Ela sentiu uma onda de calor brotar dentro dela. Roçou o seu corpo no dele.
— Diga que você vai comigo amanhã — sussurrou Zac no ouvido dela.
Vanessa envolveu o pescoço dele com os braços, projetando os seios com o movimento.
Ele gemeu e demorou para abrir o último e teimoso botão. Quase o arrancou de angústia. Em seguida, desabotoou por trás o sutiã de Vanessa e moveu a peça, arrastando a mão pelo abdômen dela.
Vanessa não disse nada sobre o fim de semana. Quando Darius a tocava assim, ela não era capaz de ordenar as idéias. Ele massageava os seus seios com aquelas mãos enormes. Vanessa observava o movimento dos dedos firmes e fortes dele a brincar com ela. Zac se recompôs no sofá para abrir o botão e o zíper da calça preta dela, e Vanessa, além das idéias, perdeu o fôlego.
As pernas de Vanessa instintivamente se abriram. Com ele, ela não tinha inibições. Vanessa fechou os olhos quando os dedos que antes acariciavam os seus seios penetraram por dentro da calcinha, deslizando até a fresta úmida que latejava ansiosa pelo toque dele.
Zac interrompeu o movimento, e ela quase gemeu de decepção.
— Nessa, olhe para mim.
Meio grogue, ela se virou para ele.
— Eu quero que você venha comigo neste fim de semana, e não posso entender por que você reluta em aceitar o meu convite.
— Nós nunca dormimos juntos.
— Nunca dormimos juntos? Meu Deus, mulher, o que a gente vem fazendo há semanas?
— Eu quero dizer que nós nunca passamos uma noite inteira juntos. Dormir num dia e acordar no outro na mesma cama.
— Não que não tenha tentado.
— Eu não acho que seja uma boa idéia.
— Você não pode fazer comunicados como esse sem o ônus de uma explicação. — Esta era uma relação baseada em liberdade e atração mútua, mas ele se mostrava sempre decidido a convencer Vanessa de ultrapassar os limites antes estipulados. Por quê? Zac não tinha a menor idéia. Só podia atribuir isso a algum até então desconhecido rasgo de teimosia.
Claro, ele odiava mulheres possessivas, mas era necessário que Vanessa o tratasse com desprendimento tão resignado, despreocupado e entusiasmado?
— Você está com medo de passar uma noite comigo? — perguntou Zac, deixando vermelho o rosto dela.
— Eu deveria? Você se transforma em lobisomem à meia-noite?
— Confie em mim. É uma casa de campo aprazível. Muito quieta.
— Bem, eu estava planejando trabalhar um pouquinho amanhã de manhã antes de sair em busca da minha televisão...
— Trabalhar? — Zac fez uma pausa. — Você não está levando o seu compromisso com o trabalho um pouquinho longe demais?
— Você é que é a máquina de trabalhar aqui, se não estou enganada.
— É diferente — resmungou ele.
— Por quê? Porque você é muito mais poderoso e importante do que eu? — Vanessa o olhou e se enterneceu ao encontrá-lo levemente corado. — Tente não esquecer de que tudo isso é novidade para mim — insistiu ela. — Eu quero fazer diferença. E não vou viajar até o fim do mundo para chegar ao trabalho! É uma questão de minutos ir do meu apartamento até o salão de conferências que a gente está usando no térreo!
— Olha — interrompeu Zac, bruscamente. — Há algo que eu acho que tenho que dizer...
— Mas pretendo trabalhar somente por uma hora, não muito mais do que isso. Eu falei para Liz que poderia dar uma passada lá e terminar alguns orçamentos de outdoors em Charing Cross...
Um fim de semana faria tanto estrago? Deixá-lo todas as noites em que eles se encontravam já consistia em sacrifício o bastante. Era crime ela se dar ao luxo de tirar uma folga?
— É sobre o seu emprego...
— Eu sei que exige muito, mas gosto dele. — Vanessa abriu um sorriso. — Eu vou com você. Me dê uma hora e meia para fazer o que preciso e venha me apanhar.
Ela concordara, enfim, mas isso não resolvia o dilema maior de Zac. O que ele precisava contar a Vanessae não foi dito. Zac riu de volta para ela. No final dos dois dias no campo, ele revelaria tudo.
— Satisfeito? — Vanessa sorria, sedutora. De repente, ela passou a se sentir livre, feliz diante da perspectiva de passar um fim de semana sem obrigações e com ele.
Na manhã seguinte, ela quase desejou não ter assumido compromisso em trabalhar. Vanessa jogou na mala peças íntimas, uma muda de roupas e uma camisola, que provavelmente seria dispensável, e desceu para o térreo.
Ela entrou no salão de conferências sem fazer barulho, aproveitando o silêncio incomum no ambiente de trabalho, preparou uma xícara de café e se dirigiu à sala de Liz, delimitada por divisórias.
Não muito longe dali, no escritório improvisado num dos quartos do seu apartamento, Zac Efron não conseguia se concentrar nos números à sua frente na tela do computador.
A atenção dele se desviava dos últimos relatórios do seu contador-chefe para a mulher que estaria aguardando-o no apartamento dela em 45 minutos.
Zac passou a caminhar nervoso pela casa. A sensação era a mesma de um garoto prestes a sair pela primeira vez com uma menina. Desde que iniciou a relação com Vanessa, ele sempre se sentia como um garoto no primeiro encontro. Naturalmente, a aura de novidade não duraria muito mais. Quando sentimentos como aquele duravam?
Zac passou os dedos longos nos cabelos claros e olhou com o pensamento longe a vista da janela.
A sua consciência ficaria muito mais leve, se ele não soubesse o que Vanessa estava fazendo naquele momento. Vanessa dava provas de dedicação e talento no trabalho, o que ele já sabia, e percebeu instintivamente durante os primeiros contatos com ela. Infelizmente, o fato também o deixava numa situação incômoda e indicava que a conversa que precisava ter com Vanessa não poderia mais ser adiada.
Zac arrefeceu a mente ao checar o relógio pela oitava vez em poucos minutos e se dar conta que já era hora de partir para apanhá-la. Ele calculara inclusive o tempo que perderia nos engarrafamentos que esperava encontrar.
No caminho, Zac se pôs a imaginar qual seria a reação dela à sua casa de campo. A propriedade era muito charmosa, nada de exageros ou ostentações. Vanessa não tinha razão para estar sempre em guarda contra ele, daquele jeito pit bull: mãos na cintura, faces vermelhas, recitando de cor a ladainha sobre as diferenças entre os dois.
Embora... Ele sorriu, e a idéia fixa de conversar com ela sobre o emprego foi se apagando na sua cabeça. Embora os comentários perspicazes e ferinos fossem parte do charme dela. Para dar a partida no fim de semana, ele poderia mostrar a Vanessa a jacuzzi, no jardim da casa. Apresentá-la aos prazeres da água borbulhante e aquecida...
Tal expectativa acabou gerando em Zac uma leve irritação, quando, ao chegar pontualmente ao apartamento dela, ele verificou, após tocar repetidas vezes a campainha, que Vanessa não estava em casa.
continua...
Bella : Oiie Best que eu amo, que e louka, que e legal
Da uma olha -.no ´CAP. Da uma olhada ele e dedicado
a vooce ..Da uma olhada to esperando vooce posta..
akkk da uma olhada espero que goste!
JelFran :Oiie Flor que bom que esta gostando
..nao me abandona em ...
beizanessa espero que goste !
Beatriz :Oiie Flor e verdade eles já entao como uma certa intimidadae
hehehe(66 ...
espero que goste do cap!
ღღzanessaღღ : Oiie Flor hehehe
(66 nosso zac e bem safadinho hehe eu goste diise e vooce??
e verdade eles entao bem intimo..espero que goste!
Marília :Oiie Flor ..entao o cap. e pra vooce se eu soube-se que dia 27 foi seu nive eu dedicava a vooce mais nao diise nada mais ele ..vai ser seu todinho seu DEDICADO A SEU NIVER ENTAO.
Parabéns pra vooce nesta data tha querida muitas felicidade muitos anos de vida! espero que goste do cap.
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
Comentem!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Capitulo 22 ♥
— E absolutamente fantástico. Encontrar possíveis clientes. Trabalhar em conjunto com o pessoal de propaganda para tornar os apartamentos irresistíveis. E falei da idéia de transformar parte do espaço coberto anexo ao jardim em um restaurante?
Não, não havia falado. Zac afastou a cadeira, sorrindo para ela com a satisfação de um criador diante da sua criatura. A nova Vanessa era empolgada, autoconfiante. Ficava na defensiva somente uma vez ou outra, quando ele, por exemplo, insistia que ela passasse a noite em Chelsea, em vez de voltar para o novo apartamento. Lá, após três semanas, Vanessa conseguira pelo menos colocar uma cama, uma geladeira bem pequena e um jogo de mesa e cadeiras de pinho.
— Você não está prestando atenção numa só palavra do que eu estou dizendo — resmungou ela. Vanessa levava os pratos e os talheres da mesa para a pia. O casal agora comia no apartamento dele de forma mais freqüente. O que, depois de um mês, ainda correspondia a só três noites por semana, noites pelas quais ela esperava ansiosa.
— Eu estava pensando que a gente poderia ir para o interior amanhã. Passar um fim de semana no campo. Eu preciso dar uma olhada na minha casa lá, me certificar de que tudo esteja bem. — Zac espreguiçou-se e, discretamente, a examinou com o canto dos olhos. Como ele gostava de observá-la! Pensou em desabotoar a blusa dela, para deliciar-se dos seus seios, liberá-los da renda que os oprimia. Desfez da cabeça a fantasia, para se deparar com ela, cara de brava, encostada na pia.
— Não há nenhuma necessidade de me olhar desta maneira — reagiu Zac, irritado. — É apenas uma sugestão. Sair de Londres por um fim de semana, respirar um pouco de ar puro. — Ele enfim levantou-se da cadeira e foi ao lugar onde ela permanecia em silêncio, pensativa.
— Por que pensar tanto sobre um simples convite? — Zac não escondeu a frustração.
— Não sei se seria uma boa idéia.
— Por que não seria? — exigiu Zac. — Quando foi a última vez que você saiu de Londres?
— Não é esse o problema, Zac. — Vanessa não tinha muita certeza sobre qual seria o problema, mas sabia que havia um. Ele adorava conduzir as coisas da sua própria maneira e contava com métodos variados e eficientes para assim proceder.
— E então? Quando foi a última vez?
Aí estava uma das táticas dele, Vanessa reconhecia. Zac ignorava objeções e seguia com uma linha de questionamentos até conquistar o que queria.
— Eu não lembro agora. — Vanessa suspirou. — Vá e sente-se. Eu não consigo pensar direito com você me pressionando assim.
— Ótimo, não quero que você pense direito quando está comigo.
— Você está agindo como uma criança mimada.
— O quê...? — Zac manteve a boca aberta de indignação. Uma criança mimada? Nunca fora alvo de tal acusação.
— O fato de você querer alguma coisa não significa que automaticamente ela vá acontecer. — Vanessa precisava se impor, ou acabaria se afogando nessa chamada relação-sem-compromissos, combinada para não durar mais do que uns poucos meses, se isso.
Zac deixara tudo perfeitamente claro desde o início, e não era necessário ser um prêmio Nobel para concluir que ele teria a consciência tranqüila quando as coisas inevitavelmente terminarem.
Os dois nunca planejaram nada com conseqüências para o futuro. Eles se encontravam, desfrutavam um da companhia do outro e marcavam uma saída para os dias seguintes, no máximo. Qualquer coisa, além disso, ultrapassava os limites da relação.
Vanessa falava com regularidade sozinha que a preocupação de Zac com o presente era o de que ela precisava. Ela via como um sopro de ar renovado a oportunidade de trabalhar com coisas interessantes, de viver um dia de cada vez.
— Nós precisamos conversar a respeito — resmungou Zac, saindo dali e espalhando-se indignado no sofá.
— Eu tenho muito que fazer e não posso viajar no fim de semana — disse Vanessa, sentando-se no braço do sofá.
