sexta-feira, 8 de outubro de 2010

capitulo 5 ♥

.....................................................................
Olha as meninas que comenta fiko muito muito FELIZ msm sabe nao quero
quantidade quero qualidade....tó muito feliz pelos tres comentario :D...
___________________________________________________-


Agora tha ai o Capitulo ->


— Eu disse que eu voltaria — lembrou ele, no mesmo tom de voz suave e levemente irônico que lhe provocou um arrepio na espinha dias atrás. — Você sentiu a minha falta?
— Eu não fui clara o suficiente. Eu não estou à venda, ao contrário dos drinques e da comida.
— Por que a gente não sai daqui e vai a algum outro lugar mais civilizado para tomar um café? Eu conheço um café muito bom e que fica aberto 24 horas.
— Um café 24 horas aberto? Por favor. Onde seria isso? Em outro planeta?
— Num hotel adequado para um homem como eu. Não o homem pervertido que você me julga, mas alguém que trabalha muito e não tem horário certo para nada.
— Não acho que seja uma boa idéia.
— Você parece exausta.
As três palavras quebraram um pouco o gelo, pois a levaram a relembrar a briga com Frankie. Não havia um cantinho nela que não estivesse exausto com a vida. Como ele atentou a isso, se ninguém mais reparara?
— Há uma ou duas razões para eu nem cogitar sair com você — protestou Vanessa, azeda. — Se você prefere não considerar as que dei a você, aqui vai mais uma: estou aqui há uma hora e meia somente, e isto aqui é o meu trabalho.
— Eu acabo de me lembrar que eu nem mesmo sei o seu nome. Como você se chama?
— Olha, preciso ir. Jackie vai subir pelas paredes se pensar que estou tentando roubar um cliente dela.
— Por que você trabalha num lugar como este?
— Eu já respondi isso. Agora, preciso ir, tchau.
— Eu encontro você na saída em meia hora. — Ele ficou de pé, terminou a bebida e a encarou. — Tudo bem?
— Eu não vou a lugar nenhum com você! Eu estou falando alguma língua que você não conheça?
— Eu vou resolver as coisas com o seu chefe.
Vanessa deu uma risada seca e curta.
— Ah, vai? E como você pretende fazer isso? Vai botar uma arma na cabeça dele?
— Eu aprendi faz tempo que pela força não se consegue nada nessa vida. — Os olhos azuis dele se fixaram nos dela, e Zac experimentou de novo o impulso de excitação. O mesmo rompante que lhe vinha a cada vez que pensava nela, coisa que ele fez com regularidade assustadora nos últimos dias. Ela era um desafio, Zac admitiu, por isso havia tomado a decisão de voltar à casa noturna.
— Deixa comigo.
Deixa com ele! Bem, por que não? Ele não conhece Harry e obvia­mente não tem a menor idéia do quão rigorosos são os patrões em boates como aquela.
— Claro — comentou ela, em tom desafiador. — Se você conse­guir tal proeza, vou com você para o seu café. Mas como isso não vai acontecer, lhe dou apenas o meu boa-noite e informo que será inútil voltar aqui, porque da próxima vez eu não lhe dirigirei a palavra.
Foi um pouco perturbadora a sensação de arrependimento com a qual encerrou a conversa, mas, acima de tudo, Vanessa era uma pessoa pragmática. A sua vida já tinha muitos problemas para ela embarcar em mais um na forma de um homem, provavelmente casado, pois um cara bonito e bem articulado como aquele não seria solteiro. Ele bus­cava uma aventura curta, sem compromissos, com uma garota bonitinha qualquer.
Ela se asseguraria de que não voltaria a olhar para ele.
O que Vanessa nunca poderia imaginar era que Harry a chamaria, dez minutos depois.
— Eu o quê? — balbuciou Vanessa, após Harry lhe dizer o que queria.
— Você pode tirar o resto da noite de folga.
— Eu cheguei agora, Harry.
— Jackie não vai se importar em cobrir a sua ausência. Ela está precisando recuperar o dinheiro de uns dias que faltou.
— Como ele conseguiu? Ele não fez... Ele não é... algum tipo de delinqüente perigoso. Ele não o ameaçou, não é mesmo? — Vanessa se recordou dos seus comentários inconseqüentes, noites atrás, sobre cabeças no café-da-manhã.
— Ameaçar a mim? Harry Alfonso Roberto Sidwell? — Ele ficou na ponta dos pés por alguns segundos, ajeitou a lapela do paletó e lançou um olhar superior para ela. — Ninguém jamais ousou me ameaçar, Vanessa hundgens, e não se esqueça disso jamais! Ele apenas me disse que queria falar com você e que esta parecia a única hora em que vocês podiam se encontrar. Então, me deu o seu cartão e disse que, se eu precisasse de algum conselho, era só telefonar.
— Conselho? Conselho sobre o quê?
— Ele trabalha com finanças,Vanessa. É um homem poderoso. Até eu já ouvi falar dele.
— Você está me dando a noite de folga porque um cara qualquer pediu a você e entregou um cartão? E as minhas gorjetas, Harry?
— Eu cubro o dinheiro das gorjetas, Vanessa. Dou o que você mais ou menos ganharia numa noite como a de hoje. Não diga que não sou justo.
— Eu não posso...
— Você merece uma noite de folga, Vanessa. Nunca me deixa na mão. Você está me fazendo um favor, minha querida.
— Como assim, Harry?
— Estou pensando em expandir o negócio, vanessa. Posso precisar da ajuda dele mais cedo do que você pensa — completou Harry, maliciosamente.
Vanessa notou que ficava sem opções.
— Você sabe o que ele está buscando, Harry. Muito obrigada!
— Você está segura com esse aí, Vanessa. Eu não daria a você a folga, caso contrário. Ele é um profissional muito conhecido. Não faria nenhuma besteira, não se arriscaria num escândalo.
Vanessa não gostava de se sentir manipulada, mesmo apreciando a idéia de ter uma noite só para ela. Nada de livros, boate ou Frankie.
Se ela chegasse à saída e descobrisse que o homem mudara de idéia, melhor ainda. Ela vagaria por ali em algum lugar onde pudesse sentar e organizar em paz os pensamentos. Voltar para a casa não era a melhor opção, apesar de Frankie ter saído. Aquelas quatro paredes já a sufocavam.
Mas lá estava o cara. Esperando. Como havia prometido. Alto, de beleza fora do comum, e a encarando com uma expressão que ela não podia decifrar. O fato a deixava ainda mais apreensiva. Apreensiva e de alguma maneira... acesa. Viva.
— Como você conseguiu tal façanha? — Foi a primeira coisa que ela lhe perguntou.
Parecia uma gata agressiva, pensou Zac. Uma gata agressiva que ele metera na cabeça que queria domar. Uma gata que pularia dois metros do chão se ele somente a tocasse, mesmo que fosse o mais inocente dos carinhos. Zac abriu e segurou a porta da boate para que ela passasse.
— Harry não disse? — indagou ele, furioso, mantendo a distância de segurança que ela demonstrava querer.
— Ele me disse que você deu a ele o seu cartão. Disse que você era uma pessoa importante do mundo financeiro. — Vanessa o analisava, hostil. — Eu não me importo com quem você seja. Já disse as regras.
— Mas não sei o seu nome?
— Como?
— Eu sei as regras, mas não sei o seu nome.
— Vanessa.
— Vanessa. Você não parece uma Vanessa — comentou ele irôni­co, e ela não levou na brincadeira.
— Não? Eu pareço com o quê? Alguma coisa mais fofinha? Uma Candy, quem sabe?
— Você está sempre na defensiva, Vanessa?
— Nessa — resmungou ela. — Todos me chamam de Nessa. Eu odeio Vanessa.
— Por quê?
Vanessa deu de ombros, da mesma forma que sabia que ela odiara ter revelado o pormenor de natureza pessoal.
— Bem, Nessa — disse ele, esticando o braço para chamar o táxi. — Nós vamos ter que pegar um táxi juntos para irmos àquele hotel...

