A partir daí, eles passaram a ser paparicados, levados até a sua mesa, brindados com o cardápio, que mais lembrava um pergaminho, pois era necessário desenrolá-lo para lê-lo.
— Hmmm. Suflê de frutos do mar! — Vanessa imitou grã-fino. — Salmão, grelhado, salpicado de molho de cogumelos selvagens! O meu favorito!
Zac recostou-se para assistir à satisfação dela. Ele ficaria ali para sempre.
Sob aquele olhar de ternura, ela sentiu-se de repente e de forma inesperada envergonhada. Aonde teria ido a mulher firme e hostil? Zac não mudou, ainda habitava um mundo diferente do dela, e Vanessa ordenou a si mesma que melhor seria se ela não se esquecesse disso.
— Então — disse ele, devagar —, salmão grelhado, ao molho de cogumelos hoje. E amanhã?
— Você deve pensar que sou um pouco ridícula. Todo esse alarde apenas porque estou saindo para o mundo real. Bem, não exatamente real, mas...
— Você está agarrando as suas oportunidades. Não tem nada de ridículo nisso.
— Eu acho que as mulheres... com quem você se relaciona não têm esse tipo de dilema. — Vanessa sorriu e ficou aliviada com a chegada do garçom para anotar os pedidos.
— Não — afirmou Zac. — A maioria delas se conforma em desperdiçar as oportunidades. É claro que encontrei mulheres no trabalho que deram duro para construir suas carreiras. Porém, conheci mulheres cuja ambição na vida era casar com um homem rico.
— E qual delas você prefere? — indagou Vanessa.
A resposta ficou em suspenso devido à chegada do prometido Chablis à mesa.
— Eu não classifico as mulheres que acho atraentes.
— Bem, você não respondeu. — disse Vanessa contrariada. Zac riu da reação dela. — E não se esqueça que nós fizemos um acordo...
— Um acordo?
— Isso mesmo. — Vanessa terminou a primeira taça de vinho, e Zac lhe serviu mais.
Vanessa nunca fora uma amante do álcool. A primeira taça de vinho foi direto para a sua cabeça e, de modo prazeroso, diluiu o nervosismo.
— Eu lhe contei uma versão compacta da história da minha vida quando nos encontramos pela última vez. Isto é, quando você apareceu sem ser convidado na minha casa. E você me prometeu contar a sua também.
O garçom trouxera as entradas, mas Vanessa quase não notou, ocupada que estava em se concentrar no homem diante dela.
Zac a examinava em meio a uma mordida no salmão defumado.
— Eu pensei que você já tinha o meu currículo. Pelo menos você insistiu em me qualificar todas as vezes que nos encontramos.
— Onde você cresceu?
— Grécia e Inglaterra. Grécia para as férias, Inglaterra para estudar. Entrei no colégio interno aos 11 anos.
— E como foi? — A escola foi um pesadelo para Vanessa. A necessidade de se adequar ao que pensava e dizia a maioria dos colegas foi grande. Ler livros e estudar eram coisas que tinham de ser feitas escondidas da galera. Não que os seus pais não a encorajavam, mas ela encarava as aulas com a indiferença de quem já era o centro das atenções no mundo dos adolescentes. A garota mais bonita, que namorava o cara mais cobiçado.
Vanessa ouvia com inveja Zac contar as experiências dele na escola, ria das histórias dele com os colegas. Já naquela idade, ele sabia que da escola iria para a universidade e alcançaria os mais altos degraus na vida profissional.
Ela também contou a ele sobre os seus tempos de colégio. As garotas que fumavam atrás do abrigo para bicicletas. Os garotos que ficavam bêbados. As aulas matadas. Meninas grávidas, o que na época era um escândalo. Risadas e burburinho em apoio aos garotos baderneiros, admirados pelo desleixo em sala de aula e pelos comentários ridículos para irritar os professores. Nada de canivetes ou violência de verdade. Não se chegava a esse ponto.
Entretida, Vanessa surpreendeu-se ao perceber que eles haviam finalizado a primeira garrafa de vinho e já bebiam da segunda.
Fazia tempo que ela não se sentia tão relaxada. Ela comeu o peixe e disse a Zac que a refeição não fora nem um pouco melhor do que o tradicional peixe frito com batata frita que ela comia numa lanchonete em Shepherds Bush.
— E quando vou poder tirar a prova disso? — perguntou Zac.
— Ah, não. — Vanessa sorriu, sedutora, e brincou: — O serviço vai cair se os grã-finos invadirem o lugar.
— Eu posso me vestir de forma mais relaxada — rebateu Zac, rindo da tirada, exagerando no tom solene. Se uma bomba atômica caísse ali, ele nem se daria conta, pois tudo o que podia ver na sua frente era aquela criatura de rosto alegre e vivido, mãos finas delicadas e expressivas.
— Eu aposto que você nunca se vestiu de um jeito largado na vida.
— Jeans? Camiseta amarrotada? Tênis? Eu consigo, sim. — Ele coçou o queixo, pensativo. — Mas é claro que eu precisaria fazer umas compras...
Zac sabia que a piada a divertiria, e ele queria ouvir a risada dela.
Ele pediu a conta com um gesto.
Vanessa lamentava que a noite aproximava-se do fim.
Continua...
Comentario do 13 c(:
ღღzanessaღღ : Oiie e verdade o frankie nem dava valor mais ele E bem legal! espero que goste do cap.
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Comentarios do 14 c(:
Tainá:Oiie nina poxa eu gosto tanto do seu comentario quero seus comentarios em todas c(:
eu sei frankie e legal ....espero que goste!
Karoline..♥: Oiie sua canibal deixo eu sem seus comentarios BUAAAAA sua mal mal mal
Te adoro c(: espero que goste!
Clara:Oiie clarinha que bom! que deixo eu te chamar de clarinha c(: o frankie pode ser o que for mais ele e muito legal! esperoq ue goste do cap,.!
♪Lary♥:AKKK rueialto FRANKIE TE AMO uau ...e zac agora só falta ele ir a tras né uhul c(: espero que goste do cap.!
ღღzanessaღღ:Oiie nina e ne tenho que admiti que a empresa e do zac sim akkk como acerto :O serio fikei pasma quando vi seu comentario C(: espero que goste do cap.!