— O quê?
— Eu quero dar uma olhada em TVs. Comprar uma portátil.
— Você não precisa comprar uma televisão — rebateu Zac. — Há duas neste apartamento. Quando você quiser ver algo na TV, basta vir aqui.
— Agora, você está sendo ridículo.
— Você pode simplesmente pegar uma das minhas. Isso, pegue emprestada uma das minhas TVs. — Para Zac, a idéia de ir à casa de campo sem ela perdia todo o encanto. Longe de representar a possibilidade de um fim de semana em agradável solidão, como normalmente era o caso, a hipótese oferecia o prognóstico de um isolamento não desejado.
E ele realmente tinha que ir até a propriedade para ver como tudo estava. Sylvia, a caseira, lhe telefonara dois dias atrás e informara que havia uma infiltração grave no térreo. O encanador fora chamado, mas existiam problemas do seguro para resolver. O piso de madeira ficara arruinado, e o aquecedor precisava ser trocado.
— Eu imaginei que você gostasse de ir para lá sozinho, por conta própria.
— Eu falei isso?
— Sim. Você me disse que a casa de campo era o único lugar onde você podia escapar do ritmo insano e relaxar com um livro.
Zac corou, embaraçado.
— Eu queria somente que você também tivesse um tempo livre — explicou. Ele voltou à carga. — Você não pode me acusar de não me preocupar com você.
O coração de Vanessa pareceu parar no meio de uma batida. Isso foi o mais perto que Zac chegou de sugerir que o que ela pensava, dizia e fazia o afetava de alguma maneira. Vanessa se repreendeu por se emocionar com um comentário repentino e inconseqüente e ordenou que a mente recobrasse a razão.
— Tudo bem. Eu não vou acusá-lo.
Por algum motivo e sem justificativa, Zac se sentiu ofendido pela réplica rápida dela.
— Lembre-me de nunca mais sugerir para você algo tão complicado quanto umas férias — ironizou ele. — Você poderia entrar em coma só de pensar isso.
— Férias? — balbuciou ela, incapaz de abafar a surpresa.
— Isso. Uma coisa que as pessoas normalmente fazem, principalmente quando querem passar um tempo juntas. — Zac tinha consciência de que deveria retroceder, enquanto mantinha vantagem, mas, sem saber explicar por que, ele queria ir adiante.
— Eu sei o que são férias. — Vanessa riu, não dando a mínima para aquela discussão.
— Você teve várias férias, não?
— Você sabe que não.
— Ah, sim, esqueci que você trabalhava e estudava para pagar as contas, enquanto o seu namorado preguiçoso a criticava e bebia todo o dinheiro que sobrava.
Vanessa preferiu ignorar os comentários sobre Frankie. O ex-namorado, definitivamente parte do seu passado, insistia em reaparecer no seu presente nas formas e momentos mais inesperados.
— Eu costumava ir à Cornualha quando criança — confidenciou ela, um tanto melancólica. — E você tirou férias com Rosalind? — provocou.
— Nunca me passou pela cabeça — respondeu Zac, sincero. Poderia até acrescentar que tirar férias sozinho com uma mulher representaria uma experiência inédita para ele. As suas férias tradicionalmente se resumiam em visitar a família na Grécia. Zac tinha muito trabalho para se dar ao luxo de se isolar em algum lugar remoto e exótico.
Como havia dito a Vanessa, os fins de semana no campo eram o seu único refúgio.
— Por que não?
— Para começar, não teria condições de me afastar do escritório por muito tempo. Além disso, não tinha a mínima vontade de viajar com ela.
Zac mudou de assunto com uma voz sensual e persuasiva:
— Eu não gosto que você fique sentada na outra ponta do sofá quando conversa comigo. Vem cá. — Zac bateu duas vezes na almofada ao lado dele. Vanessa atendeu prontamente. Apoiou as costas no peito de Darius e encaixou a cabeça na curva entre o pescoço e o ombro dele.
O abraço, o jeito que Zac a abrigava no seu colo, tinha algo de possessivo e aconchegante. Ela queria ronronar com um prazer felino.
— Um homem como você não deveria nunca planejar férias com uma mulher — afirmou Vanessa, um pouco deprimida.
— E por quê?
— Porque quando a ocasião das férias chegasse haveria uma boa chance de que você já estivesse cansado da mulher em questão.
— O que me leva de volta ao assunto do fim de semana no campo. Eu posso garantir que até amanhã não terei me cansado de você. — Zac abria devagar os botões perolados da blusa de Vanessa.
continua...
JelFran,Karoline..♥,Marília,Tainá,łคя¡รรค,Beatriz,ღღzanessaღღ ,Clara ,Lαri Musso ϟ e Bella -> duas vezes Bella...akkk
Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,
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ps:vó posta só sexta-feira...
Não, não havia falado. Zac afastou a cadeira, sorrindo para ela com a satisfação de um criador diante da sua criatura. A nova Vanessa era empolgada, autoconfiante. Ficava na defensiva somente uma vez ou outra, quando ele, por exemplo, insistia que ela passasse a noite em Chelsea, em vez de voltar para o novo apartamento. Lá, após três semanas, Vanessa conseguira pelo menos colocar uma cama, uma geladeira bem pequena e um jogo de mesa e cadeiras de pinho.
— Você não está prestando atenção numa só palavra do que eu estou dizendo — resmungou ela. Vanessa levava os pratos e os talheres da mesa para a pia. O casal agora comia no apartamento dele de forma mais freqüente. O que, depois de um mês, ainda correspondia a só três noites por semana, noites pelas quais ela esperava ansiosa.
— Eu estava pensando que a gente poderia ir para o interior amanhã. Passar um fim de semana no campo. Eu preciso dar uma olhada na minha casa lá, me certificar de que tudo esteja bem. — Zac espreguiçou-se e, discretamente, a examinou com o canto dos olhos. Como ele gostava de observá-la! Pensou em desabotoar a blusa dela, para deliciar-se dos seus seios, liberá-los da renda que os oprimia. Desfez da cabeça a fantasia, para se deparar com ela, cara de brava, encostada na pia.
— Não há nenhuma necessidade de me olhar desta maneira — reagiu Zac, irritado. — É apenas uma sugestão. Sair de Londres por um fim de semana, respirar um pouco de ar puro. — Ele enfim levantou-se da cadeira e foi ao lugar onde ela permanecia em silêncio, pensativa.
— Por que pensar tanto sobre um simples convite? — Zac não escondeu a frustração.
— Não sei se seria uma boa idéia.
— Por que não seria? — exigiu Zac. — Quando foi a última vez que você saiu de Londres?
— Não é esse o problema, Zac. — Vanessa não tinha muita certeza sobre qual seria o problema, mas sabia que havia um. Ele adorava conduzir as coisas da sua própria maneira e contava com métodos variados e eficientes para assim proceder.
— E então? Quando foi a última vez?
Aí estava uma das táticas dele, Vanessa reconhecia. Zac ignorava objeções e seguia com uma linha de questionamentos até conquistar o que queria.
— Eu não lembro agora. — Vanessa suspirou. — Vá e sente-se. Eu não consigo pensar direito com você me pressionando assim.
— Ótimo, não quero que você pense direito quando está comigo.
— Você está agindo como uma criança mimada.
— O quê...? — Zac manteve a boca aberta de indignação. Uma criança mimada? Nunca fora alvo de tal acusação.
— O fato de você querer alguma coisa não significa que automaticamente ela vá acontecer. — Vanessa precisava se impor, ou acabaria se afogando nessa chamada relação-sem-compromissos, combinada para não durar mais do que uns poucos meses, se isso.
Zac deixara tudo perfeitamente claro desde o início, e não era necessário ser um prêmio Nobel para concluir que ele teria a consciência tranqüila quando as coisas inevitavelmente terminarem.
Os dois nunca planejaram nada com conseqüências para o futuro. Eles se encontravam, desfrutavam um da companhia do outro e marcavam uma saída para os dias seguintes, no máximo. Qualquer coisa, além disso, ultrapassava os limites da relação.
Vanessa falava com regularidade sozinha que a preocupação de Zac com o presente era o de que ela precisava. Ela via como um sopro de ar renovado a oportunidade de trabalhar com coisas interessantes, de viver um dia de cada vez.
— Nós precisamos conversar a respeito — resmungou Zac, saindo dali e espalhando-se indignado no sofá.
— Eu tenho muito que fazer e não posso viajar no fim de semana — disse Vanessa, sentando-se no braço do sofá.
— O quê?
— Eu quero dar uma olhada em TVs. Comprar uma portátil.
— Você não precisa comprar uma televisão — rebateu Zac. — Há duas neste apartamento. Quando você quiser ver algo na TV, basta vir aqui.
— Agora, você está sendo ridículo.
— Você pode simplesmente pegar uma das minhas. Isso, pegue emprestada uma das minhas TVs. — Para Zac, a idéia de ir à casa de campo sem ela perdia todo o encanto. Longe de representar a possibilidade de um fim de semana em agradável solidão, como normalmente era o caso, a hipótese oferecia o prognóstico de um isolamento não desejado.
E ele realmente tinha que ir até a propriedade para ver como tudo estava. Sylvia, a caseira, lhe telefonara dois dias atrás e informara que havia uma infiltração grave no térreo. O encanador fora chamado, mas existiam problemas do seguro para resolver. O piso de madeira ficara arruinado, e o aquecedor precisava ser trocado.
— Eu imaginei que você gostasse de ir para lá sozinho, por conta própria.
— Eu falei isso?
— Sim. Você me disse que a casa de campo era o único lugar onde você podia escapar do ritmo insano e relaxar com um livro.
Zac corou, embaraçado.
— Eu queria somente que você também tivesse um tempo livre — explicou. Ele voltou à carga. — Você não pode me acusar de não me preocupar com você.
O coração de Vanessa pareceu parar no meio de uma batida. Isso foi o mais perto que Zac chegou de sugerir que o que ela pensava, dizia e fazia o afetava de alguma maneira. Vanessa se repreendeu por se emocionar com um comentário repentino e inconseqüente e ordenou que a mente recobrasse a razão.
— Tudo bem. Eu não vou acusá-lo.
Por algum motivo e sem justificativa, Zac se sentiu ofendido pela réplica rápida dela.
— Lembre-me de nunca mais sugerir para você algo tão complicado quanto umas férias — ironizou ele. — Você poderia entrar em coma só de pensar isso.
— Férias? — balbuciou ela, incapaz de abafar a surpresa.
— Isso. Uma coisa que as pessoas normalmente fazem, principalmente quando querem passar um tempo juntas. — Zac tinha consciência de que deveria retroceder, enquanto mantinha vantagem, mas, sem saber explicar por que, ele queria ir adiante.
— Eu sei o que são férias. — Vanessa riu, não dando a mínima para aquela discussão.
— Você teve várias férias, não?
— Você sabe que não.
— Ah, sim, esqueci que você trabalhava e estudava para pagar as contas, enquanto o seu namorado preguiçoso a criticava e bebia todo o dinheiro que sobrava.
Vanessa preferiu ignorar os comentários sobre Frankie. O ex-namorado, definitivamente parte do seu passado, insistia em reaparecer no seu presente nas formas e momentos mais inesperados.
— Eu costumava ir à Cornualha quando criança — confidenciou ela, um tanto melancólica. — E você tirou férias com Rosalind? — provocou.
— Nunca me passou pela cabeça — respondeu Zac, sincero. Poderia até acrescentar que tirar férias sozinho com uma mulher representaria uma experiência inédita para ele. As suas férias tradicionalmente se resumiam em visitar a família na Grécia. Zac tinha muito trabalho para se dar ao luxo de se isolar em algum lugar remoto e exótico.
Como havia dito a Vanessa, os fins de semana no campo eram o seu único refúgio.
— Por que não?
— Para começar, não teria condições de me afastar do escritório por muito tempo. Além disso, não tinha a mínima vontade de viajar com ela.