continua....

eternamente zanessa:Vlw nina por mais uma vez está comentando :D AHHHHHHH eu fiko louka com vooce nina sempre comentando :D fiko putici FELIZ! espro que goste!

Tiz: Oiie ninaaaaaaaa bigadinha pelo comentario ....tha ai o cap ...espro que goste!

Tainá : OIEEEEEEEEEEE amor ...aaaaaaaaaaaaaaaaa tí adoroooooooooo vooce sempre tha comentando deixa meu dia mais alegre :D aaaaaaaaaaaa num deixa de comenta nao em plis beijoka ..espro que goste!

PS:Bruna cade seu comentario em em em :(




Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,

Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's
♥

COMENTEM !.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

capitulo 4 ♥

Ele levantou-se, ajeitou os cabelos com os dedos e seguiu para a cozinha com cara de bravo. Desta vez, porém, ela não o deixaria sem resposta.
Três noites atrás, Vanessa sentiu imenso prazer em gritar com al­guém, e ela preparava-se para repetir a dose. Agora com a pessoa certa, e não com um estranho que atravessara o seu caminho. Um perfeito estranho que obviamente não voltou a dar as caras na casa noturna. Nas últimas noites, Vanessa bem que o procurou na boate, para em seguida censurar-se de maneira árdua por ato tão insano.
— E então? — provocou Vanessa junto à porta da cozinha.
Frankie abria outra cerveja e começava a beber da lata mesmo.
— Não vou ficar discutindo isso com você, Vanessa. Por que você não volta para os seus livros e finge que vai chegar a algum lugar na vida?
— Não, eu quero discutir isso com você, Frankie. Eu já estou por aqui das suas ofensas, dos seus disparates, da sua falta de companhei­rismo e da sua falta de apoio. Eu não pude ficar no emprego de secre­tária porque o salário não era suficiente para sustentar nós dois!
Ela passara tempo demais cheia de reticências sobre aquele tema.
— Eu suponho que você esteja me culpando pelo acidente!
— Eu não o estou culpando por nada! Mas isso já faz dois anos! Já não é hora de acordar para o fato de que você nunca vai ser um jogador de futebol profissional?
— Quer saber de uma coisa? Eu não vou ficar aqui ouvindo isso! Tchau.
Frustrada, com lágrimas nos olhos, ela permaneceu de pé no vão da porta, bloqueando a passagem dele.
— Você precisa arrumar um emprego, Frankie.
Ele bateu a lata de cerveja na mesa, espirrando o líquido sobre o tampo do móvel.
— Um emprego num escritório, vanessa? Você acha que devo me vestir com um terno barato e ver por aí se alguém quer me contratar?
— Não precisa ser um emprego num escritório.
— Bem, então quem sabe um emprego como o seu?
— O meu emprego, por acaso, paga cinco vezes mais do que eu conseguia como secretária, e cem vezes mais do que eu ganhava no restaurante.
— E assim você pode ter tempo livre para estudar, como se você fosse um dia ter um trabalho numa empresa.
— Bom, eu não teria outra saída, não é mesmo? Pois você não demonstra a mínima intenção de colaborar com as despesas!
— Quer saber de uma coisa, Vanessa? Se você acha isso, por que não vai embora?
— Talvez eu vá — afirmou ela. Vanessa saiu dali e ouviu de longe as desculpas dele. Disse que precisava dela e bateu a porta ao sair de casa.
Os dois sabiam que o fim da relação chegara, e chegara há algum tempo. Seria duro, no entanto dizer adeus para a história, as lembran­ças da adolescência de ambos, quando a esperança não alcançava limites. Passados os anos, o único sentimento que mantinha o casal junto, pelo menos da parte dela, era pena.
Quando ocorreu o acidente ela sentira pena demais de Frankie. A piedade a impedia de dar o passo necessário de terminar com tudo. O namorado havia mudado, eles haviam mudado.
Frankie tornara-se embrutecido e amargurado por causa do seu destino. Até mesmo os espasmos de angústia quando ele se abria e estabelecia algum diálogo com ela rareavam. Um não conversava com o outro havia meses.
De certa maneira, a boate oferecia a Vanessa o trabalho ideal. Para não falar na excelente remuneração, o emprego não lhe propiciava tempo para pensar nos seus problemas. Estava sempre ocupada ser­vindo às mesas e trocando piadas com as colegas sobre os fregueses.
Embora o bate-boca que tivera há pouco com Frankie não seria esquecido após uma noite de trabalho. Os dois atingiram um limite antes não alcançado.
Duas horas depois, Vanessa já servia às suas mesas na boate, sem tirar a briga da cabeça, quando o avistou. O estranho sentado sozinho nos fundos do salão. O coração de Vanessa deu um salto, uma palpitação de contentamento absurda que desaparecera tão rápido quanto viera.
Por quanto tempo ele estava sentado ali?
Agora que o descobrira, Vanessa começou a se preocupar com cada movimento que ela executava. Até que finalmente não teve outra saída senão abordá-lo, mesmo que ele não estivesse sentado numa das mesas sob responsabilidade dela.
— O que você está fazendo aqui?