Beatriz: Ei nina nao morre nao em se nao fiko sem seus comentarios ..espero que goste do cap.!
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Oiie meninas e guii tha ai mais 2 Cap. espero que goste Quinta-feira mais 2 cap. Beijokas Amo vooce's ♥
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Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
COMENTEM!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
capitulo 15 ♥
— Você vai me convidar para entrar, ou a gente precisa ficar se olhando aqui por mais alguns minutos?
Aquela voz blasé e suave! A mesma que lhe invadia os sonhos todas as noites, a mesma com a qual conversava em seus pensamentos, contando tudo o que se passava na vida dela.
— Perdão. — Vanessa deu dois passos para trás. Em vez de seguir em direção à sala, Zac entrou e esperou que ela fechasse a porta.
— Você está... diferente — murmurou ele examinando-a. Parecia que anos se passaram desde a última vez que a vira. Zac havia se contido para não visitá-la antes. Seja lá o que tivesse saído do acerto de contas entre Vanessa e Frankie, o resultado ainda estaria muito recente para que ela tolerasse vê-lo.
Zac não se dispusera a correr o risco de afugentá-la. Não após se convencer de que a teria, não importa as circunstâncias ou conseqüências. E a teria de acordo com as regras dele, isto é, queria a livre concordância de Mattie, e não que a mulher se sujeitasse a ele pelo fato de o corpo dela, temporariamente, não obedecer à mente. Vanessa tinha que se entregar por inteiro, sem nenhum drama de consciência.
Para isso ele precisara esperar.
— Diferente? — Vanessa sorriu, um pouco nervosa. — Eu aparei o meu cabelo. — Você não gostou?, quis perguntar. — Os cabelos longos estavam OK para a boate, mas... Bem, na verdade, eu não trabalho mais lá... Minha última noite foi na semana passada.
Zac olhou para baixo por uma fração de segundo, antes de abrir um sorriso para ela.
— Eu suponho que um monte de coisas aconteceu com você. Por que não jantamos juntos para você me contar tudo?
O convite despertou todas as velhas dúvidas em relação a ele, mas de imediato elas foram dando lugar a uma sensação que Vanessa não experimentara ainda na presença de Zac, um sentimento de auto-estima.
— Claro. Por que não? — Ela reparou no que vestia e deu uma risada. — Fast-food em algum lugar, ou devo me vestir de forma mais apresentável?
— Fast-food?
— Sim, você sabe do que eu estou falando. Pedaços de frango empanados, batatas fritas meio moles, talheres de plástico, letreiros luminosos, fila no caixa... — Zac fez uma cara de tão chocado com a possibilidade que Vanessa se conteve para não gargalhar.
— Uma garrafa de Chablis, salmão, pommes frites...
— Em outras palavras, peixe com fritas.
— Mas com prato e talheres para gente grande. — Zac sorriu. — Conheço um lugar excelente para se comer frutos do mar. Você gosta de frutos do mar?
— Minha comida preferida. Eu vou mudar de roupa. Por que você não entra e me espera na sala? Frankie...
Zac observou o lamento cruzar o rosto dela e ansiou, aflito, que longe dos olhos significasse neste caso longe também do coração.
— Frankie não vai interromper porta adentro...
Ela vestiu-se com rapidez e cuidado. Nada sexy, nada que lembrasse a garçonete que ela havia sido. Chique, a elegância que ela podia sustentar com o seu orçamento limitado.
Uma saia preta justa, mas que chegava até os joelhos, uma camiseta de seda rosa, combinando com o casaquinho, sapatos pretos de salto baixo, comprados para o novo emprego, meia-calça preta, pois o verão se despedia e o vento frio voltara há poucas semanas.
Quando Vanessa finalmente se pôs de frente ao espelho, seus olhos brilhavam, inquietos. Voltou à sala, sentindo-se como uma adolescente em seu primeiro encontro.
Zac não sentara. Perto da janela, tinha as mãos nos bolsos da calça. No momento que Vanessa reapareceu, ele virou-se para vê-la chegar.
— Melhor? — perguntou Vanessa nervosa. Muito nervosa! — Ou eu devo usar a minha tiara de diamantes?
— A tiara poderia ficar um pouquinho exagerada. — Meu Deus, ela estava deliciosa, pensou Zac. O cabelo mais curto combinou bem, lhe deu uma beleza mais refinada, ainda mais tentadora.
— Então — murmurou ele, logo após os dois entrarem no carro e partirem para Chiswick. — Não mais, Frankie?
— Não mais, Frankie.
— Feliz? — Ele gostaria de poder prestar atenção nela, monitorar-lhe as expressões para avaliar o que passava naquela cabeça. Precisava, contudo, se concentrar no volante. Ela representava uma distração até para os motoristas mais cuidadosos.
— Sim e não.
— O que isso significa? — As mãos dele espremeram a direção, mas Zac manteve o tom de voz equilibrado.
— As coisas não andavam bem entre nós. Quero dizer, é bom que... que ambos tenhamos chegado à mesma conclusão, mas... ele foi parte da minha vida por muito tempo, eu preciso ainda me acostumar... — Vanessa abria o coração. — Ele me deixou ficar na casa até que eu ache um lugar para ficar... e adivinha o quê?
— O quê?
— Me ofereceram um emprego e... — Ela fez uma pausa para fazer um suspense sobre o que contaria em seguida. — Como parte do contrato, eles me ofereceram um apartamento! Você acredita nisso? Eu não pude. A empresa está liderando a campanha publicitária de um empreendimento enorme no sul de Londres. Apartamentos, academias, lojas, um montão de coisas! E, enquanto estiver envolvida com o marketing, a minha companhia tem o direito de alojar seus empregados em alguns apartamentos do empreendimento. Tudo aconteceu no momento certo. Não é fantástico?
— Fantástico. — Ele sentiu uma pontada de culpa, mas se consolou com o fato de que Vanessa chegaria lá, de qualquer maneira. Ela era dedicada. Caso contrário, como terminaria o curso enfrentando tantos problemas? E ela era talentosa também. A melhor aluna da faculdade desde que colocou pela primeira vez o pé na sala de aula.
— Você não parece muito feliz por mim. — E isso feria Vanessa.
— Eu estou imensamente feliz por você — cortou Zac. — Como Frankie reagiu depois que fui embora?