Zac mudou de assunto com uma voz sensual e persuasiva:
— Eu não gosto que você fique sentada na outra ponta do sofá quando conversa comigo. Vem cá. — Zac bateu duas vezes na almofada ao lado dele. Vanessa atendeu prontamente. Apoiou as costas no peito de Darius e encaixou a cabeça na curva entre o pescoço e o ombro dele.
O abraço, o jeito que Zac a abrigava no seu colo, tinha algo de possessivo e aconchegante. Ela queria ronronar com um prazer felino.
— Um homem como você não deveria nunca planejar férias com uma mulher — afirmou Vanessa, um pouco deprimida.
— E por quê?
— Porque quando a ocasião das férias chegasse haveria uma boa chance de que você já estivesse cansado da mulher em questão.
— O que me leva de volta ao assunto do fim de semana no campo. Eu posso garantir que até amanhã não terei me cansado de você. — Zac abria devagar os botões perolados da blusa de Vanessa.
continua...
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AMEI meninas muito obrigada genti 11 comentarios caraca de 3 pra 8 e de 8 para 11 genti obrigada msm BUAAAAAA tó emocionada ...
Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,
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Capitulo 21 ♥
Vanessa espantou-se ao vê-lo de perto em jeans desbotado, tênis e um agasalho verde-escuro. Ela aprovou. Nele, o tradicional jeans desbotado ganhava um charme novo.
— E também trouxe o carro esporte solicitado. — Zac estalou um beijo na ponta do nariz dela.
— O que passou pela sua cabeça para achar que as minhas coisas caberiam num carro esporte! — Vanessa riu e mostrou com o braço a pilha de coisas pacientemente trazidas escada abaixo.
Zac passeou pela casa, examinando a coleção de pertences dela, com uma expressão de quem aceitara a brincadeira.
— E quem disse que acreditei na historinha da mulher com pouca bagagem? O meu motorista está estacionado lá fora com um muito mais sensato Range Rover. Podemos segui-lo na Ferrari.
Vanessa titubeou, mas cedeu. Por que se incomodar com aquilo? Zac estava certo ao opinar que ela precisava aprender a ignorar o orgulho e aceitar ajuda. E era uma grande ajuda tê-lo ali para auxiliar na mudança. Frankie se ofereceu, mas Vanessa achou importante não aceitar. Mudar-se da casa dele representava o início de uma nova vida. Frankie não insistiu. Na verdade, aparentou alívio e disse algo sobre arrumar as próprias coisas, mas não entrou em detalhes.
Vanessa sorriu:
— Tudo bem.
— Você vai e espera no carro. Eu e George vamos levar as coisas para a caminhonete. Há algo que você queira levar com você?
— Apenas a minha mochila. — Ela afastou-se, enquanto Zac media com os olhos tudo que teria de ser transportado. Vanessa tentou conter o prazer de passar para ele o controle das ações. Receber cuidados, em vez de cuidar de alguém o tempo inteiro, representava uma mudança enorme.
Obediente, ela foi para a Ferrari e observou Zac e o motorista descarregaram a bagagem no jipe 4x4. Depois, seguiram devagar, devido ao tráfego intenso no centro de Londres, rumo ao novo lar.
O empreendimento seria o maior no gênero, e a campanha publicitária orgulhosamente anunciava as vantagens de morar ao sul do rio Tâmisa. O projeto englobava suítes privadas, escritórios, um andar inteiro de academias de ginástica, vários salões de beleza, espaços para conferência, estacionamento no subsolo e uma sala de cinema para uso exclusivo dos residentes. Tudo isso construído em volta de uma área central aberta e gramada.
Vanessa descrevia tudo em detalhes, até perceber que ela conduzia um monólogo, e não uma conversa.
— Você não precisava vir e me ajudar — disse ela, colocando o orgulho de volta no lugar.
— Eu sei. — Zac sabia exatamente no que Vanessa estava pensando. Entusiasmada, ela detalhara a grande oportunidade que tinha, só para esbarrar no muro de silêncio dele.
Mais cedo ou mais tarde, Zac teria que lhe contar. Ele se contraía de preocupação diante desta perspectiva. Não era a hora ainda de falar. Esperaria ela se sentir segura no emprego, capaz de aceitar a verdade com moderação, talvez com bom humor.
Zac não dava corda para que Vanessa prolongasse a conversa. Como alternativa, ele puxava papo sobre as atualidades de Londres, perguntava-lhe sobre os colegas do antigo trabalho na boate, se ela sentia falta de alguém, se mantinha contato com o pessoal. Em alguns minutos, a tensão evaporava do corpo dele.
Eles já podiam avistar do carro o empreendimento, de modernidade suntuosa e irreverente, dominando o horizonte.
Zac passou com a Ferrari por um arco direto para a área central, contornada com vagas para os carros dos visitantes.
— Qual é o apartamento? — indagou ele, admirando o edifício com satisfação profissional. — Certo. Você sobe, e eu e George a seguimos com as coisas.
Vanessa ainda fazia, extasiada, o reconhecimento dos seus novos domínios, quando a última mala surrada bateu contra o piso do apartamento.
— Não é fantástico? — Ela caminhou até a janela para contemplar a vista incrível da cidade: rio, pontes, carros e pessoas aglomerados como brinquedos em movimento.
— Onde você vai dormir, meu Deus?
Vanessa reagiu com uma cara de perplexa, como se Zac estivesse fora de si.
— No chão, é claro. Como você vê, não há um só móvel, e eu não tinha nenhum para trazer comigo.
— No chão? — A expressão de Zac transbordava de incredulidade.
— Num saco de dormir. — Vanessa reformulou a resposta. — Velho, mas ainda útil. E trouxe um travesseiro. Não há por que ficar parado aí como se estivesse atuando num filme de terror. Você pode achar a idéia de um saco de dormir inconcebível, mas eu, não.
— Quem sabe ao se ajeitar nele você não descubra que o chão é mais duro do que você pensa? — Não havia nem passado pela cabeça de Zac que o apartamento não era mobiliado. Ele deveria ter insistido que Vanessa morasse com ele até que eles pudessem equipar a casa com pelo menos os utensílios mais rudimentares. Imediatamente, ele se questionou. Que diabos estava pensando? Morar com ele? Ele quase riu em alto e bom som do absurdo da hipótese que brotou do nada nas suas idéias.
— Eu conheço sacos de dormir, Zac. — Vanessa, de braços cruzados, recostava-se no parapeito da impressionante janela de três faces, que avançava para além da parede. — Eu já acampei diversas vezes, coisa que acredito você nunca fez. — Por mais que estivessem próximos, era difícil acomodar as diferenças entre dois. A cada contraste banal que surgia, Vanessa se dava conta de quão diferentes eram os dois.
— Nós vamos ter que arrumar alguns móveis para você — reagiu Zac. — Ninguém pode esperar que você viva assim. Por que você não trouxe mais algumas coisas da casa? — perguntou ele.
— Porque elas não me pertenciam. Porque eu poderia ter sido acusada de roubo.
— E ele nunca ofereceu nada a você? Apesar do fato de você ter passado anos pagando as contas? Nós podemos ir à Harrods e comprar algumas coisas. Umas cadeiras, uma mesa, um tel...
— Espere aí! — Será que ele pensava que poderia de certa forma comprá-la? Desejo sexual era uma coisa. Equipar a casa para ela estava fora de questão. A conversa invadia um mundo totalmente diferente do qual eles haviam concordado em dividir. Vanessa ficou zonza ao especular como seria receber presentes por amor, com a força que poderia ter tal gesto. Ela piscou os olhos uma ou duas vezes para recobrar-se.
— Você não vai comprar nada para mim. Se quiser alguma coisa, eu vou economizar para comprar.
— Pelo amor de Deus, Nessa. Eu posso...
— Esqueça. Eu não aceitarei nada de você, não vou viver com a idéia de que você de alguma maneira conseguiu me comprar.
Ficou mais do que claro para Zac o brilho de determinação nos olhos dela, e ele recuou. Preferiu não pensar no caos que a sua própria criação poderia resultar. Não. Organizaria a situação quando chegasse o momento propício, pois nunca tivera problemas em consertar qualquer coisa antes.
— Tudo bem — concordou ele, mais sensual. — Um almoço passaria no seu teste de orgulho?
Vanessa exibiu um meio sorriso, involuntário.
— Seguida por uma festinha para dois no novo apartamento?
Como ela resistiria? Vanessa havia sido tão forte quando o conhecera. Tinha consciência de que ele era um homem de um planeta diferente. Quando Zac desenvolveu o talento para vencer a resistência dela? E quanto tempo levaria, Vanessa se perguntava, alarmada, para que ela perdesse toda a imunidade a ele?
CONTINUA ->
— E também trouxe o carro esporte solicitado. — Zac estalou um beijo na ponta do nariz dela.
— O que passou pela sua cabeça para achar que as minhas coisas caberiam num carro esporte! — Vanessa riu e mostrou com o braço a pilha de coisas pacientemente trazidas escada abaixo.
Zac passeou pela casa, examinando a coleção de pertences dela, com uma expressão de quem aceitara a brincadeira.
— E quem disse que acreditei na historinha da mulher com pouca bagagem? O meu motorista está estacionado lá fora com um muito mais sensato Range Rover. Podemos segui-lo na Ferrari.
Vanessa titubeou, mas cedeu. Por que se incomodar com aquilo? Zac estava certo ao opinar que ela precisava aprender a ignorar o orgulho e aceitar ajuda. E era uma grande ajuda tê-lo ali para auxiliar na mudança. Frankie se ofereceu, mas Vanessa achou importante não aceitar. Mudar-se da casa dele representava o início de uma nova vida. Frankie não insistiu. Na verdade, aparentou alívio e disse algo sobre arrumar as próprias coisas, mas não entrou em detalhes.
Vanessa sorriu:
— Tudo bem.
— Você vai e espera no carro. Eu e George vamos levar as coisas para a caminhonete. Há algo que você queira levar com você?
— Apenas a minha mochila. — Ela afastou-se, enquanto Zac media com os olhos tudo que teria de ser transportado. Vanessa tentou conter o prazer de passar para ele o controle das ações. Receber cuidados, em vez de cuidar de alguém o tempo inteiro, representava uma mudança enorme.
Obediente, ela foi para a Ferrari e observou Zac e o motorista descarregaram a bagagem no jipe 4x4. Depois, seguiram devagar, devido ao tráfego intenso no centro de Londres, rumo ao novo lar.
O empreendimento seria o maior no gênero, e a campanha publicitária orgulhosamente anunciava as vantagens de morar ao sul do rio Tâmisa. O projeto englobava suítes privadas, escritórios, um andar inteiro de academias de ginástica, vários salões de beleza, espaços para conferência, estacionamento no subsolo e uma sala de cinema para uso exclusivo dos residentes. Tudo isso construído em volta de uma área central aberta e gramada.
Vanessa descrevia tudo em detalhes, até perceber que ela conduzia um monólogo, e não uma conversa.
— Você não precisava vir e me ajudar — disse ela, colocando o orgulho de volta no lugar.
— Eu sei. — Zac sabia exatamente no que Vanessa estava pensando. Entusiasmada, ela detalhara a grande oportunidade que tinha, só para esbarrar no muro de silêncio dele.
Mais cedo ou mais tarde, Zac teria que lhe contar. Ele se contraía de preocupação diante desta perspectiva. Não era a hora ainda de falar. Esperaria ela se sentir segura no emprego, capaz de aceitar a verdade com moderação, talvez com bom humor.
Zac não dava corda para que Vanessa prolongasse a conversa. Como alternativa, ele puxava papo sobre as atualidades de Londres, perguntava-lhe sobre os colegas do antigo trabalho na boate, se ela sentia falta de alguém, se mantinha contato com o pessoal. Em alguns minutos, a tensão evaporava do corpo dele.
Eles já podiam avistar do carro o empreendimento, de modernidade suntuosa e irreverente, dominando o horizonte.
Zac passou com a Ferrari por um arco direto para a área central, contornada com vagas para os carros dos visitantes.
— Qual é o apartamento? — indagou ele, admirando o edifício com satisfação profissional. — Certo. Você sobe, e eu e George a seguimos com as coisas.