Continua....

eternamente zanessa : Oiie nina ...bigadinha pelo comentario fiko feliz que vooce esteja sempre comentando :D vooce Erro akkkk ela nao vai se vingar com Zac "nosso maravilhoso e gostoso :$" akkk espero que goste desse cap.!

Anônim:AKKKKKKKKKKKKKK vooce e maluka garota passa pimenta na unha akkkk louka só vooce msm bruna te desconheço tha tha tha! aaaaaaaaaa mais uma coisa NAO FAZ MAIS ISSO vlw ....esperp que goste!

Tainá :
I nina e verdade frankie só fika com sau cervejinha e vendo jogo na tv mais ele e legal !
olha vooce tambem Erro Vanessinha nao vai se vinga ! nina fiko feliz por esta sempre comentando espro que goste!



Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,

Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥

COMENTEM !.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Capitulo 3 ♥

Todo o episódio estava realmente a deixando confusa. Ela tornara-se perita, num curto espaço de tempo, em entender os homens que freqüentavam o seu local de trabalho. Eles eram normalmente de meia-idade, casados, mas não sérios o suficiente a ponto de não fica­rem abalados diante de uma garota com um vestidinho curto. Ho­mens inofensivos. Além deles, havia os grupos de yuppies, mais pe­rigosos, pois não tinham mulher e filhos para lhes torturarem a cons­ciência.
O homem na frente dela não se enquadrava em nenhuma das duas categorias.
Ele era do tipo que não precisava estar atrás de garçonetes em casas noturnas ou em qualquer outro lugar, pelo simples fato de que a mulher que ele quisesse se poria aos pés dele em um estalar de dedos.
— Porque eu não gosto de ser tachado de nada sem ao menos ter o direito de fazer a minha defesa. — O que remetia Zac à pergunta anterior de por que, em primeiro lugar, ele deveria se incomodar com isso. — Veja as coisas assim — argumentou ele, tentando aproveitar-se da hesitação dela. — Como você se sentiria se eu a insultasse, deduzindo que, pelo fato de trabalhar como garçonete em uma casa noturna, vestida com trajes sumários, você fosse...
— Uma prostituta barata? — interrompeu Vanessa. — Uma mulher de vida fácil? Uma mulher sem virtudes? Uma fracassada que não tem nada melhor para fazer na vida do que ficar se matando por gorjetas numa boate? — Era isso que todos eles pensavam. Todos os homens que ficavam babando enquanto ela limpava as mesas e ofere­cia champanhe. Ela tinha a consciência da reputação que pudesse ter na cabeça daqueles homens, porém, ela sabia por que fazia o que fazia. Que importância tinha o que pensava um estranho sobre ela?
— É isso? — murmurou Zac. — Eu acho que talvez você quei­ra dar a sua versão para os fatos?
— Eu não tenho que dar nenhuma versão dos fatos para você, mas deixa eu só dizer a você que eu não sou uma transa fácil. — Muito pelo contrário, pensou. Um amante durante toda a sua vida. Frankie King, o cara que ela conhecera aos 16 anos. Com quem ela não tran­sava há... Há quantos meses agora?
Um grupo de adolescentes barulhentos, bêbados, mas distraídos demais com as suas próprias brincadeiras para representarem uma ameaça, esbarrou nos dois ao usar a máquina de bilhetes. Zac a segurou pelo braço e a tirou dali.
— Eu a levo para casa em um táxi.
— Oh, você está assustado com o fantástico transporte público britânico? — debochou Vanessa.
— Por favor, deixe de tolices.
— Olha, eu prefiro me arriscar com os guris baderneiros a me confinar em um táxi com você.
— Então eu só a coloco em algum maldito táxi e pago ao motorista para levá-la aonde você mora!
— Ah, perdeu o entusiasmo pela minha companhia agora que sabe que eu não vou dormir com você.
— Vamos lá. — Zac nunca encontrara uma mulher tão descon­fiada e cínica, mas pelo menos ela tinha senso de humor! Será que era por isso que ele agora chamava um táxi para ela, em vez de simples­mente deixá-la tomar o primeiro metrô para casa?
— Você, meu senhor, é o mais arrogante dos mais arrogantes!
— Cuidado. Começo a me acostumar com o seu repertório de elogios.
— Duvido. — O táxi encostou na calçada. Vanessa se deu por ven­cida e desistiu de se opor à insistência dele. — A menos que o destino se comporte de uma maneira insólita, esta é a última vez que nos vemos.
Zac não disse nada. Abriu a porta do táxi para ela, entregou ao motorista algum dinheiro e foi falar com ela, já sentada no banco do carro.
O corpo dele, grande e forte, mal cabia no vão deixado pela porta traseira aberta. Quando ele abaixou a cabeça para olhá-la, teve a im­pressão de que o brilho dela tomava todo o interior do veículo.
— Eu acho que não — disse ele, num tom de voz baixo e suave. Vanessa perturbou-se com o arrepio de excitação que sentiu na espi­nha. — Afinal de contas, eu ainda tenho que me defender das suas acusações, não é mesmo?
— Eu peço desculpas — ela disse rapidamente. — Isso não basta?
— Eu a vejo amanhã.
— Eu nunca irei para a cama com você — protestou ela, agressiva. — Você faz uma idéia errada de mim!
— Na vida, aprendi que nunca é a palavra mais inconstante do dicionário. — Zac encerrou a conversa e bateu a porta do carro.
O que Zac não chegou a dizer era que nunca também era a palavra mais instigante do dicionário. Especialmente naquele contex­to, e especialmente para um homem como ele.
_ Não sei por que você fica perdendo o seu tempo nessa porcaria.
Vanessa olhou para Frankie. Ele estava do outro lado do quarto, jogado na poltrona, em frente à TV, com os pés largados sobre a mesinha de centro arrastada até ali. Ele a encarava de um modo que ela conhecia bem.
Exatamente por isso, Vanessa o ignorou e voltou a atenção para os livros.
— Já disse, amor. Você não tem inteligência para fazer nada nes­sas empresas que têm por aí. Você abandonou a escola aos 16. Já se esqueceu?
Ele estava tomando cerveja. Melhor assim. Se fosse uísque os comentários seriam muito mais venenosos. Daqui a pouco ele sairia, pois afinal era sábado. Homens como ele não ficavam em casa num sábado à noite, quando todos os seus amigos estariam no bar da es­quina assistindo ao futebol no telão.
— Isso não significa que eu não possa estudar — afirmou Vanessa sem levantar a voz, mesmo consciente de que não havia sentido dis­cutir o assunto mais uma vez.
— Claro que significa. Os todo-poderosos dessas companhias por aí não estão procurando uma garota como você, Vanessa. Você pode ser bonita, mas não tem currículo. — Ele soltou uma risadinha cruel, e os dedos de Vanessa apertaram a caneta. — Deixa pra lá, a que horas você vai trabalhar hoje?
— Por que o interesse? Você não estará aqui quando eu sair.
— É verdade. Por que você não vai pegar uma cervejinha pra gente?
— Você já vai beber o suficiente no bar, Frankie.
— Ah, não. Não me venha com mais um dos seus sermões. Você se tornou a senhora supercertinha desde que meteu na cabeça essa idéia de estudar marketing. Você deveria era ter se contentado com o empreguinho de secretária.
Frankie atingira o limite dela. Vanessa fechou com raiva o livro que lia.
— Mas eu não podia, não é mesmo, Frankie? E nós dois sabemos porquê!

