quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Capitulo 28 ♥ Dedicado A●๋•Ląરy ♥ ●๋•

— É barato, é o que posso pagar. — respondeu Vanessa sem demo­ra, abrindo a porta da frente.
— Você tem consciência — disse Zac, dentro do apartamento, assim que Vanessa acabara de fechar a porta — que é inaceitável o fato de você morar aqui. — Ele se pôs no meio da sala e reparou em volta com um olhar de desdém.
— Pois eu acho muito confortável.
— Um conjugado com uma cama que também é sofá, um banheiro onde só cabe uma anoréxica e uma cozinha... — Zac examinou a cozinha com a mesma cara de desaprovação. — Uma cozinha grande o suficiente para uma mesa com duas cadeiras.
Vanessa sentiu que iria chorar, deu-lhe as costas rapidamente, mas não com a velocidade necessária.
Os braços de Zac em volta dela foram como um santuário, um refúgio, e ela recebeu de frente o calor dele, como quem se abrigava com um cobertor.
— Agora não se trata mais só de você. — As palavras de Zac mergulhavam nos cabelos dela. — Você está carregando o meu bebê, e não vou deixá-la enfrentar esta gravidez sozinha, num cortiço desses.
— Você não vai deixar? — Vanessa se livrou do abraço traiçoeiro, e afastou-se em direção à janela. — Eu não o procurei para que você pudesse... pudesse me manipular... de novo!
— Eu não estou nem aí para como você chama isso, Vanessa, mas me escute. Me escute com muita atenção... — Zac falava baixo, e a voz viajava da sua boca até os ouvidos dela como uma flecha. — Você não vai dar à luz o meu bebê num lugar como este. Você não vai ficar descendo e subindo escadas durante a gravidez, arriscando-se à toa. Você pode não gostar, me chamar de arrogante, mas não vou deixar.
Vanessa estava boquiaberta.
— Ma... Mas por quê? — gaguejou ela. — Isso não é... não é uma espécie de conto de fadas. Você interpretou mal as minhas intenções em contar sobre a gravidez! Eu sei que você nunca quis ser pai. E por mais forte que seja o seu senso de dever, não pretendo me tornar vítima dele.
— Mas isso não diz respeito só a você. — Ele virou-se para enca­rá-la. — E não estamos discutindo aqui se eu queria ser pai ou não. A realidade é que você está grávida do meu filho, e pretendo cuidar desta situação.
— Isso não é uma situação — disse Vanessa, apesar de uma parte pequena e traiçoeira dela implorar para ser cuidada, amparada. Foi a mesma parte que um dia lhe dissera que ela podia lidar com um homem como Zac. Sábio seria evitar aquela tentação como quem evita uma praga.
— Um evento. Uma ocorrência. Um acontecimento. Chame como quiser, mas você não vai fugir de mim desta vez.
A respiração de Vanessa diminuiu o ritmo, as batidas do seu coração pareceram ter desacelerado também.
— Nós vamos nos casar.
Vanessa deu uma risada. Caminhara em direção à surrada cama de solteiro, improvisada como sofá com o acréscimo de três almofadas e um pano colorido, e ali espalhou-se com as pernas esticadas.
— Casar? Não seja ridículo. Nós não estamos mais na Idade Mé­dia. No caso de você não ter entrado ainda no século XXI. Hoje em dia mulheres engravidam e têm os seus bebês de forma eficiente e autônoma.
— Ótimo para elas. — Zac reagiu com indiferença. — Feliz­mente a vida delas não tem nada a ver comigo. — Ele previa que Vanessa protestasse, mas estava mais do que preparado para ouvir as objeções dela. Ela casaria, sim, e a idéia estava longe de desagradá-lo. O destino lhe concedera uma oportunidade, e ele não pretendia desperdiçá-la.
Vanessa apertou uma almofada contra o peito. Casamento sem amor. Apenas mais um negócio proposto por ele, igual ao primeiro, que ela foi uma idiota ao aceitar. Por mais moderna que pudesse ser, não aceitaria tomar parte em uma união sem amor. Isso significaria dias, anos de amargura, de espera silenciosa pelo impossível. Iria se tornar um peso amarrado aos pés de Zac, que ele suportaria sem reclamar pelo bem do filho.
— Olha, Zac... — Vanessa controlou o tom de voz, na tentativa de ser persuasiva. — Nós dois sabemos por que a gente se envolveu, e nós dois sabemos quais eram as regras desse envolvimento. Sem compromissos, o que dizer de casamento. — Como ela queria ter descoberto antes o que agora sabia, que Zac era um homem capaz de subtrair a emoção de qualquer situação. Sem emoção, tudo era possível, até mesmo casar-se com uma mulher que não amava. Ele transaria com ela até enjoar e, então, discretamente, conduziria uma vida privada fora do casamento. O filho o manteria ligado ao lar.
— Isso era antes, agora o momento é outro.
— Eu simplesmente não posso me casar com você. Eu não poderia me casar com ninguém sem amor. Por que você acha que nunca me casei com Frankie? Lá no fundo eu sabia que nunca poderia me casar com ele, pois não havia ali o tipo de amor que fizesse um casamento funcionar.
Zac simulou um riso curto e zombeteiro.
— E que tipo de amor é esse, Nessa? O que leva uma cereja vermelha no topo?
— Você é tão cínico! — rebateu Vanessa. — É o tipo de amor que mantém os meus pais juntos! E os seus pais, também!
Zac deu de ombros.
— Eles pertencem a uma geração diferente, e não costumo fugir das minhas responsabilidades.
— Não estou pedindo que fuja de nada! — protestou Vanessa, de­sesperada. — Quando o bebê nascer, você poderá visitá-lo quando quiser...
— Quando o bebê nascer, não haverá necessidade disso, porque vai estar morando comigo, sob o meu teto, como a minha mulher. Eu não vou ter um filho meu nascendo de forma ilegítima... — Zac levantou a mão para impedir que Vanessa, abismada, voltasse a protes­tar. — Não perca tempo em me dizer que ilegitimidade é a regra nos dias de hoje. De onde venho, bebês nascem de um matrimônio.
— De um matrimônio feliz. — Disse Vanessa com voz trêmula.
— Matrimônio feliz é um matrimônio que dá certo, e temos os ingredientes para que o matrimônio dê certo. Nós gostamos um do outro, a gente se entende muito bem na cama, vamos ter um filho, e, por último, sem o amor para embaralhar as coisas, a nossa relação tem ainda mais chances de sobreviver.
O último argumento, Zac sabia, era o mais importante para convencê-la. Frio e lógico. Nada de mencionar as noites em que ele se angustiara, quando a sua imaginação batia asas e se recusava a voltar à Terra. Lidaria com isso sozinho.
— E depois, quando... o entendimento na cama começar a min­guar?
Zac olhou para baixo por alguns instantes. Minguar? Esta mu­lher o fazia sentir vivo de forma sensacional. Ele seriamente não podia imaginar o dia em que não a desejaria na cama.
— Por que se preocupar com algo que ainda não aconteceu? — perguntou Zac. — Agora, para quem você contou sobre... isso? Para os seus pais? Amigos?
Vanessa fez-se de indiferente. Os pais podem ter engolido a vida dela em pecado com Frankie, mas solteira e grávida de um homem que eles não conheciam e que não figuraria como parte integrante da vida dela dali por diante era uma coisa bem diferente.
— Você é a única pessoa que sabe, e começo a me arrepender de não ter ficado com a boca fechada.
— Eu não ficaria se fosse você. — disse Zac de forma severa.
— Não ficaria o quê?

