos conversar, Vanessa? Para você me atirar mais acusações? — E se fosse sobre isso? Bem, ele ainda assim quereria vê-la, Zac reconhecera, contrariado.
— Não — respondeu Vanessa, arrependida por ter se impacientado. Não era ocasião para aquilo, ela não deixaria que ele a desviasse do destino traçado.
Vanessa tivera tempo para reavaliar o que Zac fizera e, mesmo assim, continuava furiosa com ele. No entanto, havia também um reconhecimento incômodo de que Zac a ajudara. Uma ajuda que ela recusaria sem pestanejar se ele a oferecesse abertamente.
O emprego era perfeito. Vanessa nunca encontraria um lugar ideal como aquele sem o auxílio dele. E, goste ela disso ou não, fazia sentido o argumento de Zac de que, se quisesse realmente manipulá-la, ele teria balançado a cenoura no ar, à mostra, para o coelho saltar e pegar.
— E então... Você ainda não disse. — Aborrecia-o bater nesta mesma tecla, mas, droga, ele precisava saber.
— Ainda não disse o quê?
— Onde você está morando agora, já que você saiu do apartamento?
— Eu não voltei para a casa de Frankie — disse Vanessa, relutantemente. — Eu achei um lugar perto de Wimbledon. É pequeno e não é na melhor área do bairro, mas dá para viver. O aluguel é muito mais barato do que nos bairros centrais.
Os ombros de Zac relaxaram de alívio.
— Onde você está? — perguntou ele, disposto a se mostrar generoso, agora que o pior cenário imaginado acabara de ser descartado.
— Naquele bistrô a duas quadras do seu escritório.
— Você quer dizer que foi para este bistrô na expectativa que eu pudesse encontrá-la já? — perguntou Zac, surpreso.
— Me parece um lugar como outro qualquer. — Vanessa olhou em volta. Havia uma quantidade razoável de pessoas no bistrô, todas elegantes em suas roupas de trabalho. Não era o tipo de lugar para o qual se saía do escritório para se embebedar. — Eu peguei uma mesa nos fundos. Você pode vir?
— Eu estarei aí em dez minutos.
continua...
Entao meninas Bom!
Tó sem Tempo Mais estou fazendo mó esforço
pra posta ...PQ-> O casamento da minha irmã vai ser dia 13
e tha mó correria AKI em casa ..e ainda tenho ansaios de dança I
tha mó AUÉ..Bom! amanhã vou posta mais 1. Pq tinha
prometido 2 CAP's. tha bom!
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
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domingo, 31 de outubro de 2010
divulgaçao ♥ ●๋•łคя¡รรค ●๋•
http://larycarneiro.blogspot.com/
Esses sao 2 Blog's de Lari sao
otimos!
Entrem, Comentem , Divulguem e SIGAM!
Ps:Vó postar 2 CAP. a noite..Fuiii!
beijokas♥
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
capitulo 24 ♥ Dedicado A●๋•Tainá●๋•
Zac tampouco sabia onde exatamente no edifício ela trabalhava, e nem havia ninguém por perto para perguntar.
A busca levou uns vinte minutos, tempo em que a sua irritação aumentou. Vanessa tinha a cara enfiada nas drogas das planilhas de orçamento, ele deduzia, esquecendo-se das inúmeras vezes em que perdera a noção do tempo por causa do trabalho.
A porta do escritório estava entreaberta, e Zac a empurrou e entrou no recinto em um movimento contínuo. Vanessa não se encontrava na mesa em frente ao computador.
Ela debruçava-se sobre uma das janelas que davam para o jardim central e parecia, inclusive, que esperava por ele.
— Eu disse a você que horas chegaria, Vanessa. O que diabos você ainda está fazendo aqui? — Com passos firmes e rápidos, Zac caminhou na direção dela e, nervoso, sentou-se numa das mesas. — Você está sendo remunerada por essas horas extras voluntárias? Eu sei que você quer causar boa impressão, mas alguns patrões são muito abusados e tiram proveito de funcionários super entusiasmados.
— Como você?
— O quê? — Zac estava tão tomado pela própria irritação que só agora reparava na expressão no rosto de Vanessa.
— Como você. — Vanessa saiu da janela e andou com firmeza até a mesa dela. Sentou-se na cadeira preta giratória, de maneira que pudesse encará-lo. Ela entrelaçou os dedos das mãos sobre a mesa e rezou para que ele não se aproximasse. Vanessa não queria que tivesse início aquela disputa patética entre o corpo e a mente dela.