Vanessa ainda fazia, extasiada, o reconhecimento dos seus novos domínios, quando a última mala surrada bateu contra o piso do apartamento.
— Não é fantástico? — Ela caminhou até a janela para contemplar a vista incrível da cidade: rio, pontes, carros e pessoas aglomerados como brinquedos em movimento.
— Onde você vai dormir, meu Deus?
Vanessa reagiu com uma cara de perplexa, como se Zac estivesse fora de si.
— No chão, é claro. Como você vê, não há um só móvel, e eu não tinha nenhum para trazer comigo.
— No chão? — A expressão de Zac transbordava de incredulidade.
— Num saco de dormir. — Vanessa reformulou a resposta. — Velho, mas ainda útil. E trouxe um travesseiro. Não há por que ficar parado aí como se estivesse atuando num filme de terror. Você pode achar a idéia de um saco de dormir inconcebível, mas eu, não.
— Quem sabe ao se ajeitar nele você não descubra que o chão é mais duro do que você pensa? — Não havia nem passado pela cabeça de Zac que o apartamento não era mobiliado. Ele deveria ter insistido que Vanessa morasse com ele até que eles pudessem equipar a casa com pelo menos os utensílios mais rudimentares. Imediatamente, ele se questionou. Que diabos estava pensando? Morar com ele? Ele quase riu em alto e bom som do absurdo da hipótese que brotou do nada nas suas idéias.
— Eu conheço sacos de dormir, Zac. — Vanessa, de braços cruzados, recostava-se no parapeito da impressionante janela de três faces, que avançava para além da parede. — Eu já acampei diversas vezes, coisa que acredito você nunca fez. — Por mais que estivessem próximos, era difícil acomodar as diferenças entre dois. A cada contraste banal que surgia, Vanessa se dava conta de quão diferentes eram os dois.
— Nós vamos ter que arrumar alguns móveis para você — reagiu Zac. — Ninguém pode esperar que você viva assim. Por que você não trouxe mais algumas coisas da casa? — perguntou ele.
— Porque elas não me pertenciam. Porque eu poderia ter sido acusada de roubo.
— E ele nunca ofereceu nada a você? Apesar do fato de você ter passado anos pagando as contas? Nós podemos ir à Harrods e comprar algumas coisas. Umas cadeiras, uma mesa, um tel...
— Espere aí! — Será que ele pensava que poderia de certa forma comprá-la? Desejo sexual era uma coisa. Equipar a casa para ela estava fora de questão. A conversa invadia um mundo totalmente diferente do qual eles haviam concordado em dividir. Vanessa ficou zonza ao especular como seria receber presentes por amor, com a força que poderia ter tal gesto. Ela piscou os olhos uma ou duas vezes para recobrar-se.
— Você não vai comprar nada para mim. Se quiser alguma coisa, eu vou economizar para comprar.
— Pelo amor de Deus, Nessa. Eu posso...
— Esqueça. Eu não aceitarei nada de você, não vou viver com a idéia de que você de alguma maneira conseguiu me comprar.
Ficou mais do que claro para Zac o brilho de determinação nos olhos dela, e ele recuou. Preferiu não pensar no caos que a sua própria criação poderia resultar. Não. Organizaria a situação quando chegasse o momento propício, pois nunca tivera problemas em consertar qualquer coisa antes.
— Tudo bem — concordou ele, mais sensual. — Um almoço passaria no seu teste de orgulho?
Vanessa exibiu um meio sorriso, involuntário.
— Seguida por uma festinha para dois no novo apartamento?
Como ela resistiria? Vanessa havia sido tão forte quando o conhecera. Tinha consciência de que ele era um homem de um planeta diferente. Quando Zac desenvolveu o talento para vencer a resistência dela? E quanto tempo levaria, Vanessa se perguntava, alarmada, para que ela perdesse toda a imunidade a ele?
CONTINUA ->
sábado, 23 de outubro de 2010
Capitulo 20 ♥
— Eu acho que devo começar a pensar em voltar para casa — disse Vanessa, após um tempo. Ela traçara pequenos círculos imaginários com o dedo no peito dele e se divertia naquele momento em percorrer o contorno de um dos mamilos de Zac.
— Por quê?
— Por que é lá freqüentemente que eu passo as noites.
— Freqüentemente?
— Satisfazer as nossas vontades, você quer dizer. — Em vez de ligar o motor, Zac enfiou a chave na ignição e se pôs a observá-la.
Ele poderia partir para o ataque neste momento e fazer amor com Vanessa mais uma vez. Neste exato instante, neste exato lugar, como um adolescente aflito, sem a privacidade de um quarto para abrigar-se. Ela o excitava. Não apenas pelo corpo, mas também pela maneira como o olhava, uma olhada contemplativa.
Não, era mais do que isso, era a maneira como ela agia. Direta, engraçada, discreta, com um raciocínio ágil, nunca visto por Zac antes.
— Ah, é? — Vanessa riu. — Então você está pensando nas nossas vontades! Bem, talvez numa outra vez. Agora eu acho que você deveria se mexer. Não quero que você vá dormir muito tarde por minha causa. Os donos de impérios precisam de um sono tranqüilo.
Zac ligou o carro e deixou o estacionamento. Ele não se importaria em tirar um dia de folga, se a contrapartida fosse passar o tempo inteiro na cama com ela.
— Pro seu governo, eu só preciso de umas poucas horas de sono para funcionar bem. Eu geralmente durmo pouco. Você vai fazer alguma coisa amanhã?
— Amanhã? — Ela se virou para a paisagem na janela e franziu a testa. — Eu preciso comprar umas roupas decentes para trabalhar e devo tentar me encontrar com Frankie, para combinar quando ele vai voltar para debaixo do próprio teto. Eu não faço a menor idéia de onde ele esteja, mas aposto que dormindo no chão da casa de alguém. — A voz de Vanessa suavizou-se. — Ele tem sido fantástico durante todo esse tempo de separação.
As mãos de Zac espremeram o volante.
— Que herói — murmurou ele sarcástico, e Vanessa o olhou de cara feia.
Se Vanessa não tivesse a cabeça bem no lugar, ela poderia até detectar uma ponta de ciúme no comentário quase inaudível.
A idéia de um Zac ciumento, porém, provocaria gargalhadas, principalmente se a razão para tal sentimento fosse ela, uma mulher com quem ele mantinha uma relação adulta, sem compromissos, se é que o que eles tinham poderia ser chamado de uma relação.
— Eu por acaso penso que é heróico, sim, me deixar morar na própria casa, quando a gente não está mais junto. Você teria feito o mesmo?
— Eu não lido com hipóteses.
— Ah, me parece que a sua imaginação deixou você na mão. — Apesar da ofensiva, Vanessa não encontrava nela disposição para um confronto com Zac. Os olhos de ambos se cruzaram por um segundo, e a sintonia entre os dois provocou em Vanessa um arrepio, que a amedrontou.
— Disso eu nunca fui acusado antes.
O tom de voz de Zac levou Vanessa a suspeitar que ele se referia à imaginação dele na cama e ela não queria pensar nele entre lençóis com outra mulher.
— Bem, se você gasta as suas noites com bonequinhas de papel...
Vanessa riu, estendeu o braço e espalmou a mão sobre a coxa dela.
Vanessa se excitou.
— Dirigir com uma das mãos não é seguro — disse ela, um pouco ofegante.
— Que pena. — Ele tirou a mão, deixando a perna dela fria e carente. — Há sempre a possibilidade de remediarmos a situação quando chegarmos à sua casa...
Vanessa dividia-se entre a tentação de se entregar mais uma vez a ele e a voz da consciência que lhe dizia que não, que ela deveria se preservar, e isso significava traçar e explicitar os limites. Vanessa balançou a cabeça negativamente e com firmeza para ele.
— Então quando vou vê-la de novo? — Zac estacionava em frente à porta da casa dela. — Se você está ocupada amanhã, então eu pego você na sexta-feira, às 19h30. A gente pode jantar em algum lugar.
Vanessa abriu a porta do carro, prevendo que ele a acompanharia até a entrada de casa. Ele assim procedeu. Mas Zac não poderia de jeito nenhum entrar na casa. Não quando parecia que bastaria ele se aproximar um pouco para ela perder o controle sobre si mesma.
— Não sei — despistou ela.
Não sei? Que diabos aquela mulher queria dizer com aquilo! Zac tomou a frente dela e obstruiu a porta da casa com os braços cruzados. Logo ele! O homem que abominava qualquer pessoa possessiva! Ele que nunca, em toda a vida, mostrou o menor sinal de tal inconveniente emoção! Flagrava-se agora submisso, exigindo saber cada passo que ela planejava.
— Eu começo no emprego na segunda-feira — afirmou Vanessa. — Você se importaria em sair da frente? Eu não posso entrar em casa se você ficar aí.
— Até aí estou entendendo. O que não compreendo é o que isso tem a ver com o fato de não poder ver você. — Autocontrole, Zac repetia para si. Ele era o mestre do autocontrole. Pelo menos assim ele pensava. Não se sentia tão controlado neste momento e permaneceu, convicto, no mesmo lugar.
— Eu tenho um monte de coisas para fazer antes de começar no trabalho. Frankie vai querer voltar para casa o quanto antes. Logo, vou ter que me mudar no fim de semana. Eu vou ver a gerente de Recursos Humanos na sexta de manhã para assinar o que tiver para ser assinado.
— Você disse que o seu novo apartamento é... onde exatamente?
Vanessa levantou as sobrancelhas, desconfiada, mas deu a ele o endereço.
— Tudo bem. — Ele desimpediu o caminho até a porta da casa e a olhou ainda um pouco contrariado. — Você pode precisar de uma ajuda com a mudança... Eu posso arrumar um caminhão ou uma caminhonete de qualquer tamanho.
Desta vez, Vanessa riu com vontade.
— Eu não acho que isso tudo vai ser necessário. Os meus pertences cabem no banco de trás de um carro esporte. — Antes que Vanessa pudesse esboçar qualquer reação, Zac segurou uma das suas mãos, a virou e a beijou na palma. Em seguida, beijou Vanessa na boca.
Como ele a fazia tão... tão feliz! Será que por ter agüentado tanto tempo uma relação falida com Frankie ela agora se lambuzava com esse pouquinho de atenção?
— Sábado — murmurou Zac, descolando-se dela, mas próximo o suficiente para que Vanessa sentisse o hálito quente dele. — Nove horas em ponto. Eu estarei aqui para ajudá-la com a mudança.
— Não seja ridículo. Eu sou totalmente...
— Eu sei. Totalmente capaz de fazer isso sozinha. Por que você não aceita uma ajudazinha pelo menos uma vez, quando essa ajuda é oferecida com a melhor das boas intenções?
O problema era saber qual era a intenção.
Obviamente, ela deveria ter batido o pé e recusado calmamente. Ele acabaria sendo mais um impedimento do que uma ajuda. No entanto, não foi assim que Vanessa agiu. Como resultado, Zac teve a chance de se mostrar extremamente pontual, chegando à casa dela no sábado na hora marcada, a bordo de uma Ferrari prata rebaixada, que caía como uma luva nele.
De queixo caído, Vanessa o viu descer do carro. Fechou a boca, pois não queria dar a impressão de ser uma daquelas que se impressionavam com carros. Estava disposta a lhe dizer isso, tão logo ela abrisse a porta de casa para ele.
— Cheguei — anunciou-se, rindo. — E vim vestido para a ocasião.
Continua...
Oiie amores entao estou um poukinho sem tempo ..só postarei na terça-feira, talvez eu do uma passadinha no domingo de noite e posto 1 CAP. mais vó fazer um esforcinho, bom espero que goste dos Cap's né e SEJA BEM VINDA Marília =D!
->Amores os comentarios está muito lindos amei todos ...que bom que karoline,Beatriz,Clarinha,Tainá e lary NAO ME ABANDONARAM só A bella BUAAAAAAAA ela me deixo eskeceu de mim e uma canibal que nem a BRUNA SIM GENTI A ANONIMA ME DEIXO QUERO ELA DE VOLTA BUAAAAAAAAAAA tó tisti :'( bruna cade vooce?
Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
COMENTEM!
— Por quê?
— Por que é lá freqüentemente que eu passo as noites.
— Freqüentemente?
— Satisfazer as nossas vontades, você quer dizer. — Em vez de ligar o motor, Zac enfiou a chave na ignição e se pôs a observá-la.
Ele poderia partir para o ataque neste momento e fazer amor com Vanessa mais uma vez. Neste exato instante, neste exato lugar, como um adolescente aflito, sem a privacidade de um quarto para abrigar-se. Ela o excitava. Não apenas pelo corpo, mas também pela maneira como o olhava, uma olhada contemplativa.
Não, era mais do que isso, era a maneira como ela agia. Direta, engraçada, discreta, com um raciocínio ágil, nunca visto por Zac antes.
— Ah, é? — Vanessa riu. — Então você está pensando nas nossas vontades! Bem, talvez numa outra vez. Agora eu acho que você deveria se mexer. Não quero que você vá dormir muito tarde por minha causa. Os donos de impérios precisam de um sono tranqüilo.
Zac ligou o carro e deixou o estacionamento. Ele não se importaria em tirar um dia de folga, se a contrapartida fosse passar o tempo inteiro na cama com ela.
— Pro seu governo, eu só preciso de umas poucas horas de sono para funcionar bem. Eu geralmente durmo pouco. Você vai fazer alguma coisa amanhã?
— Amanhã? — Ela se virou para a paisagem na janela e franziu a testa. — Eu preciso comprar umas roupas decentes para trabalhar e devo tentar me encontrar com Frankie, para combinar quando ele vai voltar para debaixo do próprio teto. Eu não faço a menor idéia de onde ele esteja, mas aposto que dormindo no chão da casa de alguém. — A voz de Vanessa suavizou-se. — Ele tem sido fantástico durante todo esse tempo de separação.
As mãos de Zac espremeram o volante.
— Que herói — murmurou ele sarcástico, e Vanessa o olhou de cara feia.
Se Vanessa não tivesse a cabeça bem no lugar, ela poderia até detectar uma ponta de ciúme no comentário quase inaudível.
A idéia de um Zac ciumento, porém, provocaria gargalhadas, principalmente se a razão para tal sentimento fosse ela, uma mulher com quem ele mantinha uma relação adulta, sem compromissos, se é que o que eles tinham poderia ser chamado de uma relação.
— Eu por acaso penso que é heróico, sim, me deixar morar na própria casa, quando a gente não está mais junto. Você teria feito o mesmo?
— Eu não lido com hipóteses.
— Ah, me parece que a sua imaginação deixou você na mão. — Apesar da ofensiva, Vanessa não encontrava nela disposição para um confronto com Zac. Os olhos de ambos se cruzaram por um segundo, e a sintonia entre os dois provocou em Vanessa um arrepio, que a amedrontou.
— Disso eu nunca fui acusado antes.
O tom de voz de Zac levou Vanessa a suspeitar que ele se referia à imaginação dele na cama e ela não queria pensar nele entre lençóis com outra mulher.
— Bem, se você gasta as suas noites com bonequinhas de papel...
Vanessa riu, estendeu o braço e espalmou a mão sobre a coxa dela.
Vanessa se excitou.
— Dirigir com uma das mãos não é seguro — disse ela, um pouco ofegante.
— Que pena. — Ele tirou a mão, deixando a perna dela fria e carente. — Há sempre a possibilidade de remediarmos a situação quando chegarmos à sua casa...
Vanessa dividia-se entre a tentação de se entregar mais uma vez a ele e a voz da consciência que lhe dizia que não, que ela deveria se preservar, e isso significava traçar e explicitar os limites. Vanessa balançou a cabeça negativamente e com firmeza para ele.
— Então quando vou vê-la de novo? — Zac estacionava em frente à porta da casa dela. — Se você está ocupada amanhã, então eu pego você na sexta-feira, às 19h30. A gente pode jantar em algum lugar.
Vanessa abriu a porta do carro, prevendo que ele a acompanharia até a entrada de casa. Ele assim procedeu. Mas Zac não poderia de jeito nenhum entrar na casa. Não quando parecia que bastaria ele se aproximar um pouco para ela perder o controle sobre si mesma.
— Não sei — despistou ela.
Não sei? Que diabos aquela mulher queria dizer com aquilo! Zac tomou a frente dela e obstruiu a porta da casa com os braços cruzados. Logo ele! O homem que abominava qualquer pessoa possessiva! Ele que nunca, em toda a vida, mostrou o menor sinal de tal inconveniente emoção! Flagrava-se agora submisso, exigindo saber cada passo que ela planejava.
— Eu começo no emprego na segunda-feira — afirmou Vanessa. — Você se importaria em sair da frente? Eu não posso entrar em casa se você ficar aí.
— Até aí estou entendendo. O que não compreendo é o que isso tem a ver com o fato de não poder ver você. — Autocontrole, Zac repetia para si. Ele era o mestre do autocontrole. Pelo menos assim ele pensava. Não se sentia tão controlado neste momento e permaneceu, convicto, no mesmo lugar.
— Eu tenho um monte de coisas para fazer antes de começar no trabalho. Frankie vai querer voltar para casa o quanto antes. Logo, vou ter que me mudar no fim de semana. Eu vou ver a gerente de Recursos Humanos na sexta de manhã para assinar o que tiver para ser assinado.
— Você disse que o seu novo apartamento é... onde exatamente?
Vanessa levantou as sobrancelhas, desconfiada, mas deu a ele o endereço.
— Tudo bem. — Ele desimpediu o caminho até a porta da casa e a olhou ainda um pouco contrariado. — Você pode precisar de uma ajuda com a mudança... Eu posso arrumar um caminhão ou uma caminhonete de qualquer tamanho.
Desta vez, Vanessa riu com vontade.
— Eu não acho que isso tudo vai ser necessário. Os meus pertences cabem no banco de trás de um carro esporte. — Antes que Vanessa pudesse esboçar qualquer reação, Zac segurou uma das suas mãos, a virou e a beijou na palma. Em seguida, beijou Vanessa na boca.
Como ele a fazia tão... tão feliz! Será que por ter agüentado tanto tempo uma relação falida com Frankie ela agora se lambuzava com esse pouquinho de atenção?
— Sábado — murmurou Zac, descolando-se dela, mas próximo o suficiente para que Vanessa sentisse o hálito quente dele. — Nove horas em ponto. Eu estarei aqui para ajudá-la com a mudança.
— Não seja ridículo. Eu sou totalmente...
— Eu sei. Totalmente capaz de fazer isso sozinha. Por que você não aceita uma ajudazinha pelo menos uma vez, quando essa ajuda é oferecida com a melhor das boas intenções?
O problema era saber qual era a intenção.
Obviamente, ela deveria ter batido o pé e recusado calmamente. Ele acabaria sendo mais um impedimento do que uma ajuda. No entanto, não foi assim que Vanessa agiu. Como resultado, Zac teve a chance de se mostrar extremamente pontual, chegando à casa dela no sábado na hora marcada, a bordo de uma Ferrari prata rebaixada, que caía como uma luva nele.
De queixo caído, Vanessa o viu descer do carro. Fechou a boca, pois não queria dar a impressão de ser uma daquelas que se impressionavam com carros. Estava disposta a lhe dizer isso, tão logo ela abrisse a porta de casa para ele.
— Cheguei — anunciou-se, rindo. — E vim vestido para a ocasião.
Continua...
Oiie amores entao estou um poukinho sem tempo ..só postarei na terça-feira, talvez eu do uma passadinha no domingo de noite e posto 1 CAP. mais vó fazer um esforcinho, bom espero que goste dos Cap's né e SEJA BEM VINDA Marília =D!
->Amores os comentarios está muito lindos amei todos ...que bom que karoline,Beatriz,Clarinha,Tainá e lary NAO ME ABANDONARAM só A bella BUAAAAAAAA ela me deixo eskeceu de mim e uma canibal que nem a BRUNA SIM GENTI A ANONIMA ME DEIXO QUERO ELA DE VOLTA BUAAAAAAAAAAA tó tisti :'( bruna cade vooce?
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Capitulo 19 ♥
Ele fazia com que tudo parecesse perfeito. Duas pessoas, ambas desiludidas com as suas relações anteriores, sem que pudessem evitar a atração recíproca, mas cientes da inconveniência de se apaixonarem.
Gato escaldado tem medo de água fria, pensava Vanessa agora. Tinha o raciocínio movido a provérbios.
Frankie e ela deveriam ter constituído o casal ideal. Evoluíram de amiguinhos de infância para namorados da adolescência. Tinham que terminar, logicamente, como adultos felizes e realizados, mas acabaram mais enrolados do que um novelo de lã.
E Zac nem precisava lhe revelar o que ela já havia deduzido por conta própria. Rosalind pertencia ao mesmo meio social que ele, e mesmo assim a relação ruiu sob o peso das incompatibilidades.
E aí estavam Zac e Vanessa agora, sem almejar nada além do presente.
E meu Deus, como ela o queria, cada músculo do corpo dela o queria.
Vanessa recusou a oferta de uma bebida. Encarou-o. Estremeceu e delirou diante do calor intenso da olhada dele.
— Não quer mesmo um drinque para criar coragem? — perguntou Zac, enfim, cedendo ao anseio de tocá-la. Acariciou o rosto de Vanessa com suas mãos largas.
— Eu só preciso de álcool para fazer o que eu não quero fazer — respondeu Vanessa. Ela espalmou as duas mãos no peito de Zac e começou a desabotoar a camisa dele com os dedos trêmulos. A cada botão fora da sua casa, Vanessa contemplava um pouco mais do tórax bronzeado, firme, e dos ombros musculosos.
— Melhor você parar por aí — aconselhou Zac, com a voz rouca. — Ou não vai dar tempo de a gente chegar até o quarto.
Ele a pegou no colo e a levou para um dos quartos do apartamento, chutando a porta para abrir a passagem.
Gentilmente, Zac a acomodou na sua cama. Em silêncio, ele a observou deitada por uns poucos segundos, nos quais Vanessa sentiu que o coração dela desacelerou. Zac, então, acendeu um dos abajures da cômoda que tomava uma parede inteira do aposento.
Vanessa tinha vontade de se esticar na cama como um gato, para que o calor do olhar dele a aquecesse por inteiro. Ela se contorceu um pouco, suspirou e assistiu fascinada a Zac tirar a roupa.
A um desavisado, Vanessa passaria a idéia de ser uma virgem maravilhada com as primeiras imagens do corpo masculino em toda a sua glória. Não que todos os corpos masculinos fossem gloriosos como o de Zac. Se é que havia um tão glorioso.
Ele livrou-se da camisa social e expôs os ombros largos, a barriga dura, de músculos definidos, mamilos planos e escuros. Lentamente, desafivelou o cinto. O olhar de Vanessa seguia as mãos de Zac e se fixava agora no ponto onde ele abria o zíper da calça, a cintura perfeita dele.
— Prepare-se — afirmou Zac, sorrindo. — Quando eu acabar, vai ser a sua vez...
— Eu posso ter usado vestidinhos apertados em boates, mas strip-tease não é a minha especialidade. — Vanessa ficou com a boca seca, ao acompanhar Zac deslizar os dedos por entre o elástico da cueca boxer. E então os lábios dela curvaram-se num sorriso malicioso, de pura satisfação, ao avistarem e constatarem o tamanho da masculinidade dele.
— Bem, vamos ter que aprimorar esse seu lado. — Zac debruçou-se sobre Vanessa e começou a despi-la, saboreando cada segundo da exposição gradual do corpo dela.
A pele de Vanessa tinha textura de cetim. Primeiro, os ombros. Depois o resto, exceto o sutiã de renda que mal lhe escondia os seios. Um toque no fecho e pronto. Zac abriu o sutiã e gemeu ao libertar as duas elevações brancas, generosas, e ao revelar os botões de rosa, que ele sonhara acariciar.