— Não da maneira que esperei. Você me acha capaz de dar conta desse emprego, não acha?
— Se você é capaz de estudar de dia e trabalhar à noite, você está capacitada para ser a primeira-ministra do país.
— É, bem, acho que o fator experiência não conta a meu favor.
— O que você quis dizer com "não da maneira que esperei"?
— Ele não deu nenhum ataque de ciúmes, muito pelo contrário. Resignou-se. Na verdade, foi ele quem terminou tudo.
Melhor assim, pensou Zac. Desse modo, ela nunca vai ficar imaginando o que poderia ter sido. Ele a queria livre, livre para ele.
O restaurante apareceu diante deles, sem que Zac se desse conta de que eles haviam chegado. A fachada antiga e charmosa contrastava com o interior do lugar. Ao entrarem, Zac pôde ouvir Vanessa tomar fôlego para assimilar o ambiente luxuoso. Muito vidro na decoração, muito cromo, e pessoas bonitas, que se achavam mais virtuosas quando comiam peixe em vez de carne vermelha.
— Não diga isso. — Zac curvou-se para adverti-la, e Vanessa sentiu o sussurro quente junto à nuca.
— Não diga o quê?
— Que este não é o tipo de lugar que você costuma ir.
— Este não é o tipo de lugar que eu costumo ir — informou ela, como se cumprisse uma obrigação. No entanto, ninguém ali notaria. Para vanessa, foi como entrar no futuro brilhante que a esperava, um presente de Natal aguardando para ser desembrulhado.
Vanessa teve a impressão de que Zac podia ler os seus pensamentos e se alegrava com a conclusão a que ela chegava. A conclusão de que as fronteiras entre as pessoas só existiam na cabeça dela.
continua... ->
COMENTEM!
Aquela voz blasé e suave! A mesma que lhe invadia os sonhos todas as noites, a mesma com a qual conversava em seus pensamentos, contando tudo o que se passava na vida dela.
— Perdão. — Vanessa deu dois passos para trás. Em vez de seguir em direção à sala, Zac entrou e esperou que ela fechasse a porta.
— Você está... diferente — murmurou ele examinando-a. Parecia que anos se passaram desde a última vez que a vira. Zac havia se contido para não visitá-la antes. Seja lá o que tivesse saído do acerto de contas entre Vanessa e Frankie, o resultado ainda estaria muito recente para que ela tolerasse vê-lo.
Zac não se dispusera a correr o risco de afugentá-la. Não após se convencer de que a teria, não importa as circunstâncias ou conseqüências. E a teria de acordo com as regras dele, isto é, queria a livre concordância de Mattie, e não que a mulher se sujeitasse a ele pelo fato de o corpo dela, temporariamente, não obedecer à mente. Vanessa tinha que se entregar por inteiro, sem nenhum drama de consciência.
Para isso ele precisara esperar.
— Diferente? — Vanessa sorriu, um pouco nervosa. — Eu aparei o meu cabelo. — Você não gostou?, quis perguntar. — Os cabelos longos estavam OK para a boate, mas... Bem, na verdade, eu não trabalho mais lá... Minha última noite foi na semana passada.
Zac olhou para baixo por uma fração de segundo, antes de abrir um sorriso para ela.
— Eu suponho que um monte de coisas aconteceu com você. Por que não jantamos juntos para você me contar tudo?
O convite despertou todas as velhas dúvidas em relação a ele, mas de imediato elas foram dando lugar a uma sensação que Vanessa não experimentara ainda na presença de Zac, um sentimento de auto-estima.
— Claro. Por que não? — Ela reparou no que vestia e deu uma risada. — Fast-food em algum lugar, ou devo me vestir de forma mais apresentável?
— Fast-food?
— Sim, você sabe do que eu estou falando. Pedaços de frango empanados, batatas fritas meio moles, talheres de plástico, letreiros luminosos, fila no caixa... — Zac fez uma cara de tão chocado com a possibilidade que Vanessa se conteve para não gargalhar.
— Uma garrafa de Chablis, salmão, pommes frites...
— Em outras palavras, peixe com fritas.
— Mas com prato e talheres para gente grande. — Zac sorriu. — Conheço um lugar excelente para se comer frutos do mar. Você gosta de frutos do mar?
— Minha comida preferida. Eu vou mudar de roupa. Por que você não entra e me espera na sala? Frankie...
Zac observou o lamento cruzar o rosto dela e ansiou, aflito, que longe dos olhos significasse neste caso longe também do coração.
— Frankie não vai interromper porta adentro...
Ela vestiu-se com rapidez e cuidado. Nada sexy, nada que lembrasse a garçonete que ela havia sido. Chique, a elegância que ela podia sustentar com o seu orçamento limitado.
Uma saia preta justa, mas que chegava até os joelhos, uma camiseta de seda rosa, combinando com o casaquinho, sapatos pretos de salto baixo, comprados para o novo emprego, meia-calça preta, pois o verão se despedia e o vento frio voltara há poucas semanas.
Quando Vanessa finalmente se pôs de frente ao espelho, seus olhos brilhavam, inquietos. Voltou à sala, sentindo-se como uma adolescente em seu primeiro encontro.
Zac não sentara. Perto da janela, tinha as mãos nos bolsos da calça. No momento que Vanessa reapareceu, ele virou-se para vê-la chegar.
— Melhor? — perguntou Vanessa nervosa. Muito nervosa! — Ou eu devo usar a minha tiara de diamantes?
— A tiara poderia ficar um pouquinho exagerada. — Meu Deus, ela estava deliciosa, pensou Zac. O cabelo mais curto combinou bem, lhe deu uma beleza mais refinada, ainda mais tentadora.
— Então — murmurou ele, logo após os dois entrarem no carro e partirem para Chiswick. — Não mais, Frankie?
— Não mais, Frankie.
— Feliz? — Ele gostaria de poder prestar atenção nela, monitorar-lhe as expressões para avaliar o que passava naquela cabeça. Precisava, contudo, se concentrar no volante. Ela representava uma distração até para os motoristas mais cuidadosos.
— Sim e não.
— O que isso significa? — As mãos dele espremeram a direção, mas Zac manteve o tom de voz equilibrado.