continua.....

Karoline..♥ : E verdade Flor nosso maravilhoso ZAC EFRON nao desiste facil ...ele luta pelo o que quer :D espero que goste!

eternamente zanessa:Como eu já diise só digitalizei os personagens ajeitei algumas coisa mais bigadinha nina...AHHHHHHHHH tú vai saber agora o que vai acontecer se prepara..espero que goste!

Tiz : A HISTORIA promete msm nina vooces nao perdem por esperar .....tha o cap. paixao espero que goste!

Tainá: Amei seu comentario nina pode continuar lendo agora :D espro que goste!

Anônimo
:akkkkkk e verdade essa eu nao contei bruna akkkkkk mais tha ai o cap. espro que goste!



Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,

Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's
♥

COMENTEM !.

capitulo 2 ♥

vanessa se virou de forma brusca. Passava da meia-noite. As ruas estavam cheias de gente, mas também cheias de ladrões. Esta era a hora deles, quando na correria para pegar os táxis e os ônibus as pessoas tinham as carteiras à mostra, mal guardadas nas jaquetas, e já tinham bebido demais para conseguirem alcançar um bandido em fuga.
— Você! O que está fazendo aqui? Você está me seguindo?
Vanessa somente o tinha visto sentado. Percebia agora o quão alto ele era. Tinha com certeza mais de 1,80 m. Bem mais alto do que ela, que media cerca de 1,70 m. De perto, a presença dele era muito mais poderosa. Debaixo do bem cortado paletó, Vanessa
presumiu que havia um corpo musculoso e perfeitamente torneado.
— Se eu contar isso para Harry, ele vai servir a sua cabeça no café-da-manhã! — Ela não podia imaginar alguém, mesmo os leões-de-chácara mais eficientes de Harry, capaz de servir a cabeça daquele homem no café. Obviamente, ele tinha a mesma opinião, pois a enca­rou com um olhar de quem não estava acreditando em nada do que ela falava.
— Eu recebo as gorjetas dos fregueses, meu senhor, e isso é tudo que nos é permitido aceitar! — Vanessa lhe deu as costas, atravessou a rua e percebeu que ele ainda a seguia. Na outra calçada, ela virou-se novamente, com uma expressão de raiva: — Eu já conheço o seu tipo, e você me dá nojo!
— Meu tipo? — disse Zac espantado, e descobria que a sua instintiva habilidade para controlar conversas não estava funcionan­do com a Morena irritada.
Zac a perseguiu porque alguma coisa nela mexera com ele. E muito. Queria pedir desculpas por ter se comportado de maneira grosseira e arrogante na boate, ao ter se insinuado para ela de um modo que, ele sabia, lhe provocara repulsa.
No entanto, o ataque dela estava passando dos limites, e a paciên­cia de Zac não costumava durar tanto.
— Meu tipo? — repetiu ele, no tom de voz que já obrigara muitos dos seus poderosos rivais nas discussões de negócios a tremerem assustados nas bases. Com ela, porém, o efeito era nulo.
— Sim, o seu tipo! — Surpreendentemente, Vanessa notava que estava gostando de toda aquela explosão de raiva. O choque inicial em vê-lo, o medo de que ele a seguira por um propósito havia passa­do. Vulgar, convencido, arrogante e boçal o cara bem poderia ser, mas ela, sabia-se lá como, estava certa de que ele não a arrastaria para alguma ruela escura a fim de ali satisfazer os seus desejos sórdidos.
Vanessa sentiu-se absolutamente livre para esbravejar com toda for­ça contra ele, e isso lhe fazia muito bem. Não gritava assim havia muito tempo, e foram vários os momentos em que deveria ter agido assim. Em vez de apenas aceitar o que ocorria na sua vida pessoal, em vez de se submeter aos piores abusos emocionais de Frankie King, ela deveria ter liberado a raiva reprimida e toda a desgraça com uns bons berros. A pessoa errada, mas a atitude certa.
— Cheios de dinheiro, mas tristes. Fracassados na vida, que se excitam ao olhar menininhas bonitas. Pode ter certeza, eu conheço o seu tipo. Vocês só querem uma fantasia para levar aos seus lares infelizes, habitados pelas suas mulheres e filhos mais infelizes ainda!
— O quê? — Zac não estava devidamente preparado para um duelo verbal com alguém que possuía uma língua que mais parecia um chicote de tão ferina. Ela o encarava furiosa. De cada milíme­tro do seu rosto fascinante brotava desdém. Ele começou a rir, a gargalhar, uma reação genuína. Mais indignada, a mulher retomou o caminho.
— Você não vai pegar o metrô a esta hora para casa, vai? — perguntou ele.
— Saia daqui, seu pervertido.
Ele a ultrapassou e obstruiu o caminho dela. A mulher tentou desviar por um lado e pelo outro, e percebeu que Zac não pretendia lhe dar passagem.
— Você está no meu caminho, se você não sair da frente neste instante eu vou gritar tão alto que todos os policiais num raio de 15 km vão correr para cá!
— Esta é mais uma ameaça na linha vou-chamar-o-meu-Harry?
— Saia do meu caminho. — Vanessa notou que mal podia respirar com aquele homem, de rosto bem desenhado e expressão forte, para­do diante dela.
— Eu não aprecio muito ser chamado de pervertido.
— Eu pareço estar me importando com o que você aprecia ou deixa de apreciar? — Ela, contudo sentia-se desconcertada e com remorso por tê-lo insultado daquele modo.