continua....

Ląરy ♥,JelFran, Bella, Bia Morais ...

AAAAAAA ninas que bom! que vooce gostaram ..
Bella minha best linda"sorry" vooce vai fikar em primeiro ..nesse "se nao
fika eu ti como com galinha akkk brinkis, akkk vooce literalmente nao

sabe falar em código akkkk mais ja entendi ..miga vó entra hoje dia 12/11/10 akk..as 15:45
tha espero que esteja onn beijokas best linda"
(felfran, Cap. 27 todo seu nina)
[Bia morais cap. 29 todo seu vó posta ele dia 13/11/10, sabado entao fika esperta
pra nao perde a dedicaçao!]
"lary esse cap. e seu NINA.


Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's



COMENTEM!

7 comentários:

  1. PRIMEIRA!!!!!!!!!!!!!
    AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
    PEGAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    CONSEGUI!!!!!!!!!
    PRIMEIRA!!!!!! UUUUUUUUUUU
    CAP ESPATUCULAR!!!!!!!
    MARA!!!!!!!!!!!!
    POSTA SE NAUM TE COMO COM HARUMAKI

    kkkkkkkkkkkkk

    ADOOOOOORO....
    DA UMA OLHADA EU SOU A PRIMEIRA
    DA UMA OLHADA NAUM ME COMERÃO COM KETCHUP
    DA UMA OLHADA EU TO DOIDONA

    kkkkkkkkkkkkkkkk

    TE AMO BEST!POSTA LOGO SE NAUM VC JÁ ERA (6)

    kkkkkk

    BJKS!!!
    TO ESPERANDO MEU CAP DEDICADO! RUN! kkkkk

    by:Bellla

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. amei mesmo
    to esperando super ultra mega anciosa pelo meu
    bjs da jel

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  4. OMG mais um pra mim? Eu não mereço!
    #Timida

    Sabe, sua fic é tão boa....E emocionante, ela não é como uma que eu tenho onde as pessoas choram (elas me reclamam pq eu sempre as faço chorar), mas a sua é emocionante demais...Quero saber o que vai acontecer...Amanhã eu vou ter pouco tempo pq é niver da mãe mas vou dá um jeito de ler sue blog amanhã....Estou viciada nele *-*
    Mas eu acho o Zac muito...frio. O desamor é tão penetrante nas falas deles, e Vanessa está vulneravel, é notavel, mas ela não transparecer ao menos um pingo de fragilidade no semblante..Pelo menos essa é a impressão que tenho. Gostaria que eles fossem mais coração do que razão principalmente o Zac. Onde ele está com a cabeça, um matrimonio sem amor?
    Eu não aceitaria, de jeito algum.
    Beijos...Sua história é ótima! Mas uma vez obrigada pela dedicatória..
    To #miss
    $Missentindo kkkk
    Bjo shiribinha!

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  5. To esperando o proximo cap ta?

    Super Ansiosaaaa!

    A Vane tem que casar com o Zac!

    Amei!

    Posta logo!

    Beijinhos*-*

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  6. AHHH ta muito baum!!kkkk

    mas eu acho que o zac podia amolecer néh,ele é muito duro com tudo,até com ele mesmo esconde esse amor e até que parece com a van tbm...ambos tem medo de se entregar a esse amor!!!

    Enfim...ta MARA

    Bjs,Posta loguinhoo *-*

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  7. AMEII O CAPP!
    DESCULPE NÃO TER COMENTADO O OUTRO CAP!
    SUPER ANCIOSA!
    ACHO QUE O ZAC PODERIA SER UM POUCO MAIS SENCIVEL NE?
    TO ESPERANDO!
    BJSS

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