— Do que você está falando, Nessa? — Ele passou os dedos pelos cabelos, já adotando cautela. — Briga não é a melhor maneira para iniciar o fim de semana que a gente tinha combinado passar juntos. Você já terminou, ou ainda há uma ou duas planilhas perdidas que você queira finalizar? — Zac deixou escapar o toque de sarcasmo.
A ironia não provocou nela o sorriso alegre de costume. Pelo contrário, somente acirrou o olhar de desprezo.
— Na verdade terminei as planilhas há um bom tempo. E você não acreditaria no quão interessante foi o trabalho.
— O que está acontecendo aqui, Nessa? Você se importaria em me contar, ou nós vamos ficar falando em códigos?
— Desde que comecei aqui, me envolvi bastante com o lado financeiro da coisa. Tenho lidado com os números sobre o potencial de negócios.
— E você parece bem feliz por ter recebido mais responsabilidades. Se isso exige a manhã de sábado do fim de semana que nós planejamos viajar juntos, quem sou eu para reclamar?
— Mas eu fiz uma descoberta muito interessante nesta manhã, enquanto procurava uns papéis que precisava no arquivo de Liz.
— Ah, é? E que descoberta foi essa?
— A sua ligação com esse grupo de pessoas que foi contratado para fazer o marketing do empreendimento. — Vanessa examinou cuidadosamente a face dele. Buscava algum sinal, por menor que fosse, que indicasse que ela estava equivocada. Nenhum sinal. Vanessa presenciou, sim, Zac corar, constrangido. Ela havia acertado na mosca.
Ele a manipulara da pior maneira possível. O emprego, com o apartamento a tiracolo, era resultado de uma manobra de Zac.
E ela sabia por que ele fizera isso. Zac a queria desde o momento em que pôs os olhos nela. Com a sua tradicional arrogância, tomou as medidas necessárias para possuir o que desejava. Nada melhor para se livrar da inconveniência chamada Frankie do que arrumar um emprego para ela, com um apartamento incluído no pacote. Zac queria vê-la longe daquele marco perigoso, no qual ela insistia em se agarrar. Para isso, lhe arranjou um trabalho que a elevaria à categoria de mulher de negócios, capaz de sacudir dos ombros o peso morto do namorado.
Vanessa sentiu que lágrimas a ameaçavam e trincou os dentes para contê-las.
— Eu encontrei uma carta sua no fundo do arquivo cumprimentando Bob Hodge por adquirir o prédio, pedindo que ele o mantivesse informado sobre o que faria com o lugar. — Vanessa podia ouvir o interior dela implorando pela negação que não veio.
— E então o que você fez, Zac? — sussurrou ela. — Pediu um favor? Pediu a ele que abrisse um lugarzinho para mim numa equipe competente e qualificada? Eu, uma imbecil incapaz de conseguir um emprego por conta própria? Como você pôde? Como você pôde manipular a minha vida dessa maneira?
— Eu não manipulei a sua vida, Nessa. Não!
— Ah, está certo! Você uma vez me disse que sempre conquistava o que queria. Você não estava agora apenas garantindo a tradição? Mesmo sendo a tática escolhida uma das mais honestas? — Frustração e raiva impregnavam a voz dela. Zac fez menção de se aproximar, e Vanessa afastou-se imediatamente em rejeição.
— Tudo bem. Talvez não tenha agido corretamente. Talvez devesse ter dito para você desde o início que poderia arrumar este emprego para você, mas eu pergunto: Você daria ouvidos? Ou você botaria o seu bloco na rua contra mim e negaria a si mesma a oportunidade apenas por ser cabeça-dura?
— Isso não tem nada a ver!
— Você não respondeu à minha pergunta?
— Eu quero conquistar as coisas pelo meu esforço. Eu não pedi e não precisava da sua ajuda!
— Você está agindo como se eu tivesse cometido um crime contra o seu orgulho, Vanessa. E quantas oportunidades a gente perde na vida por causa do orgulho?
— Pare de tentar distorcer as coisas para que você possa parecer o santo dessa história. — Amedrontava Vanessa o quanto ela torcia para que Zac tivesse sucesso. — Você me manipulou. Este é o centro da questão.
Zac deu um murro na mesa, derrubando um porta-canetas e espalhando o conteúdo. Vanessa o olhou, fascinada e calada.