— Então você classifica todo homem que aparece no seu local de trabalho como um pervertido?
— Eu quero ir para casa. Já é tarde, e não há nenhum motivo para eu perder o meu tempo com essa conversa. Agora, com licença.
— Por que você não pega um táxi para casa?
— Isso não é da sua conta. Se eu tivesse condições de andar de táxi para cima e para baixo, eu estaria trabalhando numa casa noturna?
— Nós não estamos falando de para cima e para baixo, mas do centro de Londres, de madrugada. O metrô não é o lugar mais seguro do mundo para se freqüentar a esta hora. — Pelo menos era o que ele imaginava, já que raramente pegava metrô. Tinha um motorista e quando não queria os serviços de George ele mesmo dirigia.
— E você é um especialista em metrô, não é mesmo? — retrucou Vanessa, como se tivesse lido os pensamentos dele. — Qual foi a últi­ma vez que você usou o metrô? — desafiou ela.
Zac concluiu que era melhor se recompor, desistir e deixar a mulher em paz.
— Pois eu estava exatamente indo para o metrô quando fui chama­do de pervertido. — Ele não controlava as palavras que saíam da sua boca. Aquilo começava a perder o sentido.
— Você está mentindo.
— Quer dizer que agora eu sou um pervertido mentiroso?
Vanessa o observou por mais alguns segundos e com um movimen­to rápido o driblou, retomando o trajeto para o metrô, cuja entrada já tinha as luzes apagadas.
Zac foi atrás.
Mas que diabos ele estava fazendo?, perguntou a si mesmo. O que importava se uma garçonete de boate ficara com uma impressão erra­da dele? Por que ligar tanto se ela mexia demais com ele? No alto dos seus 28 anos já deveria saber se mostrar superior a esse tipo de coisa.
— Bem, adeus. — disse Zac assim que entraram na estação deserta.
Pela primeira vez ela o via em um ambiente iluminado. O que vanessa imaginara ser apenas um rosto bonito, não muito diferente do qual a esperava agora de boca aberta, sobre o sofá velho, com uma garrafa de uísque vazia do lado, se revelou muito mais do que isso.
Aquele homem, cujo nome ele nem mesmo se deu ao trabalho de anunciar, pois, claro, alguém tão importante e tão bêbado não se pres­taria a tal delicadeza, especialmente quando à caça de uma mulher para levar para a cama, estava acima da média. Ele era deslumbrante, iria para o topo do ranking de qualquer mulher.
Levemente moreno, cabelos curtos e um loiro com castanho, olhos azuis como o ceu de dia, e um corpo que dava a impressão de ter sido talhado à perfeição.
— Para qual estação você vai?
— Para uma que não seja a sua — respondeu Vanessa, agora calma­mente, enquanto enfiava as moedas na máquina de bilhetes.
— Como você sabe?
— Porque eu tenho olhos para ver. — Para comprovar o que dizia, deu uma boa olhada, de maneira insolente, no terno caro dele, nos sapatos de marca e no relógio de ouro.
— Eu a levo até a porta de casa — afirmou Zac. Havia algo na garota que o deixava preocupado pela segurança dela. Talvez a rebel­dia que ela demonstrara. — Você não precisa ter nenhum receio. Eu não vou tentar me aproveitar de você durante a viagem.
— Eu não preciso de escolta.
Olhos castanho escuros . Os olhos castanho escuros mais Lindo que ele já vira. À meia-luz da boate só lhe deu uma amostra do rosto dela. Aqui revela­vam-se os olhos grandes, do formato de uma amêndoa, a boca avantajada, sempre com os cantos para baixo, devido à constante expressão de desprezo que ela fazia questão de ostentar.
— Talvez haja alguns drogados e bêbados esperando para entrar no mesmo vagão que você.
— Fico sensibilizada por você se preocupar tanto com o meu bem-estar, mas realmente faço esta viagem quatro dias por semana. Portanto, não há razão para a sua apreensão, eu sei perfeitamente tomar conta de mim mesma. Provavelmente melhor do você pode tomar conta de si próprio.
— Você vai continuar fazendo o papel da garota irritada?
— Olha, é tarde — disse Vanessa devagar, com dificuldade para manter os seus olhos fixos nos dele. — Eu não gostei de como você me olhava na boate, e eu não gostei de ser seguida. Estou sendo clara? Eu preciso dormir um pouco, caso contrário amanhã eu não vou con­seguir agüentar.
— Você não tem o dia inteiro para dormir?
Vanessa sentiu-se corar. Ficou ruborizada como uma adolescente, quando na verdade ela tinha 23 anos e experiência para reagir a algu­mas situações com um pouco mais de jogo de cintura.
— Tenho coisas para fazer — murmurou ela. — Agora, se manda.
— Tudo bem, mas amanhã eu vou estar esperando por você na boate.
— Por quê?

continua.....


Karoline..♥ : Oiie Flor ví seu comentario na Intruduçao Vlw ...THA ai o cap. espero que goste!


Anônimo : Akkkkkkkkkkkk BRUNA para já te diise o que vai acontecer +ou- akkk bigadinha nina por Tha sempre comentando espero que goste!

Bella : safaddo acho que sim mais ele nunca desiste do ke ele quer ...vlw por tha sempre comentando espero que goste!

eternamente zanessa : Bem! vooce e d+ nina tha sempre comentando me dando força bigadinha..
agora vooce vai descobri o que VANESSA vai fazer espero que goste!