— As coisas não andavam bem entre nós. Quero dizer, é bom que... que ambos tenhamos chegado à mesma conclusão, mas... ele foi parte da minha vida por muito tempo, eu preciso ainda me acostumar... — Vanessa abria o coração. — Ele me deixou ficar na casa até que eu ache um lugar para ficar... e adivinha o quê?
— O quê?
— Me ofereceram um emprego e... — Ela fez uma pausa para fazer um suspense sobre o que contaria em seguida. — Como parte do contrato, eles me ofereceram um apartamento! Você acredita nisso? Eu não pude. A empresa está liderando a campanha publicitária de um empreendimento enorme no sul de Londres. Apartamentos, academias, lojas, um montão de coisas! E, enquanto estiver envolvida com o marketing, a minha companhia tem o direito de alojar seus empregados em alguns apartamentos do empreendimento. Tudo aconteceu no momento certo. Não é fantástico?
— Fantástico. — Ele sentiu uma pontada de culpa, mas se consolou com o fato de que Vanessa chegaria lá, de qualquer maneira. Ela era dedicada. Caso contrário, como terminaria o curso enfrentando tantos problemas? E ela era talentosa também. A melhor aluna da faculdade desde que colocou pela primeira vez o pé na sala de aula.
— Você não parece muito feliz por mim. — E isso feria Vanessa.
— Eu estou imensamente feliz por você — cortou Zac. — Como Frankie reagiu depois que fui embora?
— Não da maneira que esperei. Você me acha capaz de dar conta desse emprego, não acha?
— Se você é capaz de estudar de dia e trabalhar à noite, você está capacitada para ser a primeira-ministra do país.
— É, bem, acho que o fator experiência não conta a meu favor.
— O que você quis dizer com "não da maneira que esperei"?
— Ele não deu nenhum ataque de ciúmes, muito pelo contrário. Resignou-se. Na verdade, foi ele quem terminou tudo.
Melhor assim, pensou Zac. Desse modo, ela nunca vai ficar imaginando o que poderia ter sido. Ele a queria livre, livre para ele.
O restaurante apareceu diante deles, sem que Zac se desse conta de que eles haviam chegado. A fachada antiga e charmosa contrastava com o interior do lugar. Ao entrarem, Zac pôde ouvir Vanessa tomar fôlego para assimilar o ambiente luxuoso. Muito vidro na decoração, muito cromo, e pessoas bonitas, que se achavam mais virtuosas quando comiam peixe em vez de carne vermelha.
— Não diga isso. — Zac curvou-se para adverti-la, e Vanessa sentiu o sussurro quente junto à nuca.
— Não diga o quê?
— Que este não é o tipo de lugar que você costuma ir.
— Este não é o tipo de lugar que eu costumo ir — informou ela, como se cumprisse uma obrigação. No entanto, ninguém ali notaria. Para vanessa, foi como entrar no futuro brilhante que a esperava, um presente de Natal aguardando para ser desembrulhado.
Vanessa teve a impressão de que Zac podia ler os seus pensamentos e se alegrava com a conclusão a que ela chegava. A conclusão de que as fronteiras entre as pessoas só existiam na cabeça dela.
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Foto bizarra de Zac Efron com 15 anos
Capitulo 14 ♥
— O que está acontecendo aqui, Vanessa? — Frankie se mostrou confuso e vulnerável, e a piedade a inundou por dentro. Ela titubeava sobre quem odiar mais: Zac, por deixá-la naquela situação, ou ela, por permitir.
— Nós precisamos ter uma conversa, Frankie. Amanhã. Quando você estiver...
— Em condições mais apresentáveis? — Ele riu com amargura. — Melhor terminar logo com isso. — O namorado cambaleou até a sala e desabou sobre o sofá.
Vanessa chegou a deduzir que ele dormira, mas Frankie coçou os olhos e a fitou.
— Você tem que ficar em pé aí na entrada como um sargento estúpido?
— Olha, Frankie... — Com alguns passos ela juntou-se a ele na sala. Sentou-se na poltrona e levantou as pernas para abraçar os joelhos. Buscava concentrar forças, já que a sua moral ficara lá embaixo.
— Há quanto tempo está rolando, Vanessa? Um mês? Dois? Um ano? — Frankie cobriu o rosto com as duas mãos. Quando olhou de volta para ela, ele não aparentava raiva ou ciúme, e sim tristeza e arrependimento.
— Não tem nada rolando, Frankie. Você tem de acreditar em mim. Eu o encontrei há uma semana na boate. Bem, ele me encontrou, me seguiu, mas nada aconteceu. — Os beijos de Zac vieram à cabeça dela, os mesmos que a fizeram desmoronar. Ainda que não tivessem dormido juntos, na cabeça dela a traição havia sido cometida.
— Eu não a culpo, Vanessa. — Desta vez havia uma espécie de autodesprezo no riso dele. — Olhe para mim. Você acha que não sei no que me transformei? Nada do homem que você pensou que fosse me tornar. Um fracassado, está escrito aqui na minha testa.
— Não. — Ela sentiu as lágrimas lhe alfinetarem os olhos e correu até o sofá onde ele estava jogado para abraçá-lo. Abraçou-o como uma mãe a consolar o filho machucado.
— Eu e você, Vanessa, nós não estamos indo a lugar nenhum.
— Não diga isso, Frankie. Eu... Você sabe o quanto...
— Me amou um dia? Sei, sei que sim. — Ele segurou os braços dela. Pela primeira vez em muito, muito tempo, eles tinham um contato físico. Nenhum estímulo sexual os inspirava, apenas o afeto de anos de convívio.
— Eu ainda o amo, Frankie. Eu nunca o magoaria, nunca! E Zac não é ninguém. Nós não transamos.
— E eu nunca quis machucar você, amor, mas a gente está fazendo mal um para o outro. Não podemos negar. Eu ia ser alguém, mas veio o acidente, e tudo se perdeu. Eu, você, nós. Duas crianças brincando de casinha, isto é o que somos.
— Não diga isso. — As lágrimas hesitantes progrediram para um choro silencioso.
— Eu sei que você não tem um outro lugar para ficar, Vanessa, e não vou botá-la pra fora. Nunca faria isso. Você pode ficar aqui pelo tempo quiser, mas...