— Esse não é o centro da questão, droga! — Desta vez, a cara de indiferença e frieza dela não foi suficiente para detê-lo, e Zac percorreu a distância entre eles em poucos e furiosos segundos. — Eu posso não ter sido franco como deveria...
— O eufemismo do ano! — interrompeu Vanessa. Ela voltou para a cadeira para evitar que a presença imponente dele a engolisse por completo.
— Se estava tentando manipulá-la, por que não falei para você a respeito do emprego? — perguntou Zac. — Eu não teria me aproveitado da primeira chance para fazer você sentir que me devia algo? Droga, eu não fiz isso, fiz?
— Bem, você poderia estar guardando essa informação como um trunfo — reagiu Vanessa. — A carta que você puxaria da manga se ou quando necessário! Um jeitinho! Você é muito bom nisso, não é, Zac? Igualzinho à nossa primeira saída, quando você deu um jeitinho com Harry! Você acha que todo mundo pode dançar conforme a sua música, e isso é... Isso é abominável.
Deu-se um silêncio, o ambiente continuou carregado, e abruptamente Zac se afastou rumo à mesma janela em que Vanessa parecia esperá-lo quando ele chegou.
— Eu tentei contar...
— Quando? — exigiu Vanessa, elevando o tom de voz. Ela girou na cadeira para vê-lo.
— Ontem. Eu falei que precisava falar com você, mas a gente foi adiando, e decidi contar depois deste fim de semana.
É verdade, ela se lembrava, sim, de que ele havia iniciado uma conversa nessa linha, mas a última coisa em que Vanessa pretendia pensar agora. Deixar-se levar foi o seu grande erro desde o primeiro instante.
— Eu não acredito em você, Zac — disse ela, com frieza. — Você me queria, e você tomou as medidas necessárias para possuir-me. Você nunca perdeu um só momento para pensar nos meus sentimentos, porque você não sabe o que significa sensibilidade. — A voz de Vanessa tornava-se amarga. — A nossa relação se resume a isso: desejo, luxúria, sexo. Nunca houve espaço para sentimento.
— Isso é o que você buscava também. Ou você convenientemente já se esqueceu?
Não, ela não havia se esquecido. No entanto, Vanessa cometera o erro básico de não honrar no seu íntimo o acordo que eles haviam acertado. O acordo de que era tudo um acordo. Duas pessoas, ambas sem querer maiores envolvimentos, cedendo a seus instintos e concordando que a relação não passaria disso. Foi uma porcaria de acordo, Vanessa dava-se conta agora, pois em algum momento do processo ela se expôs ao risco fatal de gostar dele, de se apaixonar por ele.
A conclusão era terrível. Vanessa cerrou os olhos, por poucos segundos, em desespero. Quando ela voltou a abri-los, havia uma nova firmeza, uma resignação neles.
— Não temos mais nada para conversar, Zac. — Vanessa espalmou uma das mãos no tampo da escrivaninha e levantou-se, deixando a mesa de trabalho como uma barreira entre ambos. — Eu não gostei do que você fez. Eu não posso respeitar ninguém que age dessa maneira. Esta relação, ou seja lá o que isso for, não vai dar em lugar nenhum, e agora estou pondo um fim nela. — Vanessa virou-se para uma das janelas, dando-lhe as costas. Espinha reta, ombros curvados para trás. O coração dela pedia que visse Zac pela última vez, mas a cabeça dela rejeitou tal desejo.
Vanessa percebeu a hesitação de Zac. Ouviu os passos dele até a porta. Ele fez uma pequena pausa, e então estava tudo acabado. Zac se fora.
continua...
Bella: Oiie Flor entao vooce e muito especial sim
"e convencida" vooce entro no meu blog de
mansinho e conguisto a escritora akkkk[/parei ...legal eu ti chamo de especial e
tu quer me processa vó chola unhé..akkkhoho. e isso ai chega de dar uma OLHADA tha da uma olha vooce gosto do cap....
JelFran : Uhul ELA DIISE QUE NAO VAI ME ABANDONO A ISSO AI OINHE OINHE OINHE HEHEHE bom espero que goste do cap..
Clara : Oiie clarinha c(: a foi viajar e nem me chamo adoro viajar que dizer AMO [/parey ..que bom que gosto do cap...
Marília: Oiie nina bom que gosto..sim já fui no seu blog conhecer vó começa a ler ainda hoje ..ai vooce vai ver comentario lá hehehe ...espero que goste!