Vanessa permanecia deitada, sem se mover, trocando olhares com ele. Uma onda de desejo, de tão poderosa, a obrigou a fechar os olhos e a fez suspirar.
Ela queria que Zac a tocasse. Seus seios ansiavam pelo toque dele.
Em vez disso, ele terminou o que iniciara. Tirou toda a roupa dela até que Vanessa ficasse inteiramente nua.
— Feliz? — perguntou ele, com uma voz trêmula. Deitou-se então sobre ela e, por alguns momentos, somente a olhou. Mais do que tudo, queria vê-la feliz, saber que Vanessa se entregava a ele de corpo e alma, sem dúvidas, sem culpas.
— Feliz — reconheceu Vanessa, tão trêmula quanto ele. Ela levantou os braços para colocar as mãos em volta da cabeça de Zac e trazê-lo para beijá-la. O beijo pareceu sem fim, devagar, estimulante. O beijo explorador, sem pressa, de um casal para o qual o tempo finalmente parará.
— Eu me sinto como uma adolescente. — Vanessa sorriu, sem fôlego.
— Nós deveríamos ter nos encontrado quando você era uma.
— Ah, aos 16, eu estava encantada por Frankie. — Vanessa espichou o pescoço para dar uma série de beijos rápidos na sua boca, movendo o corpo sinuosamente debaixo de Zac, adorando sentir seu membro duro contra ela.
— Porque você não tinha ainda me conhecido. — Zac moveu-se para baixo, trilhando com a língua o pescoço dela, descendo até o vão entre os seios. Vanessa prendeu a respiração e curvou a espinha para facilitar o trabalho dele. Soltou um gemido longo de absoluto prazer, quando por fim Zac envolveu com a boca um dos mamilos dela e se pôs a sugá-lo, acariciá-lo com a língua.
Zac segurou as mãos inquietas de Vanessa e as prendeu uma em cada lado dos seus corpos, enquanto continuava a brincar com os seios dela, provocá-los com a boca. Primeiro um, depois o outro, até que os dois mamilos latejassem.
Quando ela gritou, parecia a voz de uma outra pessoa, vinda de um outro lugar.
À mercê do ritual lento e cuidadoso de Zac, Vanessa nunca experimentara tamanha sensualidade. Ela tinha consciência de como se remexia embaixo dele. Queria mais. E queria agora.
No entanto, Zac seguia sem pressa.
Ele havia esperado por aquela mulher. Ao tocá-la, sentir o movimento dela, ouvi-la gemer por ele, Zac tinha a impressão de que a esperara por toda a vida. Não correria com as coisas agora, embora soubesse que bastaria Vanessa tomar a iniciativa para que ele corresse o sério risco de não se segurar. Ele não era mais o mestre do amor. O amor o comandava agora.
Zac soltou as mãos de Vanessa e moveu-se ainda mais para baixo, sentindo com a boca a carne tensa do ventre dela. Passou para o umbigo. O corpo de Vanessa respondeu aos carinhos instintivamente, afastando as pernas para acomodar a língua dele.
Vanessa buscou ar, sem fôlego, no momento em que as mãos de Zac gentilmente pressionaram o interior suave das suas coxas, permitindo a ele acesso irrestrito à feminilidade úmida dela.
A partir daí, a ponta da língua dele começou a jogar com aquele pequeno botão, para lá e para cá, até Vanessa estar a ponto de gritar de maravilhosa agonia. Sempre que a levava até o limite, Zac retrocedia, deixando a emoção dela vazar, para voltar a saboreá-la, a lambê-la, a enviando para outro planeta, um que Vanessa nunca visitara antes.
Será que ele se sentia excitado de maneira tão selvagem e descontrolada pelo fato de ter ele esperado por ela, e não vice-versa? Zac não saberia responder. Admirá-la deitada passiva na cama, nua e gloriosa, o eletrizava tanto, que ele havia sido momentaneamente privado de pensamentos.
E agora, enfim, sentindo o movimento dela sob ele...
Zac afastou-se um pouco e girou com ela para que agora fosse a vez de Vanessa estar por cima. Os seios, tentadores, se bateram no ar sobre o rosto dele, e Zac capturou um dos mamilos com a boca. Sugou-o com força, mesmo já tendo a mulher colada no seu corpo. Vanessa encaixara Zac nela de forma justa, aconchegante. Ela mexia-se em um ritmo perfeito, dançando junto com ele.
Os corpos de ambos estavam sintonizados. Unidos como se fossem um só. Finalmente, os dois atingiram o clímax. Chegaram lá juntos.
Demorou até que o corpo agitado e trêmulo de Zac se restabelecesse do impacto do orgasmo. Vanessa então se esparramou sobre ele com um pequeno suspiro. Minutos se passaram até que ela rolasse para se deitar ao lado dele. Com o cotovelo sobre o colchão, Vanessa apoiou o rosto na mão para observá-lo de cima.
Ela poderia contemplá-lo ali para sempre. Zac virou-se, e eles se examinaram. Delicadamente, ele tirou o cabelo que cobria o rosto dela e a trouxe de volta para cima dele. Posicionou a cabeça de Vanessa debaixo do seu queixo e beijou os cabelos finos e morenos.
continua...->
COMENTEM!
Gato escaldado tem medo de água fria, pensava Vanessa agora. Tinha o raciocínio movido a provérbios.
Frankie e ela deveriam ter constituído o casal ideal. Evoluíram de amiguinhos de infância para namorados da adolescência. Tinham que terminar, logicamente, como adultos felizes e realizados, mas acabaram mais enrolados do que um novelo de lã.
E Zac nem precisava lhe revelar o que ela já havia deduzido por conta própria. Rosalind pertencia ao mesmo meio social que ele, e mesmo assim a relação ruiu sob o peso das incompatibilidades.
E aí estavam Zac e Vanessa agora, sem almejar nada além do presente.
E meu Deus, como ela o queria, cada músculo do corpo dela o queria.
Vanessa recusou a oferta de uma bebida. Encarou-o. Estremeceu e delirou diante do calor intenso da olhada dele.
— Não quer mesmo um drinque para criar coragem? — perguntou Zac, enfim, cedendo ao anseio de tocá-la. Acariciou o rosto de Vanessa com suas mãos largas.
— Eu só preciso de álcool para fazer o que eu não quero fazer — respondeu Vanessa. Ela espalmou as duas mãos no peito de Zac e começou a desabotoar a camisa dele com os dedos trêmulos. A cada botão fora da sua casa, Vanessa contemplava um pouco mais do tórax bronzeado, firme, e dos ombros musculosos.
— Melhor você parar por aí — aconselhou Zac, com a voz rouca. — Ou não vai dar tempo de a gente chegar até o quarto.
Ele a pegou no colo e a levou para um dos quartos do apartamento, chutando a porta para abrir a passagem.
Gentilmente, Zac a acomodou na sua cama. Em silêncio, ele a observou deitada por uns poucos segundos, nos quais Vanessa sentiu que o coração dela desacelerou. Zac, então, acendeu um dos abajures da cômoda que tomava uma parede inteira do aposento.
Vanessa tinha vontade de se esticar na cama como um gato, para que o calor do olhar dele a aquecesse por inteiro. Ela se contorceu um pouco, suspirou e assistiu fascinada a Zac tirar a roupa.
A um desavisado, Vanessa passaria a idéia de ser uma virgem maravilhada com as primeiras imagens do corpo masculino em toda a sua glória. Não que todos os corpos masculinos fossem gloriosos como o de Zac. Se é que havia um tão glorioso.
Ele livrou-se da camisa social e expôs os ombros largos, a barriga dura, de músculos definidos, mamilos planos e escuros. Lentamente, desafivelou o cinto. O olhar de Vanessa seguia as mãos de Zac e se fixava agora no ponto onde ele abria o zíper da calça, a cintura perfeita dele.
— Prepare-se — afirmou Zac, sorrindo. — Quando eu acabar, vai ser a sua vez...
— Eu posso ter usado vestidinhos apertados em boates, mas strip-tease não é a minha especialidade. — Vanessa ficou com a boca seca, ao acompanhar Zac deslizar os dedos por entre o elástico da cueca boxer. E então os lábios dela curvaram-se num sorriso malicioso, de pura satisfação, ao avistarem e constatarem o tamanho da masculinidade dele.
— Bem, vamos ter que aprimorar esse seu lado. — Zac debruçou-se sobre Vanessa e começou a despi-la, saboreando cada segundo da exposição gradual do corpo dela.
A pele de Vanessa tinha textura de cetim. Primeiro, os ombros. Depois o resto, exceto o sutiã de renda que mal lhe escondia os seios. Um toque no fecho e pronto. Zac abriu o sutiã e gemeu ao libertar as duas elevações brancas, generosas, e ao revelar os botões de rosa, que ele sonhara acariciar.
Vanessa permanecia deitada, sem se mover, trocando olhares com ele. Uma onda de desejo, de tão poderosa, a obrigou a fechar os olhos e a fez suspirar.
Ela queria que Zac a tocasse. Seus seios ansiavam pelo toque dele.
Em vez disso, ele terminou o que iniciara. Tirou toda a roupa dela até que Vanessa ficasse inteiramente nua.
— Feliz? — perguntou ele, com uma voz trêmula. Deitou-se então sobre ela e, por alguns momentos, somente a olhou. Mais do que tudo, queria vê-la feliz, saber que Vanessa se entregava a ele de corpo e alma, sem dúvidas, sem culpas.
— Feliz — reconheceu Vanessa, tão trêmula quanto ele. Ela levantou os braços para colocar as mãos em volta da cabeça de Zac e trazê-lo para beijá-la. O beijo pareceu sem fim, devagar, estimulante. O beijo explorador, sem pressa, de um casal para o qual o tempo finalmente parará.
— Eu me sinto como uma adolescente. — Vanessa sorriu, sem fôlego.
— Nós deveríamos ter nos encontrado quando você era uma.
— Ah, aos 16, eu estava encantada por Frankie. — Vanessa espichou o pescoço para dar uma série de beijos rápidos na sua boca, movendo o corpo sinuosamente debaixo de Zac, adorando sentir seu membro duro contra ela.
— Porque você não tinha ainda me conhecido. — Zac moveu-se para baixo, trilhando com a língua o pescoço dela, descendo até o vão entre os seios. Vanessa prendeu a respiração e curvou a espinha para facilitar o trabalho dele. Soltou um gemido longo de absoluto prazer, quando por fim Zac envolveu com a boca um dos mamilos dela e se pôs a sugá-lo, acariciá-lo com a língua.
Zac segurou as mãos inquietas de Vanessa e as prendeu uma em cada lado dos seus corpos, enquanto continuava a brincar com os seios dela, provocá-los com a boca. Primeiro um, depois o outro, até que os dois mamilos latejassem.
Quando ela gritou, parecia a voz de uma outra pessoa, vinda de um outro lugar.
À mercê do ritual lento e cuidadoso de Zac, Vanessa nunca experimentara tamanha sensualidade. Ela tinha consciência de como se remexia embaixo dele. Queria mais. E queria agora.
No entanto, Zac seguia sem pressa.
Ele havia esperado por aquela mulher. Ao tocá-la, sentir o movimento dela, ouvi-la gemer por ele, Zac tinha a impressão de que a esperara por toda a vida. Não correria com as coisas agora, embora soubesse que bastaria Vanessa tomar a iniciativa para que ele corresse o sério risco de não se segurar. Ele não era mais o mestre do amor. O amor o comandava agora.
Zac soltou as mãos de Vanessa e moveu-se ainda mais para baixo, sentindo com a boca a carne tensa do ventre dela. Passou para o umbigo. O corpo de Vanessa respondeu aos carinhos instintivamente, afastando as pernas para acomodar a língua dele.
Vanessa buscou ar, sem fôlego, no momento em que as mãos de Zac gentilmente pressionaram o interior suave das suas coxas, permitindo a ele acesso irrestrito à feminilidade úmida dela.