Ela já havia refletido sobre tudo aquilo, reconhecia a verdade em cada palavra dita agora pelo namorado, mas sentia-se despedaçada em milhares de cacos. Para o bem ou para o mal, Frankie fora sempre a certeza da vida dela.
— Eu transformei a sua vida num inferno nos últimos meses, Vanessa. Me odiei por fazer isso, mas simplesmente não podia evitar. Não chore, meu amor. Eu tenho um lenço aqui, em algum lugar. Não, não tenho. Use a minha camisa.
— Eu não deveria ter feito esse curso. Eu deveria ter ficado no meu emprego. Você estava certo.
— Você está falando besteira, e você sabe disso. — Frankie suspirou e a abraçou com mais força. — Eu estava com ciúme, só isso. Vendo você avançar, prosperar, e eu caindo na bebida. Vanessa, nós éramos garotos quando nos conhecemos. Então tudo aquilo aconteceu, a gente cresceu, e...
— Não diga isso — sussurrou Mattie.
Ela sabia o que o namorado iria dizer. Vanessa já havia dito o mesmo para si.
— A gente não serve um para o outro, Vanessa. Meu Deus, a gente não se toca há meses. Passou muito tempo desde que a gente não conseguia se descolar um do outro! Você se lembra? Quando éramos jovens?
— Eu não posso me separar de você, Frankie. Não depois de tudo que a gente já passou.
— Você precisa, Vanessa. Não posso depender da sua boa vontade durante toda a minha vida. Amanhã, vou sair daqui por um tempo. Você fica com a casa por enquanto e prepara a sua mudança sem pressa.
— Para onde você vai? — Ela levantou o rosto de choro para olhar o namorado.
— Não se preocupe com isso. Eu tenho amigos.
A conversa com Frankie se repetiu nos seus ouvidos pelos dias que se seguiram. Vanessa carregava as palavras dele como um peso invisível.
Um peso que não demorou muito a se desfazer.
De repente, como uma neblina, começou a se dissolver. E talvez tenha sido o otimismo de que ela poderia retomar a sua vida e controlar o seu destino que havia atraído a sorte grande.
Sorte grande na forma da possibilidade de um novo trabalho, não por intermédio de uma agência de empregos, mas via Josephine Newton, a formidável coordenadora do curso. Ela chamara Vanessa porque, segundo palavras da própria professora, tinha uma surpresa agradável para a aluna.
"Naturalmente, não é algo certo", advertia a professora, "mas uma entrevista é um passo vital." Ela combinava rigor e gentileza ao falar com a sua aluna mais esforçada. "E creio que você não terá problemas para impressionar qualquer patrão em potencial."
A sorte de Vanessa era tão boa, que ela se beliscou para certificar-se de que não sonhava, de que não acordaria de volta para o mesmo impasse, para a situação deplorável em que vivia.
Frankie cumpriu a sua palavra e não a procurou. Telefonou algumas vezes e deu a impressão de estar muito mais feliz longe dela do que quando morava ali. Deu-lhe os parabéns, que soaram sinceros, pelo emprego em potencial.
Vanessa esperava que ele aparecesse em algum momento para que os dois pudessem discutir a mudança dela. Quando dez dias depois de ter sido aceita pelo Grupo Devereux, ela ouviu o toque da campainha de casa, levantou-se com um salto, contente em saber que a conversa agora não doeria nem metade do último encontro com Frankie havia sofrido.
Vanessa, por um momento, sofreu o abalo de se deparar com Zac do outro lado da porta. Passado o susto, aceitou tranqüila a presença dele. No fundo, sem saber como e por que, ela contava com a vinda dele e o esperava.
CONTINUA...
Comentarios do cap. 11->
Bella: Oiie flor akkkk tha ai o cap. ei nao deixe de comentar ...akk eu ia posta so no domingo mais ai vi os comentarios e nao aquentei tive que posta ..entao espero que goste!
♪Lary♥ :AKKKKK euRIALTO com seu comentario UAU cheio de rima akkk uma sem noçao mais achei super legal ..vooce parece a bella em pessoa PQ vooce's duas .."minha flores que adoroo"..sao loukas akkkk ..entao espero que goste do cap!
Tainá :AKKKK tainá minha flor sempre comentando eu já fiko olhando toda hora pra ver se seu comentario vai tha ali fiko tipo na espectativa akkkkk PU seu comentario sempre tha akkkk ADOROOOO ! entao espero que goste!
Clara : Clarinha posso ti chamar assim ..akkk eles vao fika juntos no ultimo cap "brinkis" akkkkk bom! ele vao fika juntos logo logo LOGOOOOOOO akk entao espero que goste!
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Oiie nina tha ai mais 2 Cap. espero que goste Terça-feira mais 2 cap. Beijokas Amo vooce's ♥
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Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
— Nós precisamos ter uma conversa, Frankie. Amanhã. Quando você estiver...
— Em condições mais apresentáveis? — Ele riu com amargura. — Melhor terminar logo com isso. — O namorado cambaleou até a sala e desabou sobre o sofá.
Vanessa chegou a deduzir que ele dormira, mas Frankie coçou os olhos e a fitou.
— Você tem que ficar em pé aí na entrada como um sargento estúpido?
— Olha, Frankie... — Com alguns passos ela juntou-se a ele na sala. Sentou-se na poltrona e levantou as pernas para abraçar os joelhos. Buscava concentrar forças, já que a sua moral ficara lá embaixo.
— Há quanto tempo está rolando, Vanessa? Um mês? Dois? Um ano? — Frankie cobriu o rosto com as duas mãos. Quando olhou de volta para ela, ele não aparentava raiva ou ciúme, e sim tristeza e arrependimento.
— Não tem nada rolando, Frankie. Você tem de acreditar em mim. Eu o encontrei há uma semana na boate. Bem, ele me encontrou, me seguiu, mas nada aconteceu. — Os beijos de Zac vieram à cabeça dela, os mesmos que a fizeram desmoronar. Ainda que não tivessem dormido juntos, na cabeça dela a traição havia sido cometida.
— Eu não a culpo, Vanessa. — Desta vez havia uma espécie de autodesprezo no riso dele. — Olhe para mim. Você acha que não sei no que me transformei? Nada do homem que você pensou que fosse me tornar. Um fracassado, está escrito aqui na minha testa.