ღღzanessaღღ :aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa amei sua rima fiko SHOW amei muitoooooOOO! bom vó sim no seu blog e vira uma seguidora FLOR, espero que goste do cap..
nathylyly : Oiie Flor sumida akkk entao que bom! que gosto ...esteja sempre AKI ...espero que goste do cap..
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
COMENTEM!
PS..->Bruna tó com saldade dos seus comentarios pensa que eu eskeci de vooce poise nao eskeci quero ver seu comentario saldade de ti anonimo...beijokas Flor♥
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Capitulo 23 ♥ Dedicado A ●๋•Bella●๋•
— Diga que você vai comigo amanhã — sussurrou Zac no ouvido dela.
Vanessa envolveu o pescoço dele com os braços, projetando os seios com o movimento.
Ele gemeu e demorou para abrir o último e teimoso botão. Quase o arrancou de angústia. Em seguida, desabotoou por trás o sutiã de Vanessa e moveu a peça, arrastando a mão pelo abdômen dela.
Vanessa não disse nada sobre o fim de semana. Quando Darius a tocava assim, ela não era capaz de ordenar as idéias. Ele massageava os seus seios com aquelas mãos enormes. Vanessa observava o movimento dos dedos firmes e fortes dele a brincar com ela. Zac se recompôs no sofá para abrir o botão e o zíper da calça preta dela, e Vanessa, além das idéias, perdeu o fôlego.
As pernas de Vanessa instintivamente se abriram. Com ele, ela não tinha inibições. Vanessa fechou os olhos quando os dedos que antes acariciavam os seus seios penetraram por dentro da calcinha, deslizando até a fresta úmida que latejava ansiosa pelo toque dele.
Zac interrompeu o movimento, e ela quase gemeu de decepção.
— Nessa, olhe para mim.
Meio grogue, ela se virou para ele.
— Eu quero que você venha comigo neste fim de semana, e não posso entender por que você reluta em aceitar o meu convite.
— Nós nunca dormimos juntos.
— Nunca dormimos juntos? Meu Deus, mulher, o que a gente vem fazendo há semanas?
— Eu quero dizer que nós nunca passamos uma noite inteira juntos. Dormir num dia e acordar no outro na mesma cama.
— Não que não tenha tentado.
— Eu não acho que seja uma boa idéia.
— Você não pode fazer comunicados como esse sem o ônus de uma explicação. — Esta era uma relação baseada em liberdade e atração mútua, mas ele se mostrava sempre decidido a convencer Vanessa de ultrapassar os limites antes estipulados. Por quê? Zac não tinha a menor idéia. Só podia atribuir isso a algum até então desconhecido rasgo de teimosia.
Claro, ele odiava mulheres possessivas, mas era necessário que Vanessa o tratasse com desprendimento tão resignado, despreocupado e entusiasmado?
— Você está com medo de passar uma noite comigo? — perguntou Zac, deixando vermelho o rosto dela.
— Eu deveria? Você se transforma em lobisomem à meia-noite?
— Confie em mim. É uma casa de campo aprazível. Muito quieta.
— Bem, eu estava planejando trabalhar um pouquinho amanhã de manhã antes de sair em busca da minha televisão...
— Trabalhar? — Zac fez uma pausa. — Você não está levando o seu compromisso com o trabalho um pouquinho longe demais?
— Você é que é a máquina de trabalhar aqui, se não estou enganada.
— É diferente — resmungou ele.
— Por quê? Porque você é muito mais poderoso e importante do que eu? — Vanessa o olhou e se enterneceu ao encontrá-lo levemente corado. — Tente não esquecer de que tudo isso é novidade para mim — insistiu ela. — Eu quero fazer diferença. E não vou viajar até o fim do mundo para chegar ao trabalho! É uma questão de minutos ir do meu apartamento até o salão de conferências que a gente está usando no térreo!
— Olha — interrompeu Zac, bruscamente. — Há algo que eu acho que tenho que dizer...
— Mas pretendo trabalhar somente por uma hora, não muito mais do que isso. Eu falei para Liz que poderia dar uma passada lá e terminar alguns orçamentos de outdoors em Charing Cross...
Um fim de semana faria tanto estrago? Deixá-lo todas as noites em que eles se encontravam já consistia em sacrifício o bastante. Era crime ela se dar ao luxo de tirar uma folga?