Lαri Musso ϟ : NINA oce tah desculpada senti falta do seu comentario lá :(.....zac tarado vai descobri ...espero que goste!

Tainá :eu tc uma vez que ia fazer outra historia mais eu acho que a maioria nao viu pois eu tinha falado né uns dos comentarios da outra historia ...umas 3 ou 4 pessoas deve ter visto ou menos mais ..graças a deus vooce entro no blog :D e viu UHU !
a nina espero que vooce goste!


Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,

Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥

COMENTEM !.

Ps: quem poder divulgar meu BLOG fikarei FELIZ :D


http://amorrzanessa.blogspot.com/2010/10/ironias-do-amor.html

terça-feira, 5 de outubro de 2010

capitulo 1 ♥

zac efron não esperava gostar deste tipo de lugar. Ele sempre desprezou os executivos pretensiosos que, enquanto fingiam ter uma família feliz, freqüentavam casas noturnas onde se fica babando diante de garotas lindas, vestidas com trajes sumários. O tipo de lugar em que mulheres vendem a sua dignidade por gorjetas. O tipo de lugar em que ele estava.
zac não conseguiu escapar do programa. Um cliente muito im­portante, seguido por uma trupe de dois contadores e três diretores, havia insistido.
Ao dizer que queria conhecer a noite de Londres, o cliente não estava se referindo a um dos restaurantes refinados de Knightsbridge, a uma volta por Picaddilly Circus ou a programação cultural num dos teatros de Drury Lane.
"Onde eu vou levar esses caras, droga?", perguntara zac frus­trado à secretária. "Eu pareço um homem que vai a esse tipo de lugar? E cuidado com a resposta, lembre-se de que eu sou o patrão aqui." Darius sorriu para a secretária. "Eu não acho que você pode me dar uma dica? Você vai a lugares como esse?"
"Não acho que eles permitam a entrada de vovós ali, senhor efron", respondeu Gloria, 55 anos, de forma séria sem se deixar abater com a pergunta. "Eu vou me informar pelo escritório e ver se descu­bro algum lugar apropriado."
Ponto para Gloria por ter descoberto uma boate que, pelo menos, não tinha mulheres dançando sobre os balcões ou dentro de jaulas suspensas.
Ao olhar em volta com uma taça de champanhe na mão, zac agora nem achava o lugar tão sórdido assim, apesar do figurino mi­núsculo das garçonetes. A iluminação fraca não ajudava, é verdade, mas a comida era aceitável. E daí se os drinques eram caros demais?
O negócio com aqueles clientes valia uma nota, e eles pareciam estar se divertindo.
Zac também não negaria que estava tendo prazer em admirar as esplêndidas garçonetes, às quais eram uma visão fantástica ao seu calejado coração.
Quando se tratava de namoro sério, zac efron já apanhara o suficiente da vida. Suava frio somente por lembrar da ex-namorada, feliz ainda que não a visse e nem ouvisse nada sobre ela há seis meses.
Zac queria distância de todo o ritual que envolvia a conquista de uma mulher como, por exemplo, jantares românticos, teatros, ci­nemas, etc.
Puxou conversa novamente com o seu cliente. Em seguida, olhou de modo discreto o relógio.
Foi quando levantou de novo a cabeça que Darius a avistou. Ela estava em pé junto à mesa deles. Equilibrava com naturalidade a bandeja na altura da cintura e tinha o corpo levemente inclinado para a frente, a abordagem típica das garçonetes do lugar para exibirem através do decote as formas dos seios, cuja fartura parecia mais fruto da medicina do que da natureza. Sorriam de forma provocante e esti­mulavam os fregueses a consumirem champanhe. Certamente de­viam levar uma comissão para cada garrafa vendida.
Aquela dali repetia os mesmos gestos, mas Zac não a havia notado até aquele momento.
De onde ela veio? Ela seguramente não aparecera naquele canto da boate até então.
— Os cavalheiros gostariam de uma garrafa do nosso champanhe?
A pergunta na cabeça de Zac era outra: o que ela lhe ofereceria?
Zac surpreendeu-se consigo mesmo, pois desde Rosalind, a ex-namorada, ele vinha mantendo no dia-a-dia uma existência celibatária e com freqüência se desviava das muitas mulheres que passavam pelo seu caminho.
A garçonete reparou em cada homem na mesa e fixou os olhos em Zac, como se entendesse o que dizia o olhar persistente dele. Ela rapidamente virou o rosto e endireitou a postura.
— Mais uma garrafa?
— Por que não? — Difícil para ele tirar os olhos da garçonete Morena. Ela não era apenas bonita. Ela era exótica, incomum. Tinha o queixo fino, um nariz reto e pequeno, olhos grandes, cabelos longos e ondulados.
Zac voltou a relaxar na cadeira, posicionando-se melhor para observá-la. Ele agora se comportava como um daqueles executivos de meia-idade que desprezava.
Notou que a garçonete evitava olhar em sua direção, o que Zac achou um pouco irritante. Era ele afinal quem arcaria com o champanhe caro e que ela os convencera a consumir. Zac também estava acostumado a ser olhado pelas mulheres. Ele disse então, bem devagar:
— Mas esta é a última garrafa, meu amorzinho. O pessoal aqui começa a trabalhar amanhã bem cedo. — Um meio sorriso acompa­nhou o comentário.
Ele percebeu a arrogância na própria voz e franziu o rosto em auto-reprovação. A solidão, pensou Zac sarcástico, devia estar realmente afetando-o, já que ele se empenhava em atrair a atenção de uma garçonete.
No entanto, o tom arrogante funcionou. Com uma cara de simpatia forçada e frieza, ela recolheu as taças vazias da mesa, voltou-se para Zacs e disse agressiva:
— Eu não sou o seu amorzinho. — Deu meia-volta e se afastou.
Como ele ousa?, pensou Vanessa furiosa. Claro que ela já se depa­rara antes com outros executivos bêbados e inconvenientes, que pen­savam que podiam tratá-la como bem entendessem.
Ela aprendeu a ignorá-los na maioria das vezes. Era uma garçone­te, mesmo que o vestidinho apertado e os sapatos de salto alto indi­cassem o contrário. Além disso, não se permitiam intimidades entre fregueses e atendentes do lugar.
Os freqüentadores não costumavam ser tão cheios de si como aquele dali. Algo nele fez com que os cabelos da nuca se arrepiassem. Isso não poderia acontecer. Afinal de contas, trabalhava ali há quase sete meses, o suficiente para aprender a lidar com caras asquerosos como aquele.