A partir daí, a ponta da língua dele começou a jogar com aquele pequeno botão, para lá e para cá, até Vanessa estar a ponto de gritar de maravilhosa agonia. Sempre que a levava até o limite, Zac retrocedia, deixando a emoção dela vazar, para voltar a saboreá-la, a lambê-la, a enviando para outro planeta, um que Vanessa nunca visitara antes.
Será que ele se sentia excitado de maneira tão selvagem e descontrolada pelo fato de ter ele esperado por ela, e não vice-versa? Zac não saberia responder. Admirá-la deitada passiva na cama, nua e gloriosa, o eletrizava tanto, que ele havia sido momentaneamente privado de pensamentos.
E agora, enfim, sentindo o movimento dela sob ele...
Zac afastou-se um pouco e girou com ela para que agora fosse a vez de Vanessa estar por cima. Os seios, tentadores, se bateram no ar sobre o rosto dele, e Zac capturou um dos mamilos com a boca. Sugou-o com força, mesmo já tendo a mulher colada no seu corpo. Vanessa encaixara Zac nela de forma justa, aconchegante. Ela mexia-se em um ritmo perfeito, dançando junto com ele.
Os corpos de ambos estavam sintonizados. Unidos como se fossem um só. Finalmente, os dois atingiram o clímax. Chegaram lá juntos.
Demorou até que o corpo agitado e trêmulo de Zac se restabelecesse do impacto do orgasmo. Vanessa então se esparramou sobre ele com um pequeno suspiro. Minutos se passaram até que ela rolasse para se deitar ao lado dele. Com o cotovelo sobre o colchão, Vanessa apoiou o rosto na mão para observá-lo de cima.
Ela poderia contemplá-lo ali para sempre. Zac virou-se, e eles se examinaram. Delicadamente, ele tirou o cabelo que cobria o rosto dela e a trouxe de volta para cima dele. Posicionou a cabeça de Vanessa debaixo do seu queixo e beijou os cabelos finos e morenos.
continua...->
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
capitulo 18 ♥
— Por que deveria? Eu venho apontando as nossas diferenças desde que nos conhecemos.
— E venho falando, desde que você começou com esse papo de que somos de mundos distintos, que a sua origem não faz nenhuma diferença para mim. — Zac balançou a cabeça com impaciência. — Talvez pelo fato de não ser inglês a minha cabeça não foi martelada com toda essa baboseira sobre classes sociais. Não, não quero nenhum envolvimento, por que...
— Por que o quê?
Zac a observou em silêncio por alguns poucos segundos, antes de passar a mão pelos cabelos, tenso.
— Fale, vamos — pediu Vanessa. — Você é muito bom em deixar sem respostas as perguntas que você não quer responder, e estou cansada disso.
— Você está... O quê...?
— Você não pode culpar uma garota por querer saber um pouquinho sobre o cara que está tentando levá-la para cama.
Zac soltou uma risada e a olhou com apreço, em vez de impaciência.
— Eu começo a pensar que você adotou o tipo eu-a-garota-pobre só para conduzir as coisas à sua maneira.
— Um namoro frustrado? — pressionou Vanessa. — Alguma coitada se envolveu mais do que devia com você e se transformou na corda do seu pescoço?
— Você me excita.
— Você está mudando de assunto. — Aquelas três palavras fizeram com que Vanessa ficasse totalmente ávida por aquele homem, pois o corpo não obedecia ao seu cérebro.
Zac a fitava, pensativo. Afastou-se para examiná-la melhor. Se havia alguma coisa que essa mulher não era, essa coisa era evasiva, e ele gostava disso.
— Seis meses atrás terminei com uma mulher chamada Rosalind. — E você é a primeira pessoa com quem converso sobre isso, Zac poderia ter acrescentado. — A gente saiu por quase um ano, e, no decorrer desse ano, ela se transformou de uma pessoa fácil e divertida para uma grudenta e possessiva.
— O que deve ter sido um golpe duro para um espírito livre como o seu — opinou Vanessa. Na escuridão do carro Zac corou, atingido pela alfinetada.
— Será que foi de sarcasmo o tom de voz diferente deste comentário?
— Se você vestiu a carapuça... O que aconteceu então?
— Eu preciso entrar em detalhes?
— Precisa. — Ela estava adorando aquilo tudo. — Quem começa vai até o fim.
— Me poupe dos provérbios, por favor. — Zac apoiou o cotovelo na porta do carro e o queixo na mão. Matutava sobre o motivo pelo qual ele estava tão caído por aquela mulher.
— Me poupe das evasivas.
— Bom, se você quer saber, ela começou a telefonar para o meu escritório. Não apenas uma vez ou duas por dia, mas literalmente dúzias. No fim, tive que orientar a minha secretária a bloquear as ligações. Quando tentava conversar com ela a respeito, ela chorava, o famoso truque das mulheres.
— Ei! Das mulheres que você conhece.
— E você nunca derramou uma lágrima?
— Não como parte de chantagem emocional — respondeu Vanessa, enojada.
— Bem, ela derramou. Depois ficou pior. Ela foi das lágrimas para a raiva. Enfim, disse a ela que a relação tinha acabado. Aí, ela começou a me seguir. Eu ia para casa à noite e encontrava o carro dela estacionado do lado de fora, e ela me esperando chegar. Um pesadelo.
Vanessa escutava o relato quieta, contendo a revolta com tal comportamento.
— O que você fez?
— Eu a enfrentei. Falei que se aquilo não acabasse eu procuraria a polícia, e os pais dela ficariam sabendo de tudo. Felizmente, isso funcionou, mas essa é a razão de eu, vamos dizer assim, estar um pouco cauteloso em relação a envolvimentos com o sexo frágil. Está vendo, os resumos de nossas vidas têm mais em comum do que você pensava.
O táxi parava em frente ao prédio dele. Vanessa até se esquecera que andava de carro. Saiu do carro, esperou que Zac se juntasse a ela e lhe perguntou, cuidadosa, a caminho da portaria:
— E como você se sente, você sabe, em relação a ela?
— Como me sinto? — Desta vez não haveria conversas embaraçosas na recepção. Ele a levava diretamente para o elevador, embora, por mais absurdo que pudesse soar, não tinha ainda certeza se acabaria com ela no seu colchão king-size.
— Sim, sentir. Você ainda a ama?
— Eu gostava dela no início.
— Eu estou falando de amor.
— Amor? — As portas do elevador se fecharam. Os espelhos nas laterais da cabine os refletiam. Zac pôde ver aqueles olhos catanhos-escuros franqueza observando cada ângulo dele, enquanto Vanessa subia pelas paredes aguardando a resposta que ela, acabara de descobrir, não queria ouvir. Não queria imaginá-lo ressentido por ter se apaixonado por uma mulher que se revelou a mulher errada para ele. Ela preferia ficar com a opção de que Zac gostara da ex-namorada por que... por que...
Ela suspirou aliviada quando as portas se abriram, mas o alívio durou pouco, desbancada pelo coração acelerado. As batidas se tornavam mais intensas à medida que ele encaixava a chave na fechadura e abria a porta de casa.
— Isso é passado, Nessa — murmurou Zac, afastando-se para lhe abrir caminho. — Isto aqui é o presente. Para nós dois. Você não acha?
continua...
Karoline..♥:Oiie Flor ..mais e a canibal mais legal c(: ..a minha NET tambem akkk sempre ela ..
espero que goste dos cap's !
ღღzanessaღღ : Oiie vidente ..e ai eu acho que eles vao sim da mais um passa para o dormitoria né ...espero que goste dos cap's!
Tainá :Oiie Flor e verdade curiosidade nao mata nao se "1" ia tha morta a muito TEMPO :O
Que bom! que gosto ..nao deixa de comenta hum ti adolo♥ espero que goste dos cap's!
Beatriz : Oiie flor que BOM" que gosto do cap...e verdade nessinha tha mais relaxada, espero que goste dos cap's!
♪Lary♥ :akkkk eu rialto com seu comentarios akkk shiribinha de onde tiro isso Flor akkkk louka e a musica que se eu nao me deixo falha parace ate a musica do bruno e marone "ACHO" AKKK espero que goste dos cap's!
Clara:Oiie Clarinha ..nunca deixa de comenta uip akkkk espero que goste dos cap's!
Lαri Musso ϟ :Oiie flor quer dizer margarida akkkk entao tha flor vó posta uma vez no mes tha bom! assimm brinkis akkkk e isso ai tempo pro meu blog tambem '1' kkk..aaaaaa tambem amo ele tha ..akkkk somos DUAS hum c(: espero que goste dos cap's!
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Oiie meninas e guii tha ai mais 2 Cap. espero que goste Sabado Mias "2" Cap's Beijokas Amo vooce's ♥
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Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
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— E venho falando, desde que você começou com esse papo de que somos de mundos distintos, que a sua origem não faz nenhuma diferença para mim. — Zac balançou a cabeça com impaciência. — Talvez pelo fato de não ser inglês a minha cabeça não foi martelada com toda essa baboseira sobre classes sociais. Não, não quero nenhum envolvimento, por que...
— Por que o quê?
Zac a observou em silêncio por alguns poucos segundos, antes de passar a mão pelos cabelos, tenso.
— Fale, vamos — pediu Vanessa. — Você é muito bom em deixar sem respostas as perguntas que você não quer responder, e estou cansada disso.
— Você está... O quê...?
— Você não pode culpar uma garota por querer saber um pouquinho sobre o cara que está tentando levá-la para cama.
Zac soltou uma risada e a olhou com apreço, em vez de impaciência.
— Eu começo a pensar que você adotou o tipo eu-a-garota-pobre só para conduzir as coisas à sua maneira.
— Um namoro frustrado? — pressionou Vanessa. — Alguma coitada se envolveu mais do que devia com você e se transformou na corda do seu pescoço?
— Você me excita.
— Você está mudando de assunto. — Aquelas três palavras fizeram com que Vanessa ficasse totalmente ávida por aquele homem, pois o corpo não obedecia ao seu cérebro.
Zac a fitava, pensativo. Afastou-se para examiná-la melhor. Se havia alguma coisa que essa mulher não era, essa coisa era evasiva, e ele gostava disso.
— Seis meses atrás terminei com uma mulher chamada Rosalind. — E você é a primeira pessoa com quem converso sobre isso, Zac poderia ter acrescentado. — A gente saiu por quase um ano, e, no decorrer desse ano, ela se transformou de uma pessoa fácil e divertida para uma grudenta e possessiva.
— O que deve ter sido um golpe duro para um espírito livre como o seu — opinou Vanessa. Na escuridão do carro Zac corou, atingido pela alfinetada.
— Será que foi de sarcasmo o tom de voz diferente deste comentário?
— Se você vestiu a carapuça... O que aconteceu então?
— Eu preciso entrar em detalhes?
— Precisa. — Ela estava adorando aquilo tudo. — Quem começa vai até o fim.
— Me poupe dos provérbios, por favor. — Zac apoiou o cotovelo na porta do carro e o queixo na mão. Matutava sobre o motivo pelo qual ele estava tão caído por aquela mulher.
— Me poupe das evasivas.
— Bom, se você quer saber, ela começou a telefonar para o meu escritório. Não apenas uma vez ou duas por dia, mas literalmente dúzias. No fim, tive que orientar a minha secretária a bloquear as ligações. Quando tentava conversar com ela a respeito, ela chorava, o famoso truque das mulheres.
— Ei! Das mulheres que você conhece.
— E você nunca derramou uma lágrima?
— Não como parte de chantagem emocional — respondeu Vanessa, enojada.
— Bem, ela derramou. Depois ficou pior. Ela foi das lágrimas para a raiva. Enfim, disse a ela que a relação tinha acabado. Aí, ela começou a me seguir. Eu ia para casa à noite e encontrava o carro dela estacionado do lado de fora, e ela me esperando chegar. Um pesadelo.
Vanessa escutava o relato quieta, contendo a revolta com tal comportamento.
— O que você fez?
— Eu a enfrentei. Falei que se aquilo não acabasse eu procuraria a polícia, e os pais dela ficariam sabendo de tudo. Felizmente, isso funcionou, mas essa é a razão de eu, vamos dizer assim, estar um pouco cauteloso em relação a envolvimentos com o sexo frágil. Está vendo, os resumos de nossas vidas têm mais em comum do que você pensava.