— Não. — Ela sentiu as lágrimas lhe alfinetarem os olhos e correu até o sofá onde ele estava jogado para abraçá-lo. Abraçou-o como uma mãe a consolar o filho machucado.
— Eu e você, Vanessa, nós não estamos indo a lugar nenhum.
— Não diga isso, Frankie. Eu... Você sabe o quanto...
— Me amou um dia? Sei, sei que sim. — Ele segurou os braços dela. Pela primeira vez em muito, muito tempo, eles tinham um contato físico. Nenhum estímulo sexual os inspirava, apenas o afeto de anos de convívio.
— Eu ainda o amo, Frankie. Eu nunca o magoaria, nunca! E Zac não é ninguém. Nós não transamos.
— E eu nunca quis machucar você, amor, mas a gente está fazendo mal um para o outro. Não podemos negar. Eu ia ser alguém, mas veio o acidente, e tudo se perdeu. Eu, você, nós. Duas crianças brincando de casinha, isto é o que somos.
— Não diga isso. — As lágrimas hesitantes progrediram para um choro silencioso.
— Eu sei que você não tem um outro lugar para ficar, Vanessa, e não vou botá-la pra fora. Nunca faria isso. Você pode ficar aqui pelo tempo quiser, mas...
Ela já havia refletido sobre tudo aquilo, reconhecia a verdade em cada palavra dita agora pelo namorado, mas sentia-se despedaçada em milhares de cacos. Para o bem ou para o mal, Frankie fora sempre a certeza da vida dela.
— Eu transformei a sua vida num inferno nos últimos meses, Vanessa. Me odiei por fazer isso, mas simplesmente não podia evitar. Não chore, meu amor. Eu tenho um lenço aqui, em algum lugar. Não, não tenho. Use a minha camisa.
— Eu não deveria ter feito esse curso. Eu deveria ter ficado no meu emprego. Você estava certo.
— Você está falando besteira, e você sabe disso. — Frankie suspirou e a abraçou com mais força. — Eu estava com ciúme, só isso. Vendo você avançar, prosperar, e eu caindo na bebida. Vanessa, nós éramos garotos quando nos conhecemos. Então tudo aquilo aconteceu, a gente cresceu, e...
— Não diga isso — sussurrou Mattie.
Ela sabia o que o namorado iria dizer. Vanessa já havia dito o mesmo para si.
— A gente não serve um para o outro, Vanessa. Meu Deus, a gente não se toca há meses. Passou muito tempo desde que a gente não conseguia se descolar um do outro! Você se lembra? Quando éramos jovens?
— Eu não posso me separar de você, Frankie. Não depois de tudo que a gente já passou.
— Você precisa, Vanessa. Não posso depender da sua boa vontade durante toda a minha vida. Amanhã, vou sair daqui por um tempo. Você fica com a casa por enquanto e prepara a sua mudança sem pressa.
— Para onde você vai? — Ela levantou o rosto de choro para olhar o namorado.
— Não se preocupe com isso. Eu tenho amigos.
A conversa com Frankie se repetiu nos seus ouvidos pelos dias que se seguiram. Vanessa carregava as palavras dele como um peso invisível.
Um peso que não demorou muito a se desfazer.
De repente, como uma neblina, começou a se dissolver. E talvez tenha sido o otimismo de que ela poderia retomar a sua vida e controlar o seu destino que havia atraído a sorte grande.
Sorte grande na forma da possibilidade de um novo trabalho, não por intermédio de uma agência de empregos, mas via Josephine Newton, a formidável coordenadora do curso. Ela chamara Vanessa porque, segundo palavras da própria professora, tinha uma surpresa agradável para a aluna.
"Naturalmente, não é algo certo", advertia a professora, "mas uma entrevista é um passo vital." Ela combinava rigor e gentileza ao falar com a sua aluna mais esforçada. "E creio que você não terá problemas para impressionar qualquer patrão em potencial."
A sorte de Vanessa era tão boa, que ela se beliscou para certificar-se de que não sonhava, de que não acordaria de volta para o mesmo impasse, para a situação deplorável em que vivia.
Frankie cumpriu a sua palavra e não a procurou. Telefonou algumas vezes e deu a impressão de estar muito mais feliz longe dela do que quando morava ali. Deu-lhe os parabéns, que soaram sinceros, pelo emprego em potencial.
Vanessa esperava que ele aparecesse em algum momento para que os dois pudessem discutir a mudança dela. Quando dez dias depois de ter sido aceita pelo Grupo Devereux, ela ouviu o toque da campainha de casa, levantou-se com um salto, contente em saber que a conversa agora não doeria nem metade do último encontro com Frankie havia sofrido.
Vanessa, por um momento, sofreu o abalo de se deparar com Zac do outro lado da porta. Passado o susto, aceitou tranqüila a presença dele. No fundo, sem saber como e por que, ela contava com a vinda dele e o esperava.
CONTINUA...
Comentarios do cap. 11->
Bella: Oiie flor akkkk tha ai o cap. ei nao deixe de comentar ...akk eu ia posta so no domingo mais ai vi os comentarios e nao aquentei tive que posta ..entao espero que goste!
♪Lary♥ :AKKKKK euRIALTO com seu comentario UAU cheio de rima akkk uma sem noçao mais achei super legal ..vooce parece a bella em pessoa PQ vooce's duas .."minha flores que adoroo"..sao loukas akkkk ..entao espero que goste do cap!
Tainá :AKKKK tainá minha flor sempre comentando eu já fiko olhando toda hora pra ver se seu comentario vai tha ali fiko tipo na espectativa akkkkk PU seu comentario sempre tha akkkk ADOROOOO ! entao espero que goste!
Clara : Clarinha posso ti chamar assim ..akkk eles vao fika juntos no ultimo cap "brinkis" akkkkk bom! ele vao fika juntos logo logo LOGOOOOOOO akk entao espero que goste!
Comentarios do cap 12.->
Clara: OLHA A CLARA AI DINOVO GENTIIII akkkkk oi clarinha eles vao fikar juntos sim akkkentao espero que goste !
beatriz: Oie nina akkk akkk coitadinha da vane mais tambem acho akkkk entao espero que goste!
eternamenti zanessa: Eiiiiiiiiii tó triste com vooce cade vooce onde está pq nao comento no outro cap. senti sua falta hum ..mais vooce nao vai deixar mais eu né "bikinho" te doloOO ! entao espero que goste!