Não que ele parecesse repugnante, era até bem bonito, mas se havia uma pessoa no mundo que deveria saber que boa aparência podia cobrir inúmeros defeitos, esse alguém era ela.
— O que foi, lindona? — perguntou Mike sorrindo, enquanto trocava as taças sujas que ela trouxera por limpas. vanessa sorriu de volta, sem muito ânimo.
— O de sempre.
— Ignore. Provavelmente ele tem uma pobre coitada de uma mu­lher e um bando de crianças esperando-o em casa.
— Olha, será que Jessie não pode servir aquela mesa? Eu estou sem estômago para esse tipo de cara. — Uma briga com Frankie antes de sair de casa e um trabalho do curso para entregar nos próximos dias não a ajudavam.
— Impossível — lamentou Mike. — O lugar está apinhado, e duas garotas faltaram. É por isso, inclusive, que você está servindo aquela mesa. O velho Harry está a ponto de explodir.
Ela voltou à linha de frente, tentando parecer natural. Harry exigia que as suas meninas se mostrassem animadas e dispostas, como se fosse divertido servir drinques para ricaços bêbados.
Entretanto, o dinheiro no fim do mês era ótimo, e disso ela não poderia se dar ao luxo de esquecer. Precisava do salário.
Quantos empregos noturnos pagavam a mesma grana? Não tinha condições de trabalhar de dia, pois estudava. Nas horas que restavam, quando restavam, dormia.
Ela pensou em Frankie. Logo, alguma coisa teria que ser feita em relação a ele. No entanto, como sempre acontecia quando pensava nele, decidia com tristeza adiar o assunto para outra hora.
O estranho dava a impressão de estar entretido com a conversa quando ela chegou à mesa dele e dos amigos. vanessa abriu com perí­cia o champanhe e encheu as taças, sem ser notada.
O tal homem, porém, a deixara perturbada. Enquanto servia outras mesas,vanessa reparava nele, observava como ele comandava a con­versa com os amigos. Era o centro das atenções.
A boate agora começava a esvaziar-se. Mais um pouco, e ela po­deria ir embora sem causar maiores estragos. Sair antes do fim era uma desvantagem financeira, já que perdia as valiosas gorjetas dos que chegavam de madrugada. Contudo, precisava dormir um pouco. vanessa era jovem, mas não de ferro. Diferentemente das colegas, não contava com horas de sono ininterrupto para se recuperar.
Espiou-os terminar o champanhe na esperança de que não haveria mais pedidos, mesmo que isso significasse menos dinheiro para ela. Respirou fundo e caminhou em direção a eles.
Todas as garotas quando contratadas passavam por um treinamen­to sobre como andar no salão. Aos 23 anos de idade, ela nem descon­fiara de que existiam diferentes maneiras de se caminhar. Para vanessa, sempre fora uma simples questão de colocar um pé na frente do outro. Ela, porém assimilou tão bem o novo estilo que agora, ao se dirigir à mesa daquele grupo de homens, suas passadas eram incons­cientemente provocativas, efeito acentuado pelo seu corpo esbelto.
Zac, relaxado, contemplou a aproximação da moça. Ela estava determinada a não encará-lo. Ele podia se dar conta disso pelo jeito com que a garçonete recolhia as taças. Ela tampouco desejava que eles pedissem uma nova garrafa, mesmo que tenha oferecido com a mesma voz sensual de antes.
— Agora, me diga: onde você quer que eu ponha isto?
Zac exibiu as notas entre os seus dedos longos, ouviu a risadinha maldosa do seu cliente.
vanessa mostrou a palma da mão.
— O costume não é colocar o dinheiro num lugar bem mais íntimo?
— Não. — Mattie deu um sorriso e pediu a Deus que Harry não estivesse por perto.
— Tudo bem. — Ele recuou e lhe entregou uma polpuda gorjeta. vanessa não esperava tal atitude. Afinal, ele era mais um típico freguês desagradável, o qual pensava que não havia nenhuma neces­sidade de se tratar uma garçonete de casa noturna com respeito.
Por um segundo, vanessa sentiu-se desorientada, mas logo agarrou o merecido dinheiro com os dedos e saiu dali. Partiu na direção do vestiário, onde ela poderia trocar o traje ridículo e os sapatos que machucavam os seus pés por confortáveis jeans e tênis.
— Harry — disse ela, já sem o uniforme de trabalho. Ele circulava pelo salão de cara amarrada para se assegurar de que os fregueses estavam satisfeitos. — Eu estou indo. — vanessa gostava de Harry. Caso contrário, não aturaria o trabalho por tanto tempo. Por trás do verniz de chefe mal-humorado, ele tinha afeto pelas garotas que tra­balhavam para ele e as tratava com consideração.
— Assim não dá, Vanessa. Serão três garotas a menos. Por que você não fica e ganha um extra?
— E dormir menos ainda?
— Você deveria abandonar esse curso — resmungou ele. — Mar­keting. Onde isso vai levá-la? Você vai pegar o diploma da faculdade e acabar voltando para cá. Agora vá. Não é bom que os fregueses vejam uma das suas glamourosas garçonetes vestidas com jeans e tênis.
Vanessa riu.
— Não, não seria bom que eles pensassem que eu não passo todo tempo com vestidinhos apertados e salto alto.
Devagar ela atravessou o aglomerado de homens rumo à saída.
Próximo à porta e já de paletó, Zac recebia os agradecimentos entusiasmados dos seus convidados pela noite de diversão. Ele quase não reconheceu a morena encasacada que cruzou o grupo em direção à rua.
Em circunstâncias normais, Zac não se entregaria ao impulso de segui-la para puxar uma conversa e mostrá-la que ele não era o que ela estava pensando. À noite na boate, no entanto, o levou a concluir que o mundo é cheio de mulheres, mulheres sem complicações, que podem desfrutar a idéia de uma relação curta, sem compromissos.
Que outro tipo de mulher trabalharia num lugar como aquele? Certamente não aquelas pretensiosas da alta sociedade, como a sua ex-namorada, que fizera com que ele perdesse a vontade de levar a sério qualquer relação.
Pelo menos foi disso que ele se convenceu ao se despedir dos convidados, de olho no vulto que se apressava pela rua escura, pres­tes a virar na próxima esquina.
Zac precisou ser veloz para não perdê-la, rápido o suficiente para que não lhe sobrasse muito tempo para pensar duas vezes no que fazia. Ele a alcançou quando ela se preparava para atravessar a rua. Esticou-se e a tocou de leve no braço.

continua.....


Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,


Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥

COMENTEM !.


Ironias do amor ♥

Ironias do amor




Escritora:Cathy Williams
tema:romance
persogens principais:Zac efron e Vanessa hundgens...
Nome da historia:Ironias do amor ...



Indroduçao da historia....

O encantador bilionário zac efron jurou ficar longe das mulheres...
até encontrar vanessa hundgens, uma jovem estonteante, que deixa bem claro não querer nada com ele. zac,
porém, não é homem de desistir facil­mente e, com seu charme irresistível,
provoca em vanessa uma atração intensa e poderosa, como ela jamais sentira em sua vida. Enquanto isto,
vanessa encontra o emprego dos seus so­nhos, e, para sua surpresa, descobre que zac é seu novo patrão,
e também o pai de seu filho.


— Isso não é... não é uma espécie de conto de fadas.
— Por mais forte que seja o seu senso de dever, eu não pretendo me tornar vítima dele.
— Mas isso não diz respeito só a você. — Ele virou-se para encará-la. — E não estamos discutindo aqui se eu queria ser pai ou não.
A realidade é que você está grávida do meu filho, e eu pretendo cuidar deste problema.
— Isso não é um problema — disse-lhe vanessa, apesar de uma parte pequena e traiçoeira dela implorar para ser cuidada.
Foi a mesma parte dela que um dia dissera que ela podia lidar com um homem como zac. Sábio seria evitar aquela tentação como quem evita uma praga.
— Um evento. Uma ocorrência. Um acontecimento. Chame como quiser, mas você não vai fugir de mim desta vez.



Meus amores tha ai ♥

Comentem ♥
por favor ...Si tiver ruim FALEM ♥

Beijokas ♥
Amo vooce's
♥

domingo, 26 de setembro de 2010

capitulo 10 ♥ Final ♥

"onn vanessa"

uma coisa inacreditavel aconteceu....
O homem da minha vida começou a abri os olhos..
e nesse momento eu tive a fé ..que aqueles que ora
sao fortes e imbativeis ..

-zac meu amor ..vooce "eu nao conseguia dizer nada a felicidade era tanta que uma palavra bastava " Te AmuL ZAC ♥
-vanessa esperei muito tempo, sabe todas a noites eu ouvia vooce chorar eu vi sua orançao e o que me deixa feliz que vooce vai
ser uma futura vanessa efron""
-sabe zac se era uma tentativa de me pedi em casamento............vooce conseguiu EU ACEITO"sabe nesse momento eu sentia nada mais do que FELICIDADE"
-nao existi outra iqual a vooce "derepenti a porta se abriu e uma anjo entro " "ó anjo bryan"
-PAIIIIIIIIIII"ele pulou em cima de zac "
-filho "ele se abraçaram "
"sabe, eles tem uma uniao linda ..
bryan nunca deixo o pai e nunca, nunca ó julgo por ter
me deixado ...me sinto FELIZ "
-pai, pensei que vooce tinha morrido ,,te amo papaiiiiii"lindo e a palavra certa pros dois "
-filho saiba que agora, samos carbe e unha "..."

"se passaram-se 3 anos .."
"eu tive uma filha ela está com 1 ano e nao aprendeu a fala ..mais tamos tentando
bryan nosso anjinho que tha enorme ..tha NAMORANDO e ele tha namorando e estranho
eu estava trocando as frauda dele ontem "

"ZAC akkk ele e bonitinho ....tha tha ele e maravilhoso ...eu e ele nos casamos e foi a coisa mais
linda que aconteceu na minha "Vida" o casamento foi ao ar livre foi um desastre mais lindo da minha vida ..
começo a chuver os convidados deseperados sairam corredo para cobertura e eu i zac nos casando na chuva de bençao ...

e o pasto diise:O que deus une o HOMEM nao separa ".."

"onn zac"

-vai filha diz mamae "akkk e muito engraçado"
-baba baba ririri"akkk"
-nao mamae"linda"
-baba pa'"isso e ilario"
-nao flor e mamae'"eu amor minha familia ..eu amo está acompanhando ela "
-papai "Ó" titi AAmuuuuuu"Ó"
-VANESSA EFRON VEM AQUI "EU so sei que ela entro no quarto derrubando tudo"
-O QUE ACONTECEU COM ELA "ela diise ja revirando a garota akk"
-nao nao olha ...mamae "akkk"
-paapai titi Aaamuuo"ela fiko olhando pro rostinho da nossa filha e começou a chora"
-diz mamae vai"ela diise chorando"
-mamma"ela surto"
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA"alkkkk"
-o que esta contecendo povo"bryan"
-ela falo bryan "eu diise "
-akkk mae vooce tha surtando MAE a esperança ate se assusto akkk"akkk"

"meus filhos e da vanessa sao minha vida principal mente VANESSA MINHA VIDA"
a nossa vida se resume em uma palavra :ESPERANÇA...

**--Deus Obrigado,

Pela minha Familia que me ajuda nas horas que mais preciso. Pelos meus amigos, Fiéis, que mesmo
com todos os meus defeitos, me escolheram para dividir as suas vidas.
Agradeço o pouco que eu tenho, pois o pouco contigo é Tudo o que preciso!
Obrigada também pelos meus inimigos, pois graças a eles hoje eu sei O q eu NÃO QUERO SER, e por isso busco meu melhor!!
Amém...--**

"Bárbara Moraes"

Myah♥ / Tainá / Anonimo / Bella / Rhaylla / Anezanessa ......

Amo vooce's ninas elas sempre comentarao ..fora outras que comenta e nao estao aqui

vooce sao tudo na minha vida sem vooces nao tenho força pra tc .....uma historia tao linda como

essa ESPERO QUE GOSTEM DO ULTIMO CAP.



Meus amores tha ai ♥

Comentem ♥
por favor ...Si tiver ruim FALEM ♥

Beijokas ♥
Amo vooce's ♥

FIM ♥.........