O táxi parava em frente ao prédio dele. Vanessa até se esquecera que andava de carro. Saiu do carro, esperou que Zac se juntasse a ela e lhe perguntou, cuidadosa, a caminho da portaria:
— E como você se sente, você sabe, em relação a ela?
— Como me sinto? — Desta vez não haveria conversas embaraçosas na recepção. Ele a levava diretamente para o elevador, embora, por mais absurdo que pudesse soar, não tinha ainda certeza se acabaria com ela no seu colchão king-size.
— Sim, sentir. Você ainda a ama?
— Eu gostava dela no início.
— Eu estou falando de amor.
— Amor? — As portas do elevador se fecharam. Os espelhos nas laterais da cabine os refletiam. Zac pôde ver aqueles olhos catanhos-escuros franqueza observando cada ângulo dele, enquanto Vanessa subia pelas paredes aguardando a resposta que ela, acabara de descobrir, não queria ouvir. Não queria imaginá-lo ressentido por ter se apaixonado por uma mulher que se revelou a mulher errada para ele. Ela preferia ficar com a opção de que Zac gostara da ex-namorada por que... por que...
Ela suspirou aliviada quando as portas se abriram, mas o alívio durou pouco, desbancada pelo coração acelerado. As batidas se tornavam mais intensas à medida que ele encaixava a chave na fechadura e abria a porta de casa.
— Isso é passado, Nessa — murmurou Zac, afastando-se para lhe abrir caminho. — Isto aqui é o presente. Para nós dois. Você não acha?
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Karoline..♥:Oiie Flor ..mais e a canibal mais legal c(: ..a minha NET tambem akkk sempre ela ..
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ღღzanessaღღ : Oiie vidente ..e ai eu acho que eles vao sim da mais um passa para o dormitoria né ...espero que goste dos cap's!
Tainá :Oiie Flor e verdade curiosidade nao mata nao se "1" ia tha morta a muito TEMPO :O
Que bom! que gosto ..nao deixa de comenta hum ti adolo♥ espero que goste dos cap's!
Beatriz : Oiie flor que BOM" que gosto do cap...e verdade nessinha tha mais relaxada, espero que goste dos cap's!
♪Lary♥ :akkkk eu rialto com seu comentarios akkk shiribinha de onde tiro isso Flor akkkk louka e a musica que se eu nao me deixo falha parace ate a musica do bruno e marone "ACHO" AKKK espero que goste dos cap's!
Clara:Oiie Clarinha ..nunca deixa de comenta uip akkkk espero que goste dos cap's!
Lαri Musso ϟ :Oiie flor quer dizer margarida akkkk entao tha flor vó posta uma vez no mes tha bom! assimm brinkis akkkk e isso ai tempo pro meu blog tambem '1' kkk..aaaaaa tambem amo ele tha ..akkkk somos DUAS hum c(: espero que goste dos cap's!
Guii:akkk tem menina "lari musso" akkk tha reclamando que tó postando RAPIDO vó fazer greve , Que bom' que tha gostando do CAP's ....espero que goste dos cap's!
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Oiie meninas e guii tha ai mais 2 Cap. espero que goste Sabado Mias "2" Cap's Beijokas Amo vooce's ♥
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Meus amores espero que gostem!
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Capitulo 17 ♥
— Eu posso pegar um táxi de volta para casa — afirmou ela, enquanto Zac assinava o comprovante do cartão de crédito.
— Isso tem um quê ser déjà-vu — resmungou Zac, pondo-se de pé.
— Nós não podemos... — Não adiantava fingir que ela não tinha lido as intenções no olhar de Zac. Nem se enganar sobre o que a vontade dele excitara nela. Mas era já preocupante ela ter se divertido tanto no jantar, um passo perigoso para se viciar na companhia dele. Dormir com Zac seria perder todo o juízo que restara.
— Por que nós não podemos? — murmurou Zac.
Ele pôs a mão no cotovelo dela e a escoltou até a saída do restaurante. Ao toque dele, Vanessa esforçou-se para manter inteiro o seu bom senso, que se esfarelava em meio à excitação e ao medo de ser sugada pelos próprios instintos.
— Frankie e eu terminamos há pouco tempo — explicou Vanessa, apelando para ele e para ela também. — Eu não estou disponível agora.
— Por que nós devemos lutar contra o que sentimos? Eu vou chamar um táxi para nós dois. Isso já passou dos limites.
— E o seu carro?
— Ele fica aqui. Eu mando o meu motorista pegá-lo.
— Está vendo por que nós não podemos nos envolver!
— Por que vou ter que deixar o meu carro aqui.
— Você está deliberadamente se fazendo de desentendido!
— E você está deliberadamente tentando encontrar desculpas. Por quê? — Zac inclinou-se para ficar frente a frente com ela. Vanessa inspirou fundo o aroma limpo e masculino dele. — Por que você foge tanto? — O tom da pergunta de Zac misturava inconformismo e zombaria pelas idas e vindas dela.
— Eu não quero me envolver — reagiu Vanessa, sem a mesma ênfase de protestos anteriores. O táxi pedido se aproximava.
— Sobre que tipo de envolvimento você está falando? Um homem pendurado nos seus ombros como um peso morto? Era isso que você tinha com ele, ou você se esqueceu? Acredite em mim, eu tampouco quero envolvimento.
O táxi parou, e Zac, pela janela do motorista, deu o seu endereço como destino. Em seguida, olhou para Vanessa e abriu devagar um sorriso. A barriga dela gelou.
— Ser ou não ser...?
Vanessa entrou no carro e deslizou no banco de trás para dar espaço para ele. Uma excitação quente e traiçoeira pulsava nas veias dela. Ela não sabia por que insistia em discutir. Cada argumento que apresentava, ele rebatia com uma resposta razoável.
— Você prefere morar com um homem pelo qual tem pena e se proibir de qualquer outra experiência? O hábito pode ser uma coisa destrutiva, Nessa.
— Frankie não... — Ah, sim, ele fez. O ex-namorado a exauriu, riu das suas aspirações, assistiu à batalha da namorada para ganhar dinheiro, enquanto bebia as economias, sem se dar ao trabalho de procurar um emprego. Ele foi egoísta, egoísta como uma criança. E foi provavelmente por causa do lado infantil dele que ela o suportou.
Zac Efron não era uma criança. Ele era cem por cento homem. Ele poderia magoá-la de uma maneira diferente, Vanessa intuía.
— Pare de arrumar desculpas para esse homem — disse Zacs. — Você pode conhecê-lo há muito tempo, mas isso não o impede de ter sido uma corda no seu pescoço.
— Você é tão frio e calculista — resmungou Vanessa.
— Eu sou realista. Nós dois somos adultos e estamos atraídos um pelo outro. Mais: nenhum dos dois busca compromisso ou casamento. Ou não?
— Eu, definitivamente, não — respondeu Vanessa brava. — Você não precisa ter medo de se enrolar com uma mulher que não tem absolutamente nada a ver com você.
— É assim que você vê as coisas. — Todo o autocontrole dele estava empenhado em evitar uma aproximação, um toque nela. Zac não conseguia se lembrar de quando quis tanto uma mulher como queria Vanessa, ou de quando foi obrigado a conter tanto os seus instintos. — Que não haveria nenhuma chance de eu querer uma relação séria com você por sermos de origens sociais diferentes?
Vanessa balançou a cabeça de modo cínico.
— Não que isso faça alguma diferença para mim — disse ela. — Estou apenas tentando esclarecer as coisas.
— Você quer dizer que não ficaria magoada se esse fosse o caso?
No minuto em que ele fez a indagação, disparada com a costumeira precisão para atingi-la na região mais vulnerável, Vanessa levantou a crista para se defender.
Continua ... ->
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— Isso tem um quê ser déjà-vu — resmungou Zac, pondo-se de pé.
— Nós não podemos... — Não adiantava fingir que ela não tinha lido as intenções no olhar de Zac. Nem se enganar sobre o que a vontade dele excitara nela. Mas era já preocupante ela ter se divertido tanto no jantar, um passo perigoso para se viciar na companhia dele. Dormir com Zac seria perder todo o juízo que restara.
— Por que nós não podemos? — murmurou Zac.
Ele pôs a mão no cotovelo dela e a escoltou até a saída do restaurante. Ao toque dele, Vanessa esforçou-se para manter inteiro o seu bom senso, que se esfarelava em meio à excitação e ao medo de ser sugada pelos próprios instintos.
— Frankie e eu terminamos há pouco tempo — explicou Vanessa, apelando para ele e para ela também. — Eu não estou disponível agora.
— Por que nós devemos lutar contra o que sentimos? Eu vou chamar um táxi para nós dois. Isso já passou dos limites.
— E o seu carro?
— Ele fica aqui. Eu mando o meu motorista pegá-lo.
— Está vendo por que nós não podemos nos envolver!
— Por que vou ter que deixar o meu carro aqui.
— Você está deliberadamente se fazendo de desentendido!
— E você está deliberadamente tentando encontrar desculpas. Por quê? — Zac inclinou-se para ficar frente a frente com ela. Vanessa inspirou fundo o aroma limpo e masculino dele. — Por que você foge tanto? — O tom da pergunta de Zac misturava inconformismo e zombaria pelas idas e vindas dela.
— Eu não quero me envolver — reagiu Vanessa, sem a mesma ênfase de protestos anteriores. O táxi pedido se aproximava.
— Sobre que tipo de envolvimento você está falando? Um homem pendurado nos seus ombros como um peso morto? Era isso que você tinha com ele, ou você se esqueceu? Acredite em mim, eu tampouco quero envolvimento.
O táxi parou, e Zac, pela janela do motorista, deu o seu endereço como destino. Em seguida, olhou para Vanessa e abriu devagar um sorriso. A barriga dela gelou.
— Ser ou não ser...?
Vanessa entrou no carro e deslizou no banco de trás para dar espaço para ele. Uma excitação quente e traiçoeira pulsava nas veias dela. Ela não sabia por que insistia em discutir. Cada argumento que apresentava, ele rebatia com uma resposta razoável.
— Você prefere morar com um homem pelo qual tem pena e se proibir de qualquer outra experiência? O hábito pode ser uma coisa destrutiva, Nessa.
— Frankie não... — Ah, sim, ele fez. O ex-namorado a exauriu, riu das suas aspirações, assistiu à batalha da namorada para ganhar dinheiro, enquanto bebia as economias, sem se dar ao trabalho de procurar um emprego. Ele foi egoísta, egoísta como uma criança. E foi provavelmente por causa do lado infantil dele que ela o suportou.
Zac Efron não era uma criança. Ele era cem por cento homem. Ele poderia magoá-la de uma maneira diferente, Vanessa intuía.
— Pare de arrumar desculpas para esse homem — disse Zacs. — Você pode conhecê-lo há muito tempo, mas isso não o impede de ter sido uma corda no seu pescoço.
— Você é tão frio e calculista — resmungou Vanessa.
— Eu sou realista. Nós dois somos adultos e estamos atraídos um pelo outro. Mais: nenhum dos dois busca compromisso ou casamento. Ou não?
— Eu, definitivamente, não — respondeu Vanessa brava. — Você não precisa ter medo de se enrolar com uma mulher que não tem absolutamente nada a ver com você.
— É assim que você vê as coisas. — Todo o autocontrole dele estava empenhado em evitar uma aproximação, um toque nela. Zac não conseguia se lembrar de quando quis tanto uma mulher como queria Vanessa, ou de quando foi obrigado a conter tanto os seus instintos. — Que não haveria nenhuma chance de eu querer uma relação séria com você por sermos de origens sociais diferentes?
Vanessa balançou a cabeça de modo cínico.
— Não que isso faça alguma diferença para mim — disse ela. — Estou apenas tentando esclarecer as coisas.
— Você quer dizer que não ficaria magoada se esse fosse o caso?
No minuto em que ele fez a indagação, disparada com a costumeira precisão para atingi-la na região mais vulnerável, Vanessa levantou a crista para se defender.
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