Guii:OOOOOOOOOOOOOOOOOO CADE O OVO CADE O OVO "MEU DEUS" que Honra serio vooce e o 1 :O tó pasma uau sem comentario :O entao e espero que goste né :O ...
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Oiie nina tha ai mais 2 Cap. espero que goste Terça-feira mais 2 cap. Beijokas Amo vooce's ♥
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Escritora:Cathy Williams "escritora" Joyce "digitei" os nomes dos personagens ♥,
Meus amores espero que gostem!
Amo vooce's ♥
COMENTEM!
capitulo 13 ♥
— Ah, não? E o que é? Se você sabe tanto sobre relações, eu adoraria saber por que você está sozinho.
Touché, pensou Zac, com uma cara de desagrado. Enquanto a observava, imaginou como ela reagiria se ele se aproximasse e a envolvesse nos braços. Isso era o que tinha vontade de fazer. Isso e muito mais.
—Temos aqui um caso de eu-te-contei-a-minha-vida-agora-você-me-conta-a-sua!
— Pelo menos seria justo, uma vez que você dedicou a última hora pregando sobre os meus erros e problemas.
— E qual seria o meu incentivo para contar? — Evidentemente, Zac não tinha a menor intenção de enveredar por aí, mas a alternativa a isso seria liberar aporta da casa por ele bloqueada, coisa que também não pensava em fazer.
— Jogo limpo?
— Conceito interessante.
Este não era o confronto que Vanessa havia tramado. Tratava-se de um flerte ainda mais perigoso por estar subentendido. Cada nervo do corpo dela encontrava-se de prontidão, à espera da iniciativa de Zac. A agressiva garota eu-posso-tomar-conta-de-mim-mesma-muito-obrigada dava lugar a uma irreconhecível e insensata me-beija-agora, transformação que a deixava zonza.
— Eu tenho como regra não fazer confidencias aos outros. — O sorriso de escárnio de Zac a excitou e a contrariou ainda mais.
— Mesmo? — certificou-se Vanessa, sem forças.
— Mesmo. As pessoas têm o hábito maldoso de guardar os segredos para usá-los contra você num encontro futuro.
— Não haverá nenhum encontro futuro, logo os seus segredos estarão seguros comigo.
— Você precisa me tentar um pouco mais.
— É? E o que você sugere que eu faça? — Pergunta idiota. Ele havia a conduzido direto para a emboscada. O que Zac queria que Vanessa fizesse estava cristalino no olhar indolente dele. Pior ainda era que a mensagem ia ao encontro do rasgo quente de desejo dela. — Não. Eu já disse que não estou disponível...
A frase ficou em suspenso, pois a sua boca procurou a dela, e, caramba, foi excelente. Vanessa fez menção de empurrá-lo antes de gemer interiormente e retribuir o beijo com um tremendo entusiasmo.
As mãos dela ziguezaguearam pelas costas dele até a nuca; os dedos entre os cabelos pressionaram Zac contra ela, enquanto a boca respondia à língua intrometida de Zac.
As posições de ambos se alteraram. Zac se moveu da porta sem que a sua boca abandonasse a dela, para escorá-la contra a parede e ali confiná-la entre os braços. As mãos ansiavam percorrer cada canto dela, mas ele sabia que seria prudente domar os instintos naquele momento.
Zac contentou-se em senti-la derreter ao toque dele e em ouvir os gemidos curtos e suaves que o deixavam louco de desejo.
Quando eles finalmente se desgrudaram, os dois estampavam caras de atordoados.
— Me diga aquilo de novo? — exigiu Zac numa voz que derretia gelo. Ele brincava com o cabelo dela, prendia mechas atrás das orelhas e enrolava outras nos próprios dedos.
— Dizer o quê?
— Que você não está disponível para... ficadas? Era isso que você ia dizer?
— Você não é bom para mim — resmungou Vanessa. — Eu sei que você acha que as fronteiras entre as pessoas não são instransponíveis, e talvez não sejam mesmo, mas do jeito que vejo as coisas seria a garçonete do magnata, e tudo entre nós pareceria sempre uma farsa.
Zac reprimiu o impulso de esbravejar contra tamanho contra-senso. Eles se desejavam. A linguagem dos corpos dizia tudo. Não era suficiente?
— Você não pode ficar aqui — afirmou ele, em vez de liberar a angústia. Tinha a voz vacilante de quem continha as emoções.
— Eu não posso deixá-lo. Agora, não.
— E enquanto isso abro mão do que nós temos...
— Nós não temos nada.
— Correção: do que nós poderíamos ter.
— Você aprendeu a nunca confidenciar, e aprendi a nunca especular. — Enfim, Vanessa recuperava o mínimo de autocontrole, mas a proximidade dele ainda sufocava. Ela se contorceu, e Zac imediatamente se afastou.
A expressão no rosto dele era pesada de desaprovação, e Vanessa não pôde evitar que o olhar de Zac mais uma vez a excitasse. A realidade porém a cerrou de novo. Frankie. Emprego. Servir mesas em trajes sumários para ganhar a vida. E aquele homem, que não precisaria de mais de um minuto para conquistá-la e que era incompatível com ela em todos os aspectos.
— Vá.
— Isto não é o fim.
Vanessa fez o tradicional gesto evasivo com os ombros. Ela abriu a boca para dizer alguma coisa, qualquer coisa, mas nada saiu, pois ambos escutaram ao mesmo tempo o ruído da chave na porta. Vanessa virou-se para a entrada, com Zac irrequieto a observá-la.
O que diabos ela estava pensando? Que Frankie nunca voltaria? Ela estava tão envolvida com Zac Efron que se esqueceu por completo da realidade?
Aí chegava a realidade, Vanessa afirmou a si mesma com rigor, e não se esqueça disso.
Cambaleante, Frankie entrou em casa com o tradicional olhar beligerante, adotado sempre quando bêbado e o comportamento questionado por Vanessa. Demorou um instante até que o namorado notasse um Darius de cabeça erguida e sem aparentar nenhum constrangimento com a situação. Aquilo modificou a expressão de Frankie. De bravo para estupefato em segundos.
— Quem é esse cara? — As palavras saíam com dificuldade, mas o cérebro de Frankie ainda operava.