— É sobre o seu emprego...
— Eu sei que exige muito, mas gosto dele. — Vanessa abriu um sorriso. — Eu vou com você. Me dê uma hora e meia para fazer o que preciso e venha me apanhar.
Ela concordara, enfim, mas isso não resolvia o dilema maior de Zac. O que ele precisava contar a Vanessae não foi dito. Zac riu de volta para ela. No final dos dois dias no campo, ele revelaria tudo.
— Satisfeito? — Vanessa sorria, sedutora. De repente, ela passou a se sentir livre, feliz diante da perspectiva de passar um fim de semana sem obrigações e com ele.
Na manhã seguinte, ela quase desejou não ter assumido compromisso em trabalhar. Vanessa jogou na mala peças íntimas, uma muda de roupas e uma camisola, que provavelmente seria dispensável, e desceu para o térreo.
Ela entrou no salão de conferências sem fazer barulho, aproveitando o silêncio incomum no ambiente de trabalho, preparou uma xícara de café e se dirigiu à sala de Liz, delimitada por divisórias.
Não muito longe dali, no escritório improvisado num dos quartos do seu apartamento, Zac Efron não conseguia se concentrar nos números à sua frente na tela do computador.
A atenção dele se desviava dos últimos relatórios do seu contador-chefe para a mulher que estaria aguardando-o no apartamento dela em 45 minutos.
Zac passou a caminhar nervoso pela casa. A sensação era a mesma de um garoto prestes a sair pela primeira vez com uma menina. Desde que iniciou a relação com Vanessa, ele sempre se sentia como um garoto no primeiro encontro. Naturalmente, a aura de novidade não duraria muito mais. Quando sentimentos como aquele duravam?
Zac passou os dedos longos nos cabelos claros e olhou com o pensamento longe a vista da janela.
A sua consciência ficaria muito mais leve, se ele não soubesse o que Vanessa estava fazendo naquele momento. Vanessa dava provas de dedicação e talento no trabalho, o que ele já sabia, e percebeu instintivamente durante os primeiros contatos com ela. Infelizmente, o fato também o deixava numa situação incômoda e indicava que a conversa que precisava ter com Vanessa não poderia mais ser adiada.
Zac arrefeceu a mente ao checar o relógio pela oitava vez em poucos minutos e se dar conta que já era hora de partir para apanhá-la. Ele calculara inclusive o tempo que perderia nos engarrafamentos que esperava encontrar.
No caminho, Zac se pôs a imaginar qual seria a reação dela à sua casa de campo. A propriedade era muito charmosa, nada de exageros ou ostentações. Vanessa não tinha razão para estar sempre em guarda contra ele, daquele jeito pit bull: mãos na cintura, faces vermelhas, recitando de cor a ladainha sobre as diferenças entre os dois.
Embora... Ele sorriu, e a idéia fixa de conversar com ela sobre o emprego foi se apagando na sua cabeça. Embora os comentários perspicazes e ferinos fossem parte do charme dela. Para dar a partida no fim de semana, ele poderia mostrar a Vanessa a jacuzzi, no jardim da casa. Apresentá-la aos prazeres da água borbulhante e aquecida...
Tal expectativa acabou gerando em Zac uma leve irritação, quando, ao chegar pontualmente ao apartamento dela, ele verificou, após tocar repetidas vezes a campainha, que Vanessa não estava em casa.
continua...
Bella : Oiie Best que eu amo, que e louka, que e legal
Da uma olha -.no ´CAP. Da uma olhada ele e dedicado
a vooce ..Da uma olhada to esperando vooce posta..
akkk da uma olhada espero que goste!
JelFran :Oiie Flor que bom que esta gostando
..nao me abandona em ...
beizanessa espero que goste !
Beatriz :Oiie Flor e verdade eles já entao como uma certa intimidadae
hehehe(66 ...
espero que goste do cap!
ღღzanessaღღ : Oiie Flor hehehe
(66 nosso zac e bem safadinho hehe eu goste diise e vooce??
e verdade eles entao bem intimo..espero que goste!
Marília :Oiie Flor ..entao o cap. e pra vooce se eu soube-se que dia 27 foi seu nive eu dedicava a vooce mais nao diise nada mais ele ..vai ser seu todinho seu DEDICADO A SEU NIVER ENTAO.
Parabéns pra vooce nesta data tha querida muitas felicidade muitos anos de vida! espero que goste do cap.
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
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