Zac deu dois passos adiante, sem se preocupar em estender a mão para cumprimentá-lo. Tampouco teve a iniciativa de se apresentar.
— O meu substituto. Bom proveito — foi tudo o que ele disse para ela. Vanessa mal olhou para Zac. Como ele pôde?
Partiu. Sem pressa. Por último, fitara com desprezo o inebriado Frankie.
Continua... ->
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Touché, pensou Zac, com uma cara de desagrado. Enquanto a observava, imaginou como ela reagiria se ele se aproximasse e a envolvesse nos braços. Isso era o que tinha vontade de fazer. Isso e muito mais.
—Temos aqui um caso de eu-te-contei-a-minha-vida-agora-você-me-conta-a-sua!
— Pelo menos seria justo, uma vez que você dedicou a última hora pregando sobre os meus erros e problemas.
— E qual seria o meu incentivo para contar? — Evidentemente, Zac não tinha a menor intenção de enveredar por aí, mas a alternativa a isso seria liberar aporta da casa por ele bloqueada, coisa que também não pensava em fazer.
— Jogo limpo?
— Conceito interessante.
Este não era o confronto que Vanessa havia tramado. Tratava-se de um flerte ainda mais perigoso por estar subentendido. Cada nervo do corpo dela encontrava-se de prontidão, à espera da iniciativa de Zac. A agressiva garota eu-posso-tomar-conta-de-mim-mesma-muito-obrigada dava lugar a uma irreconhecível e insensata me-beija-agora, transformação que a deixava zonza.
— Eu tenho como regra não fazer confidencias aos outros. — O sorriso de escárnio de Zac a excitou e a contrariou ainda mais.
— Mesmo? — certificou-se Vanessa, sem forças.
— Mesmo. As pessoas têm o hábito maldoso de guardar os segredos para usá-los contra você num encontro futuro.
— Não haverá nenhum encontro futuro, logo os seus segredos estarão seguros comigo.
— Você precisa me tentar um pouco mais.
— É? E o que você sugere que eu faça? — Pergunta idiota. Ele havia a conduzido direto para a emboscada. O que Zac queria que Vanessa fizesse estava cristalino no olhar indolente dele. Pior ainda era que a mensagem ia ao encontro do rasgo quente de desejo dela. — Não. Eu já disse que não estou disponível...
A frase ficou em suspenso, pois a sua boca procurou a dela, e, caramba, foi excelente. Vanessa fez menção de empurrá-lo antes de gemer interiormente e retribuir o beijo com um tremendo entusiasmo.
As mãos dela ziguezaguearam pelas costas dele até a nuca; os dedos entre os cabelos pressionaram Zac contra ela, enquanto a boca respondia à língua intrometida de Zac.
As posições de ambos se alteraram. Zac se moveu da porta sem que a sua boca abandonasse a dela, para escorá-la contra a parede e ali confiná-la entre os braços. As mãos ansiavam percorrer cada canto dela, mas ele sabia que seria prudente domar os instintos naquele momento.
Zac contentou-se em senti-la derreter ao toque dele e em ouvir os gemidos curtos e suaves que o deixavam louco de desejo.
Quando eles finalmente se desgrudaram, os dois estampavam caras de atordoados.
— Me diga aquilo de novo? — exigiu Zac numa voz que derretia gelo. Ele brincava com o cabelo dela, prendia mechas atrás das orelhas e enrolava outras nos próprios dedos.
— Dizer o quê?
— Que você não está disponível para... ficadas? Era isso que você ia dizer?
— Você não é bom para mim — resmungou Vanessa. — Eu sei que você acha que as fronteiras entre as pessoas não são instransponíveis, e talvez não sejam mesmo, mas do jeito que vejo as coisas seria a garçonete do magnata, e tudo entre nós pareceria sempre uma farsa.
Zac reprimiu o impulso de esbravejar contra tamanho contra-senso. Eles se desejavam. A linguagem dos corpos dizia tudo. Não era suficiente?
— Você não pode ficar aqui — afirmou ele, em vez de liberar a angústia. Tinha a voz vacilante de quem continha as emoções.
— Eu não posso deixá-lo. Agora, não.
— E enquanto isso abro mão do que nós temos...
— Nós não temos nada.
— Correção: do que nós poderíamos ter.
— Você aprendeu a nunca confidenciar, e aprendi a nunca especular. — Enfim, Vanessa recuperava o mínimo de autocontrole, mas a proximidade dele ainda sufocava. Ela se contorceu, e Zac imediatamente se afastou.
A expressão no rosto dele era pesada de desaprovação, e Vanessa não pôde evitar que o olhar de Zac mais uma vez a excitasse. A realidade porém a cerrou de novo. Frankie. Emprego. Servir mesas em trajes sumários para ganhar a vida. E aquele homem, que não precisaria de mais de um minuto para conquistá-la e que era incompatível com ela em todos os aspectos.
— Vá.
— Isto não é o fim.
Vanessa fez o tradicional gesto evasivo com os ombros. Ela abriu a boca para dizer alguma coisa, qualquer coisa, mas nada saiu, pois ambos escutaram ao mesmo tempo o ruído da chave na porta. Vanessa virou-se para a entrada, com Zac irrequieto a observá-la.
O que diabos ela estava pensando? Que Frankie nunca voltaria? Ela estava tão envolvida com Zac Efron que se esqueceu por completo da realidade?
Aí chegava a realidade, Vanessa afirmou a si mesma com rigor, e não se esqueça disso.
Cambaleante, Frankie entrou em casa com o tradicional olhar beligerante, adotado sempre quando bêbado e o comportamento questionado por Vanessa. Demorou um instante até que o namorado notasse um Darius de cabeça erguida e sem aparentar nenhum constrangimento com a situação. Aquilo modificou a expressão de Frankie. De bravo para estupefato em segundos.
— Quem é esse cara? — As palavras saíam com dificuldade, mas o cérebro de Frankie ainda operava.
Zac deu dois passos adiante, sem se preocupar em estender a mão para cumprimentá-lo. Tampouco teve a iniciativa de se apresentar.
— O meu substituto. Bom proveito — foi tudo o que ele disse para ela. Vanessa mal olhou para Zac. Como ele pôde?
Partiu. Sem pressa. Por último, fitara com desprezo o inebriado Frankie.
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